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domingo, 15 de março de 2015

8 coincidências incríveis em que você mal pode acreditar!

Existem histórias de coincidências tão incríveis que até parecem de mentira, mas não são. Muitas delas, inclusive, aconteceram com personalidades conhecidas do mundo do entretenimento. Logo abaixo você vai conhecer algumas delas, confira:

1 – O caso de Anthony Hopkins


Contando, parece pegadinha, mas a história de coincidência de Anthony Hopkins envolvendo um livro foi a mais pura verdade. Em 1974, o ator atuou em um filme chamado "The Girl From Petrovka", que foi adaptado de um romance. Hopkins curtiu tanto o roteiro que ficou muito interessado em ler o livro com a história original antes de as filmagens começarem.
Com isso, vagou por várias livrarias buscando uma cópia, mas não encontrou nenhuma. Em um desses dias de busca do livro, ao voltar para casa de trem, ele surpreendentemente viu uma cópia do livro em um banco da estação. Ele mal podia acreditar!
O mais curioso é que essa cópia estava repleta de anotações. Como não tinha ninguém por ali que parecia ser o dono, ele recolheu o livro e o levou para casa. Mais tarde, durante as gravações do filme, o ator conheceu o autor da história, George Feifer.
Durante a conversa, Feifer mencionou que havia emprestado sua própria cópia do livro cheia de anotações para um amigo, que acabou perdendo o item. Então Hopkins logo mostrou ao escritor o livro que ele tinha encontrado. O autor prontamente reconheceu suas próprias anotações, provando que a cópia de Hopkins era mesmo o livro perdido de Feifer.

2 – Mais um livro na história


Outro caso em que um livro foi o personagem principal de uma grande e emocionante coincidência aconteceu com a norte-americana Anne Parrish, uma famosa autora de livros infantis que atuou entre as décadas de 20 e 50.
A sua carreira começou devido à sua paixão pelo estilo dos contos para crianças, e um dos livros que a inspirou se chama “Jack Frost and Other Stories”, que ela tinha quando era apenas uma pequena garotinha.
Certa vez, ao visitar Paris com seu marido, ela entrou em uma livraria e encontrou uma cópia antiga desse mesmo livro. Anne, então, abriu o livro e ficou muito surpresa ao ver que o seu nome e o endereço de sua casa de infância estavam escritos com sua própria caligrafia na contracapa — “Anne Parrish, 209 N. Weber Street, Colorado Springs”.  Era o próprio livro dela de quando ela era criança! Não se sabe se Anna descobriu como ele foi parar em Paris.

3 – A tragédia dos gêmeos


Erskine e Neville Ebbin eram irmãos gêmeos que adoravam passear de ciclomotor (moto estilo lambreta ou “mobilete”) pelas ruas de Hamilton, capital das ilhas Bermudas. O problema foi quando esse hobby virou uma tragédia seguida de outra assustadoramente igual. Em 1974, Neville foi tragicamente morto ao ser atingido por um táxi enquanto andava com a sua motinha, um acidente que infelizmente não é incomum. Até aí, tudo normal, apesar de muito triste.
Porém, a história ficou realmente estranha um ano depois, quando seu irmão Erskine também se acidentou e morreu enquanto rodava com o mesmo ciclomotor. E as coincidências não param por aí. Ele foi atingido pelo mesmo táxi, que era conduzido pelo mesmo motorista que estava transportando o mesmo passageiro do dia da morte do irmão! E tudo isso também aconteceu na mesma rua.

4 – O carro de Franz Ferdinand


Em 28 de junho de 1914, um nacionalista iugoslavo chamado Gavrilo Princip assassinou o arquiduque Franz Ferdinand da Áustria-Hungria (e a sua esposa Sophie) enquanto eles estavam num carro pelas ruas de Sarajevo, resultando no caos sem precedentes que se instalou na Europa e deu origem à Primeira Guerra Mundial.
Os conflitos se estenderam até o dia 11 de novembro de 1918, que ficou conhecido como Dia do Armistício, o fim da Primeira Guerra Mundial. A coincidência por aqui é que a placa do carro em que Franz Ferdinand estava quando foi morto (fato que deu início aos conflitos) era “AIII118”, que pode ser lido como 11-11-18, ou a data do final da guerra.

5 – O terno do mágico


Frank Morgan era um ator bastante famoso na primeira metade do século 20. Quem assistiu à versão clássica de “O Mágico de Oz” pode se lembrar dele fazendo o papel do próprio mágico, que era um farsante na história de fantasia. Por esse motivo, o pessoal encarregado do figurino procurou roupas para o personagem em um estilo que um artista charlatão usaria.
Então, eles compraram uma roupa de mágico em uma loja de segunda mão e deram para Morgan vestir. No set de filmagem, Morgan por acaso virou o bolso (de dentro para fora) do terno comprado pelos figurinistas e ficou surpreso ao descobrir o nome "L. Frank Baum" bordado no interior. Acontece que L. Frank Baum era o autor da história de "O Mágico de Oz"! Após mostrarem o casaco para a família de Baum, foi confirmado que a peça tinha de fato pertencido a ele muitos anos antes.

6 – Edgar Allan Poe e Richard Parker


Edgar Allan Poe é um dos escritores mais famosos da história norte-americana. Ele era mais dedicado aos seus contos e poemas, mas também publicou um romance chamado "A Narrativa de Arthur Gordon Pym" (ou "O Relato de Arthur Gordon Pym) em 1838.
O livro conta a história de Pym, que se vê a bordo de um navio à deriva e tem várias experiências angustiantes. Em um ponto do romance, Pym e os outros marinheiros do navio são forçados a recorrer ao canibalismo para sobreviver. Eles então tiram a sorte, e um marinheiro chamado Richard Parker perde e se torna comida para os companheiros.
Até aí, tudo normal, era apenas uma história de ficção. Porém, 46 anos depois, no dia 5 de julho de 1884, um veleiro conhecido como o Mignonette afundou, e seus quatro sobreviventes ficaram à deriva em um bote salva-vidas a cerca de 700 quilômetros de distância da terra firme mais próxima. Depois de cerca de três semanas angustiantes no mar e sem resgate à vista, os marinheiros fizeram um sorteio, e um deles, já “nas últimas”, foi morto e comido pelos outros três homens. Seu nome era Richard Parker.

7 – Mark Twain e o Cometa Halley


O Cometa Halley é visível da Terra a cada cerca de 75 a 76 anos, sendo que a última aparição foi entre 1985/1986. Em 1835, o cometa também estava visível e, no dia 30 de novembro daquele ano, nascia Samuel Langhorne Clemens, mais conhecido como Mark Twain, um dos escritores mais famosos da história.
Em 1909, Twain observou que o cometa de Halley estava prestes a voltar a aparecer e teorizou que como ele havia nascido com o seu aparecimento, ele iria ser levado com o cometa na nova aparição. E assim foi: o cometa Halley apareceu novamente em 20 de abril de 1910, e Twain morreu de um ataque cardíaco no dia seguinte, aos 74 anos. Um ano antes ele escreveu: "Será a maior decepção da minha vida se eu não for embora com o cometa".

8 – Uma coincidência titânica


Em 1898, Morgan Robertson escreveu um romance intitulado "Futilidade ou o Naufrágio do Titan”. A história contava sobre um transatlântico de luxo, o Titan, que atinge um iceberg no oceano e afunda no Atlântico Norte, contando também que poucas pessoas sobreviveram devido a uma falta de botes salva-vidas.
Sim, você conhece essa história, e o mundo inteiro também. Acontece que o acidente real com o Titanic só ocorreu 14 anos depois que o livro de Morgan Robertson foi escrito! Quem estipulou a quantidade de botes no Titanic devia ter prestado mais atenção na história de Robertson.


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