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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

3 dos desaparecimentos mais cabulosos de todos os tempos




A tragédia inexplicável do dirigível L-8

Em 1942, o tenente Ernest Cody e o oficial Charles Adam estavam em um dirigível L-8 patrulhando a região de São Francisco, nos Estados Unidos, quando foram informados sobre um vazamento de óleo próximo das ilhas Farallon — a cerca de 50 km da costa da Califórnia. Após se comunicarem com a torre de comando, ambos seguiram em direção ao lugar do desastre para averiguar a situação. Só que, algumas horas depois do último contato, a aeronave foi avistada fora da rota informada e só foi encontrada depois de se espatifar no chão, na cidade de Daly.
Quando as testemunhas do acidente foram até o L-8 resgatar possíveis sobreviventes, nenhum tripulante foi encontrado a bordo. De acordo com uma investigação feita pela Marinha, nenhum paraquedas ou bote salva-vidas foi utilizado, o rádio e os motores estavam funcionando perfeitamente, e nenhum sinal de luta corporal havia sido identificado. Até hoje, o sumiço dos militares segue sendo um mistério e levanta as mais diversas especulações.  

Os alpinistas que sumiram do mapa enquanto escalavam o ponto mais alto da Terra

Em junho de 1924, os escaladores George Mallory e Andrew Irvine integravam uma expedição que pretendia ser a primeira a chegar ao cume do monte Everest — o mais alto da Terra, a quase 8,9 mil metros acima do nível do mar. Durante a escalada, porém, uma densa névoa encobriu o topo da montanha, o que, segundo testemunhas, não fez os britânicos abortarem o plano de chegar até o “teto do mundo”. Depois disso, os dois nunca mais foram vistos.

Uma hipótese sugerida por uma equipe de meteorologistas de Toronto, no Canadá, baseada nos dados recolhidos pela própria expedição de Mallory e Irvine, aponta que seria praticamente impossível os dois terem chegado ao topo do Everest naquele dia, já que uma forte tempestade provocou uma queda abrupta na pressão atmosférica, levando os níveis de oxigênio a índices insuportáveis.
Em 1999, o corpo de Mallory chegou a ser encontrado por uma expedição norte-americana a uma altura de 8,3 mil metros — cerca de 600 metros abaixo do cume da montanha. Ele foi identificado graças a uma etiqueta que estava fixada em sua roupa. Porém, Irvine, que carregava uma câmera que poderia revelar se eles foram os primeiros ou não a alcançar o cume do Everest, jamais foi encontrado. 

O último voo de Amélia Earhart

Nascida em 1897, Amélia Earhart enfrentou uma infância atribulada e, durante a Primeira Guerra Mundial, trabalhou como enfermeira da Cruz Vermelha em um hospital militar no Canadá. Em 1920, um passeio de avião de apenas dez minutos a fez ter certeza sobre a sua paixão pela aviação. Oito anos depois, ela atravessaria o oceano Atlântico pelo ar e entraria para a História como a primeira mulher a realizar esse feito.
Depois de quebrar inúmeros recordes aéreos, Earhart decidiu que era hora de ousar um pouco mais: aos 40 anos de idade, decolou de Oakland, nos Estados Unidos, rumo ao sonho de ser a primeira pessoa a cruzar o globo terrestre seguindo a Linha do Equador. O plano da americana, contudo, terminou de forma trágica: após completar 22 mil das 24,5 mil milhas do percurso, sua aeronave desapareceu no oceano Pacífico sem deixar rastros.  
FONTE(S) 

11 professores que são mestres na arte de surpreender





1. A aula de História mais realista de que se tem registro

Ela poderia ter passado um filminho ou pedido aos seus alunos para apresentarem demorados seminários, mas não: ela enfiou o guarda-pó no fundo do armário e vestiu uma fantasia que, ao que presumimos, parece ser do Egito Antigo. 
(Reprodução/Bright Side)

2. O professor que economizou saliva na hora de acordar um aluno dorminhoco

Em vez de soltar um berro ensurdecedor ou bater o apagador com força no quadro-negro, este professor encontrou uma forma bem mais engraçada de alertar um aluno sobre os perigos na sonolência em sala de aula: tirando uma foto ao lado dele.
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(Reprodução/Bright Side)

3. A química perfeita entre um professor bem-humorado e as paradas musicais

É inegável que os professores de Química são os mais chegados a uma cantoria na hora de ensinar os seus alunos a memorizarem determinados conteúdos. Este docente, no entanto, foi muito além: provou que a Lady Gaga também pode ser útil no aprendizado da tabela periódica.
(Reprodução/Bright Side)

4. A professora que encontrou uma maneira divertida de ensinar Matemática

A Matemática, embora seja útil em nossas vidas, para muitos estudantes, é um verdadeiro calcanhar de Aquiles. Na tentativa de tornar esta disciplina menos pavorosa, esta professora não se envergonhou e usou seu próprio corpo para ensinar geometria aos seus alunos. 
(Reprodução/Bright Side)

5. Atenção aos mínimos detalhes para uma melhor absorção do conteúdo

Já este outro professor, mesmo depois de tantos anos de sala de aula, não perdeu o esmero na hora desenhar na lousa. 
(Reprodução/Bright Side)

6. A professora que também é gatófila de carteirinha

Esta professora ensinou como é ser um exemplo de solidariedade e cidadania: em vez de largar à própria sorte um gatinho que vagava perto da escola onde leciona, para a surpresa dos seus alunos, ela levou o animal para dentro da sala de aula
(Reprodução/Bright Side)

7. Quando a lousa vira tela para obras de arte

Todos os dias, os alunos deste professor são recepcionados com verdadeiras obras-primas desenhadas no quadro-negro.
(Reprodução/Bright Side)

8. Enquanto isso no Japão...

O professor de Arte e designer gráfico Hirotaka Hamasaki, da cidade japonesa de Nara, faz desenhos incríveis com giz no quadro-negro, deixando seus alunos boquiabertos e inspirados. 
(Reprodução/Mega Curioso)

9. O professor que ofereceu ajuda aos alunos através do WhatsApp

O professor de Redação Erick Soares, do Instituto Educacional São José (Unidade Mocambinho), na Zona Norte da capital do Piauí, Teresina, tirou dúvidas de seus alunos na escola, na biblioteca, acompanhado de amigos e até mesmo pelo WhatsApp. A escola onde ele dá aulas alcançou a maior média na prova de Redação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2015. 
(Reprodução/G1)

10. Educando debaixo da ponte

Segundo levantamento realizado pela Unesco, existem aproximadamente 800 milhões de analfabetos no mundo todo. Mais da metade deles vive no sul e no oeste da Ásia, em países como a Índia, onde mais de 20% da população não sabe ler ou escrever. Com o propósito de reverter este quadro, estes dois professores se voluntariaram a dar aulas para crianças pobres debaixo de uma ponte na capital do país, Nova Deli.
(Reprodução/Life Daily)

11. O professor que ninou o filho de uma aluna enquanto ministrava a aula

Ter de levar seu bebê para a sala de aula, muitas vezes, é a única alternativa encontrada por algumas mães estudantes que não têm com quem deixar seus filhos. Foi isso o que aconteceu com a aluna de uma universidade de Jerusalém, em Israel. O que ela não podia imaginar é que um de seus professores ninaria seu filho que chorava muito, em vez de pedir que ela se retirasse com ele da sala de aula. 
(Reprodução/Bright Side)
FONTE(S) 

Incrível! Ensaio mostra diferenças em quartos de 22 países


Fotógrafo francês John Thackwray teve uma ótima ideia e, na tentativa de registrar diferenças culturais em diversos países, escolheu um recorte que captura a essência individual de cada pessoa: o quarto onde cada um dorme.
Thackwray queria mostrar os quartos dizem muito sobre cada indivíduo, suas paixões, hábitos e, inclusive, sobre o país onde ele mora. Ao todo, foram seis anos de viagem por 55 países diferentes, conhecendo e fotografando a vida particular de pessoas diversas – o projeto rendeu fotos de mais de 1.200 quartos, só para você ter ideia. A seguir, confira algumas delas:

1 – Marixa, 21 anos, professora em Sibundoy, na Colômbia

2 – Joseph, 30 anos, artista em Paris, na França


3 – Fha, 20 anos, trabalhadora rural em Ban Saingam, na Tailândia

4 – Ezekiel, 22 anos, soldado em Echo Manyata, no Quênia

5 – Be, 22 anos, estudante de cinema de Dallas, nos EUA

6 – Maja, 22 anos, estudante de arquitetura em Berlim, na Alemanha

7 – Osia, 18 anos, pastor em Há Selomo, no Lesoto

8 – Gullé, 29 anos, atriz em Istambul, na Turquia

9 – Maleeq, 28 anos, artista em Nova York, nos EUA

10 – Marilyn, 23 anos, vendedora de sementes em Mahajanga, em Madagascar

11 – Ryoko, 25 anos, engenheira de T.I. em Tóquio, no Japão

12 – Dongzhé, 25 anos, designer em Pequim, na China

13 – Sabrina, 27 anos, professora de Jardim da Infância em Shatila, no Líbano

14 – Yuan, 22 anos, vendedora em Dakli, na China

15 – Asha, 17 anos, do lar em Bamansemilya, na Índia

16 – Fatou, 17 anos, costureira em Thies, no Senegal

17 – Pema, 22 anos, estudante de budismo em Katmandu, no Nepal

18 – Oleg, 24 anos, engenheiro de telecomunicação em Novosibirsk, na Rússia

19 – Zhalay, 18 anos, estudante em Zhanbyl, no Cazaquistão

20 – Mohamed, 18 anos, de Santa Catarina, no Egito

21 – Élahé, 29 anos, pintora em Tehran, no Iran

22 – Claudio, 24 anos, do Rio de Janeiro, no Brasil


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Rapaz esconde cauda de 20 centímetros nas calças durante 18 anos






   O que você faria se o seu filho nascesse com rabo? Provavelmente procuraria um cirurgião o mais rápido possível, não é mesmo? Não foi isso que aconteceu com um rapaz de 18 anos, da Índia, que só agora resolveu cortar o pedaço extra de seu corpo. Ele escondeu durante todo esse tempo contando com a ajuda de seus pais, já que eles acreditavam que o rabo era uma espécie de amuleto da sorte.
No final de setembro, o rapaz deu entrada em um hospital da cidade de Nagpur com fortes dores nas costas. Foi isso que o motivou a se livrar do “amuleto” depois de tanto tempo – acredita-se que ele seja uma das pessoas que mais tempo viveram com algo desse tipo no próprio corpo.

A condição é chamada de anormalidade de neurodesenvolvimento e pode ser consertada por cirurgiões ainda na infância. Entretanto, a desinformação e as crenças podem levar as pessoas a esconderem a realidade, na busca de uma explicação extra-humana para isso. “O menino testava sofrendo de um problema psicológico extremo, já que a cauda continuava crescendo e ele tinha que ajustá-la em suas calças quando se sentava”, explicou o doutor Pramod Giri, chefe de neurologia do hospital que atendeu o adolescente.

Giri ressalta que essa cirurgia não é complexa, porém é fundamental que seja feita por especialistas, já que envolve uma parte da medula espinhal. Nesse caso específico, ela foi ainda mais rápida porque a cauda não tinha nenhum tecido ósseo e nenhuma musculatura. O médico explicou que o rapaz se recupera bem e que já acredita que terá uma elevação na própria autoestima.

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