Quem sou eu?

Danka Maia é Escritora, Professora, mora no Rio de Janeiro e tem mais de vinte e cinco obras. Adora ler, e entende a escrita como a forma que o Destino lhe deu para se expressar. Ama sua família, amigos e animais. “Quando quero fugir escrevo, quando quero ser encontrada oro”.

Já Conhece as minhas obras? Vem!




Olá Galera! Olá Ciganas! 
Deixo aqui um resumo de algumas dos meus livros, mas você pode conhecê-los através do:



                    

Drama. Preconceito. Amor. Paixão. Sexo. Isso nem define o que você está prestes a ler.
Uma história de amor nascerá onde a vida escreveu um ódio mortal. Quando os caminhos de poderoso Istvan Yotuel e Diana Lorn se cruzam num quarto de um flat eles jamais imaginariam como suas vidas jamais seriam as mesmas. 
Istvan é um homem atormentado por uma tragédia em sua vida. Na tentativa de continuar existindo de algum modo ele se joga nos braços de prostitutas nas noites das quintas-feiras. Até que em uma madrugada tudo muda. Onde havia trevas surgiu à luz. Onde havia dor entrou cura. Onde havia morte entrou vida. Onde não existia Istvan nasceu Diana, e mudou toda sua história. 
Permita-se a embarcar nessa história. Seja o seu juiz ou seu advogado. Permita-se!





Baldur Oman é o segundo herdeiro na sucessão real, com a morte prematura se seu irmão, ele assume o trono de Montequier, um país europeu. Até aqui quantas vezes você já começou uma história assim? E seria mais um clichê, se não fosse por um detalhe: Baldur tem um segredo nefasto. Por fetiche ele é um garoto de programa que possui uma lista um tanto peculiar e elaborada por ele mesmo.
Baldur é conhecido no mundo da prostituição como O Rei. 
Mas na sua lista, só cabem mulheres casadas, com mais de trinta anos e loiras, que carinhosamente as intitulam como Lacaias. Mas por quê? Qual será a razão para fazer deste homem tão poderoso e imponente satisfazer-se de um modo tão peculiar?
Como qualquer monarca, mesmo nos dias atuais, o reino de Montequeir escolheu para Baldur a mão de uma dama a sua altura. A Duquesa Mármara de Tucheir. Uma jovem de gênio forte, determinada e que como ele também guarda um mistério tão ou mais obscuro.
Num jogo de muito mistério e sedução você embarcará na viagem erótica mais avassaladora de sua vida. Prepare sua alma, pois o seu corpo já o pertence!






A Lenda despertou! As águas do seu coração jamais serão as mesmas!
Rudá é filho do boto. Um homem sedutor envolto num mistério que sempre o fez sentir como uma espécie de maldição. De quem não pode amar ou ser amado embora tenha qualquer mulher só de olhar para ela. Ele segue sua vida se isolando do mundo encantando as mulheres que cruzam seu caminho até que Yara cruza seu caminho na beira de um igarapé. Algo acontece. Pela primeira ele não consegue adivinhar o nome da moça, algo comum para ele até então. O Destino cria sua ironia enquanto uma história de amor surge com as forças das águas amazonenses. Mas será que esse amor é possível? Será que o amor é mais forte do que a lenda? 
Embarque nessa trama contada em pleno 2017. 
Permita-se!





Terra. 2042. Deserto de Montequier. 
Num futuro distante, o mundo foi submetido a uma condição onde o Sistema dominou absolutamente tudo. A democracia deixou de existir por ineficácia. O sistema controla tudo e todos, mas quem pode controlar o Destino? Uma menina, um guerreiro? 
Ele amou a vingança. 
Ela apenas uma mulher que se atreveu amar sob qualquer circunstância.
Um futuro onde o sexo se tornou obsoleto e somente os primitivos, raríssimos, ainda comentem a luxúria da carne. Ikanaton é um homem que domina o Deserto de Montequier e lidera uma guerrilha contra o trono do homem que ele chamou de pai.
Um tempo de fome e alta tecnologia veio sobre o planeta Terra em 2025. Foi como separar o joio do trigo. Os mais necessitados foram diretamente afetados, um terço da população foi dizimada pela forme. Porém parte se manteve no planeta com novas leis de ordem mundial. Novos conceitos. Ideias retrógadas.
O sexo foi banido. As pessoas se relacionavam no ato de seus corpos por chips de pensamento. Somente os chamados de primitivos ainda usavam a mesma prática com o toque. 
Um guerreiro conhecido por ser implacável e que se rebelou contra o sistema imposto pelo mundo. Que tem ao seu dispor um Harém de mulheres, Bayt Sarur, a Morada Dos Prazeres quer levar a sua alma para junto dele. Um homem cruel, enegrecido por uma obsessão descabida, mas muito sedutor. Um guerreiro que está disposto a dominar o seu coração.
"Eu Sou o Deserto. E o Deserto sou eu". Ikanaton Oman 


 EM REVISÃO!





Blanka é uma aclamada bailarina clássica que alcançou o estrelato em muito pouco tempo,com uma herança cigana latente em suas veias,ela veio para ficar,porém essa ascensão despertou grandes inimigos. Embora seja uma mulher jovem, corajosa e exuberante, ela guarda um segredo que pode mudar e causar a maior reviravolta de sua vida.
Do outro lado, está o ator Noah Stein,um homem famoso,rico lindo,mas solitário e em busca da solução de um enigma.Uma frase que o atordoa em seus sonhos:
"Três motivos de sangue, três motivos de dor, três motivos sofrimento, três motivos de amor."
Até onde o destino traça a história de uma pessoa?
Poderia uma bela história de amor começar pelo fim?
É o que vai encontrar lendo Blanka.
Descubra! Desvende!






Trilogia: Sol



Disse um sábio: 
" Livre arbítrio é plantar o que bem quisermos.
Justiça é colher exatamente o que se plantou."
Velkan Kobak é um homem que sabe exatamente o que quer para sua vida. Dedicou metade dela em prol de uma meta que chamou de "Meu Plano Maior."
Um homem tenebroso...Enegrecido...Cruel... 
Dieglê Sued é musicista. Violoncelo e o piano são suas maiores paixões. Uma moça bem educada, mas com um passado perturbador.
Dieglê Sued e Velkan Kobak Tem passados muito semelhantes. Porém num espaço no tempo foram deixados para que em algum momento vivessem seus Destinos lado a lado. A música os conduz. Ele é um homem de quarenta anos de idade, entretanto que oculta segredos avassaladores de sua índole devido uma única razão:Vingança.
Dieglê é uma moça de vinte e um anos de idade que embora tenha aparência singela, é na verdade uma mulher muito corajosa e intrépida.
Até onde o Destino os levará?
Romance... Amor... Conquista... Superação... São os ingredientes desta trama.
Mas o que duas pessoas tão distintas podem ter em comum?
Uma história de amor irá começar.
O Olhar da vingança os acompanhará.
Entre eles esses dois sentimentos duelaram até a morte...
Quem vencerá?
Até onde tudo de fato pode ser perdoado?
Esse julgamento começara agora, e você foi escolhido para dar o veredito.
Culpado ou Inocente?





A chegada da jovem viúva Amábile Fontaine causa alvoroço no pequeno Condado dos Nobres. Depois de uma tragédia pessoal e tentativas de suicídio tudo que a ela deseja é estar em contato com o último vínculo entre ela e o seu amado e falecido marido Augusto: o mar. 
Escondida da civilização a moça se depara com um inesperado e esquecido farol. Entre tantas ruínas ele consegue lhe causar imensa irritação diante de sua luz. 
Aos poucos toda implicância vai se tornando certa curiosidade até o dia em que faz uma visita as escondidas a casa de Madame Zuleica, a curandeira da vila.
Seu futuro está no mar. Ela ouviu da vidente. 
Amargurada por sua dor ela decide escrever suas cartas e colocá-las dentro de garrafas lançando-as ao mar na esperança de que os dois mundos, dos vivos e dos mortos possam se conectar. Mas o que Amábile Fontaine não imagina é que sua vida está prestes a experimentar a mais rica e sublime forma de amor. Aquela que o Destino escreve a próprio punho.
Amor, desencontros, amizade e paixão fazem parte dessa trama, mas o que ela realmente busca é se atrever levar o seu coração através do tempo.
Permita-se, a vida nem sempre escreve em folhas de papel, às vezes ela escolhe as ondas do mar como linhas, um farol como luz, uma cabana como lápis e dois corações prontos para pertencerem um ao outro.






"Eu sou um homem marcado pelo sagrado. Meu coração está nos céus, mas o meu corpo ainda está em suas mãos".
Você precisa ler essa confissão. Essa é uma história de amor escrita pelo destino e quebrada por mãos humanas.
Amor. Angústia. Romance. Mágoa. Sexo. Traição. 
Benício Tigre fez tudo pela mulher que amou a vida inteira, mas parece que não foi suficiente. Para algumas pessoas tudo jamais será o bastante. Em algum momento da vida alguém já sofreu a dor do abandono. Alguém sabe o quanto isso pode destruir a vida de alguma pessoa. Nem sempre o tempo passa pelas pessoas, às vezes são as pessoas que passam pelo tempo.
Uma vida dupla, um amor único e uma dor gigante foram o bastante para levar Benício para um caminho desconhecido, perigoso que o levou para os braços da luxúria e para algo que ele jamais imaginou.
Você está pronto para entrar neste confessionário? Sua confissão será feita e diante dela você poderá confessar até aquilo que nunca fez.
Prepare-se, ajoelhe-se e reze para sair vivo dessa trama.



Em uma tarde de sexta-feira um encontro foi marcado na fila de um banco. Diná e Môka se olharam tendo a certeza de que nunca mais deveriam se separar. Mas uma sucessão de erros afastam esses dois corações. Apaixonados perdidamente um pelo outro, descobrem que devem lutar contra todas suas forças para evitar esse envolvimento.
Uma classe de aula com tanta ironia. Um amor abafado. Um filho escondido. O tempo passa. O sentimento não. A boca mente o corpo nunca.
Nessa linda história de amor Diná e Môka aprenderam com muitos erros que o verdadeiro amor jamais morre. Do amor não se foge, se esconde, mas, por um tempo.
A frase desse enredo se define por: “Não deixe de dizer o que precisa ser dito”.
Permita-se! O que foi escrito jamais deixará de ser vivido.







Em breve aqui no blog e no Amazon!


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Confira 10 dos mais incríveis quartos temáticos de hotéis ao redor do mundo

Se você é fã do agente 007, do Batman, de Star Trek, Hobbit ou de diversos outros temas, com certeza você vai querer se hospedar ou, pelo menos, conhecer esses lugares. Veja a seguir a lista baseada em uma publicação do site Mental Floss.

1. Quarto Star Trek, São Paulo, Brasil

O primeiro item da nossa lista ficava no Brasil, mas infelizmente não existe mais. O quarto do Star Trek foi uma ação promocional de divulgação do filme “Star Trek Into Darkness”, ocorrida no hotel Sheraton, em São Paulo, durante um mês. Uma das suítes foi transformada no ambiente temático e recebeu a decoração que incluía efeitos de luz de LED, roupa de cama do tema e imagens do cosmos.

2. As Câmaras de Feiticeiro, Londres, Inglaterra

Fãs de Harry Potter, confessem: vocês gostariam de passar alguns dias em Hogwarts, explorando tudo e passando noites nos dormitórios das casas. Se visitar a escola de bruxos retratada nas obras e nos filmes não é possível, pelo menos a sensação de dormir em um daqueles quartos você pode ter. Esse é o objetivo do hotel Georgian House ao oferecer uma experiência diferente, na qual os hóspedes podem ter contato com o cenário que parece saído diretamente dos livros da série de J. K. Rowling. A decoração conta com garrafas de poção, caldeirões e camas de dossel no melhor estilo Hogwarts.

3. Suíte 007, Paris, França

O hotel Seven possui uma suíte temática em homenagem ao agente mais famoso dos cinemas. As suítes oferecidas proporcionam a todos a experiência de viver como James Bond, contando com murais retrô e design futurista que os colocam como em um verdadeiro filme da série. Uma particularidade oferecida pelo estabelecimento é a possibilidade de assistir a todos os volumes do 007 na TV com tela plana disponível no quarto.

4. Quarto do Batman, Taiwan

“Santa hospedagem, Batman! O homem-morcego possui um bat-quarto de hotel bat-sensacional!”. A frase poderia ser do Robin ao entrar nesse cômodo do motel Eden, que fica em Taiwan. Com uma decoração completa, o morcego, símbolo tradicional do herói da DC, está presente em tudo: na cabeceira da cama, na TV e até no espelho. Além disso, há toda uma ambientação no estilo “bat-caverna”. Ah! E aquilo que você vê no teto, em cima da cama, trata-se do famoso “bat-sinal”.

5. Casa de Visitas, Trout Creek, EUA

No estado de Montana, nos Estados Unidos, há uma réplica do “Condado”, na qual os fãs de Hobbit vão encontrar um verdadeiro paraíso. O local é todo tematizado, e a sensação é de realmente estar passando alguns dias na famosa vila dos personagens de Tolkien. A casa de visitas (foto) é o local que abriga os hóspedes e também possui decoração temática, inclusive com uma parte construída abaixo do nível do solo. A estrutura rústica se alia à tecnologia, e os hóspedes têm WiFi e TV em alta definição. Clique aqui para conferir mais imagens do local.

6. Suíte Meu Malvado Favorito, Orlando, EUA



A Suíte Meu Malvado Favorito fica no resort da Universal, em Orlando, Flórida. No lar dos grandes parques e hotéis temáticos, o quarto dos minions chama atenção, pois a decoração promete fazer a alegria das crianças, fãs dos pequenos seres amarelos. Desde a entrada decorada como se fosse a pesada porta do laboratório de Gru, as camas, os painéis e adesivos nas paredes e até a cortina estão no clima divertido e “amarelado” dos personagens do filme. O quarto fica anexo a outro cômodo, destinado aos adultos que estiverem acompanhando as crianças. Assista ao vídeo para saber como é a Suíte Meu Malvado Favorito.

7. Suíte de Contos de Fada, Anaheim, EUA

As meninas que gostariam de passar alguns dias “felizes para sempre” têm um lugar ideal para isso. A Suíte de Contos de Fada, que fica no hotel da Disneylândia, em Anaheim, Califórnia, possui uma luxuosa cama de dossel, um mosaico do castelo da Bela Adormecida e um hall todo de mármore. Além disso, há uma banheira que deixa as hóspedes se sentindo como verdadeiras princesas.

8. Quartos do Crepúsculo, Forks, EUA

Os quartos temáticos da saga Crepúsculo foram a maneira que o hotel Pacific Inn encontrou de explorar o potencial turístico que a cidade de Forks, no estado de Washington, ganhou com os livros e filmes da série. São muitos os fãs que resolvem visitar a cidade de Edward e Bella, então o hotel pode deixar a viagem ainda mais atrativa. Os quartos são todos pintados nas cores das capas dos livros e contêm pôsteres dos personagens, além de toalhas e almofadas decoradas. Ah! E para evitar que a luz do sol provoque aquele brilho na pele dos eventuais hóspedes vampirescos, as cortinas são bem escuras.

9. Quartos dos Piratas de LEGO, Carlsbad, EUA

O hotel resort da LEGO na cidade de Carlsbad, Califórnia, tem quartos com diferentes decorações temáticas, mas certamente o dos piratas é o mais chamativo. Eles foram concebidos com a ideia de que os hóspedes se sintam como se estivessem no interior de um navio, com os objetos todos alinhados no mesmo sentido. A decoração, claro, tem muitas referências ao brinquedo, por isso é possível perceber muitas imagens nos papéis de parede e nos móveis retratando as famosas pecinhas montáveis.

10. O quarto do filme "Tron: o Legado", Jukkasjärvi, Suécia


Esse quarto foi uma homenagem que dois fãs resolveram produzir para a chegada do filme “Tron: o Legado”, em 2010. Ele ficava na Suécia, no hotel de gelo conhecido por ser construído e permanecer ativo apenas alguns meses por ano. O quarto, com alta tecnologia e um circuito de iluminação azul implantado nas paredes de gelo, foi inspirado na cena da boate futurística do longa. No vídeo, você confere como o cômodo foi construído.
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Apenas Um Quarto Da População Brasileira Sabe Interpretar um Texto! por Danka Maia








  
Pois é,uma análise feita comprovou que de cada quatro brasileiros apenas um sabe ou tem a capacidade plena de realizar uma satisfatória interpretação de texto.Pasmei! Fui buscar melhor a tal pesquisa trata-se dessa aqui:

O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope)

 divulgou hoje, no Dia Internacional da Alfabetização, que 75% das pessoas com mais de 15 anos não sabem ler nem escrever direito. Neste percentual estão incluídos os analfabetos absolutos e os considerados analfabetos funcionais, que somam 68%. Segundo o Instituto Paulo Montenegro, braço social do Ibope, o número de jovens e adultos considerados analfabetos funcionais é praticamente o mesmo de quatro anos atrás.
Segundo a pesquisa, o número de pessoas que está no grupo de nível 2 de analfabetismo cresceu, passando de 34% para 38%. Este grupo é formado por pessoas que são capazes de ler textos curtos e localizam apenas algumas informações explícitas.
O chamado nível rudimentar (nível 1), que inclui pessoas que tem a capacidade de ler títulos e frases isoladas, se manteve no mesmo percentual dos outros anos, de 30%, segundo . Os brasileiros que apresentam plena habilidade de leitura e escrita somam 26%.
A pesquisa também destacou algumas iniciativas que podem ajudar o brasileiro a compreender e interpretar textos. Uma delas é incentivar o hábito de leitura. E neste caso, foi detectado que a mãe é a pessoa que mais tem influência sobre esta prática. A pesquisa também mostrou que 75% dos entrevistados têm um dicionário em casa.
A pesquisa foi feita em todo o País com 2.002 pessoas de 15 a 64 anos, por meio de testes e um questionário.
É Lógico que a pesquisa não é atual,ela é respectiva ao ano de  2005,no entanto quase  dez anos depois você acha que melhorou?Como Professora e Escritora posso lhe assegurar que a resposta é notória:NÃO! Fiquei pensando cá com meus botões...O que fazer?

Segundo Reinal Azevedo...

"Há um coquetel de problemas que resulta nesse desastre. Embora tenham naturezas distintas, tem algo em comum: desprezam o aluno, que deixou de ser o centro da preocupação das escolas — em especial, dos educadores. Vamos ver. Os estados e municípios, pouco importa o salário que paguem, não dispõem de mecanismos para promover os competentes e punir os incompetentes.

O estado de São Paulo, na gestão Serra, instituiu um sistema de promoção salarial por mérito. A escola melhorou, provaram os exames. Os petista-cutistas da Apeoesp foram às ruas protestar. Chegaram a queimar livros didáticos em praça pública, os fascistas! Neste momento, a Apeoesp tenta negociar com a Secretaria da Educação o fim do modelo. Os valentes não querem saber de mérito. Eles gostam é do demérito que iguala todos por baixo. Os alunos que se danem! No Brasil inteiro, a educação é refém da militância política, especialmente a petista — quando não está entregue a radicais à esquerda do PT.

Embora as escolas privadas não sejam lá grande coisa, já demonstraram alguns outros indicadores, a Prova ABC evidencia que o desempenho dos estudantes dessas instituições é muito superior ao das escolas públicas. A razão é simples: a cobrança é maior.

O ensino — também em boa parte das escolas privadas, note-se — está corroído por uma doença ideológica. Boa parte dos “educadores” acredita que sua função não é ensinar português, matemática e ciências, mas princípios de cidadania, com o objetivo de formar “indivíduos conscientes”. Alunos seriam pessoas “oprimidas”, que precisam passar por um processo de “libertação”. O mal que a paulo-freirização fez à escola levará gerações para ser superado. Todos os mitos ideológicos que Paulo Freire criou com seu método de alfabetização de adultos foram transferidos para a educação de crianças e jovens. O resultado é devastador. Escrevo sobre esse assunto há anos. Era um dos temas recorrentes da revista e site Primeira Leitura.

À pedagogia “libertadora” de Paulo Freire se juntou, mais recentemente, a turma da “pedagogia do amor”, de que Gabriel Chalita é um dos formuladores. Em vez de educar, o professor liberta; em vez de educar, o professor ama. Se toda essa conversa mole der errado, há o risco até de a escola ensinar alguma coisa. O fato é que o cruzamento de Freire com Chalita resulta em ignorância propositiva e amorosa.

Enquanto objetivos claros não forem estabelecidos e enquanto as várias esferas do estado não dispuserem de instrumentos de intervenção para exigir qualidade, podem esquecer. A reação bucéfala às medidas modernizadoras implementadas pelo governo Serra, em São Paulo, demonstra que a raiz do problema é, sim, ideológica. O sindicato dos professores foi usado como mero instrumento da luta política. De dia, a presidente da entidade, a notória Bebel, fazia passeata; à noite, encontrava-se com Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, e era tratada como heroína.

E uma última questão por ora: deixem um pouco o sociologismo fora disso. Essa conversa de que é impossível ensinar alunos com fome, vindos de lares desestruturados etc. não cola mais. A fome é exceção no Brasil. A imensa maioria das famílias pobres é mais organizada e hierarquizada do que as de classe média e média-alta — o tal “povo” é bastante conservador nessas coisas. Desorganizado e desestruturado, no que concerne à educação, é o estado brasileiro."


ANALFABETISMO FUNCIONAL

A UNESCO define analfabeto funcional como toda pessoa que sabe escrever seu próprio nome, assim como lê e escreve frases simples, efetua cálculos básicos, porém é incapaz de interpretar o que lê e de usar a leitura e a escrita em atividades cotidianas, impossibilitando seu desenvolvimento pessoal e profissional. Ou seja, o analfabeto funcional não consegue extrair o sentido das palavras, colocar idéias no papel por meio da escrita, nem fazer operações matemáticas mais elaboradas.

No Brasil, o índice de analfabetismo funcional é medido entre as pessoas com mais de 20 anos que não completaram quatro anos de estudo formal. O conceito, porém, varia de acordo com o país . Na Polônia e no Canadá, por exemplo, é considerado analfabeto funcional a pessoa que possui menos de 8 anos de escolaridade.

Segundo a Declaração Mundial sobre Educação para Todos, mais de 960 milhões de adultos são analfabetos, sendo que mais de 1/3 dos adultos do mundo não têm acesso ao conhecimento impresso e às novas tecnologias que poderiam melhorar a qualidade de vida e ajudá-los a adaptar-se às mudanças sociais e culturais.

De acordo com esta declaração, o analfabetismo funcional é um problema significativo em todos os países industrializados e em desenvolvimento. No Brasil, 75% das pessoas entre 15 e 64 anos não conseguem ler, escrever e calcular plenamente. Esse número inclui os 68% considerados analfabetos funcionais e os 7% considerados analfabetos absolutos, sem qualquer habilidade de leitura ou escrita. Apenas 1 entre 4 brasileiros consegue ler, escrever e utilizar essas habilidades para continuar aprendendo.

Mas como resolver essa situação? Como baixar esses números alarmantes? Sem dúvida nenhuma que a educação é o caminho. Alfabetizar mais crianças com melhor qualidade. Essa é a questão: qualidade e não quantidade.

Infelizmente, hoje vemos que o Brasil optou pela quantidade a qualquer custo. E o resultado disso é a enorme quantidade de analfabetos funcionais com diploma. O nosso país deveria se esforçar em alfabetizar com qualidade. Não é aumentando para 9 anos o Ensino Fundamental que a qualidade do ensino irá melhorar.

Também não é ampliando o horário escolar que teremos o problema resolvido. Se os alunos não forem incentivados à leitura, a atividades que trabalhem com inteligência, pensamento lógico e capacidade de relacionar temas diferentes, nenhum esforço do governo será válido.



Também não devemos nos esquecer dos professores. Melhoria nos cursos de formação dos docentes, remuneração adequada, capacitação continuada, etc. Dá trabalho, é verdade, mas o investimento na qualidade da educação é a única forma capaz de reverter esse quadro educacional brasileiro tão triste!!

Referência: INAF – Indicador de Analfabetismo Funcional







É possível estudar interpretação de texto, sim, se divertindo com isso. Abaixo fizemos uma lista de 10 sites que têm material de leitura ideal para você treinar interpretação de texto: divertidos, gratuitos e que costumam cair em concursos. Sempre que ler qualquer um dos materiais que eles disponibilizam tente fazer um resumo escrito sobre seu entendimento. Isso pode lhe ajudar muito: 

Mafalda: clubedamafalda.blogspot.com.br 

Jornal de Poesia: www.jornaldepoesia.jor.br

 o site Releituras: www.releituras.com

Malvados : www.malvados.com.br 

Calvin: depositodocalvin.blogspot.com.br

 João Ubaldo Ribeiro acessem: www.estadao.com.br/colunistas/joao-ubaldo-ribeiro

 Luis Fernando Veríssimo : www.estadao.com.br/colunistas/luis-fernando-verissimo

 Machado de Assis Machado de Assis : machado.mec.gov.br 

Turma da Mônica : http://migre.me/g8Fpm 

Garfield:tirinhasdogarfield.blogspot.com.brexercícios para emagrecer


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O HOMEM QUE FINGIU ESTAR EM COMA POR 2 ANOS. MAS POR QUÊ?

 Resultado de imagem para morte

Um caso policial que ocorreu em Swansea, no País de Gales, chamou a atenção do mundo inteiro: Alan Knight, de 47 anos, passou mais de dois anos fingindo estar em coma.
A “mentirinha” foi inventada depois que Knight deu um golpe em um vizinho idoso e embolsou 40 mil libras da vítima. Para não pagar o que devia, ele resolveu ficar em coma após uma fratura no pescoço. Por dois anos.
Acontece que não só Knight não estava em coma mas também acabou sendo flagrado por médicos, que chegaram ao quarto do paciente e o encontraram comendo e até escrevendo. Além disso, o mentiroso foi flagrado pelas câmeras de segurança de um supermercado, empurrando um carrinho de compras.
A mentira de Knight teve o aval da sua esposa, Helen, que chegou a tirar fotos ao lado do marido “doente”. Depois que o plano de Knight falhou, ele acabou confessando todos os crimes de roubo e falsificação, pelos quais vai pagar na prisão, em breve.
Via Em Resumo
FONTE(S)
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Visitei um bordel trash para conhecer a fundo o mundo da exploração sexual



A tenção: este texto fala explicitamente sobre prostituição e não é recomendado para menores de 18 anos ou para pessoas que podem se sentir ofendidas com esse tipo de conteúdo.
Quarta-feira, às 9 horas da noite, região da República – ou “Cidade Velha”, como eu gosto de chamar tal área da capital paulista. Lá estava eu, exausto após um longo dia de trabalho, carregando minha mochila e andando em passos rápidos para fugir da chuva. De vez em quando, sendo o mais discreto possível, tirava o celular do bolso para olhar o Google Maps.
Estava indo para a Alameda Barão de Limeira, número 134. O famoso Edifício Itatiaia. Para quem o vê por fora, parece ser um apartamento convencional – por dentro, porém, a história é bem diferente. Trata-se de um dos prostíbulos mais antigos e famosos de São Paulo, no qual dezenas ou centenas de mulheres oferecem seus corpos por preços acessíveis.
Eu nunca havia entrado em um bordel, embora eu tenha um longo relacionamento com o mundo da prostituição. Minha primeira experiência sexual foi ao lado de uma garota de programa carioca. Minha agenda telefônica está recheada de contatos do tipo e é um tanto diversa: morenas, loiras, asiáticas, magras, gordas, ninfetas, maduras, de luxo, econômicas etc.
Meu fascínio pelo assunto é tanto que, nos últimos tempos, comecei a trabalhar em “A grande caça às borboletas”, um livro-reportagem imersivo sobre exploração sexual, no qual pretendo aglomerar relatos e entrevistas com pessoas que participam ativamente desse submundo. Uma das experiências que resolvi passar e incluir na obra, como você já deve ter imaginado, é ser cliente de um bordel vertical – e eu estava decidido a visitar o mais trashpossível.

Escada para o céu

Originalmente projetado para fins residenciais, o Edifício Itatiaia é usado como ponto de prostituição há mais de 25 anos. A dinâmica é simples: geralmente, os “iniciados” entram, sobem pelo elevador até o último andar e vão descendo o complexo pela escada espiral, enquanto são convidados pelas próprias prostitutas a fazer um programa nos quartos minúsculos.
Resolvi tomar uma atitude diferente. Após deixar minha mochila com a “recepção” – cobra-se uma taxa de R$ 2 para guardá-la ali –, comecei a subir os andares a pé. Não sei se foi culpa do horário, mas o local estava relativamente vazio. Cada andar suporta dois quartos, e vez ou outra eu cruzava com homens deixando o prédio de cabeça baixa, visivelmente envergonhados. Um deles até me deu um tapinha nas costas ao passar por mim.
Subi até o décimo andar e comecei a retornar. No quinto, uma mulher em seus 40 anos puxou meu braço. Seus cabelos loiros eram levemente cacheados e sua roupa se resumia a um vestido preto curtíssimo, com um decote generoso. Dei um sorriso torto e, por curiosidade, perguntei quanto era. “Fica trinta reais”, disse ela. Recusei. “Posso fazer por quinze”, insistiu, piscando. Não, obrigado, continuei descendo.
Estava prestes a desistir e voltar outro dia. Porém, ao passar pelo segundo andar, reparei em uma bela jovem encostada na porta de um dos quartos. Pele morena, cabelos longos, olhos bonitos. Estava usando somente um sutiã azul e uma saia branca. Perguntei se ela estava atendendo e a ela confirmou que sim, também cobrando trinta reais por um programa de quinze minutos. Para mim, jornalismo bom é jornalismo imersivo. Aprofundado, se é que vocês me entendem.

Jogo rápido

Foi só então que percebi que, na verdade, os quartos do prostíbulo (ou ao menos aqueles que vi abertos) funcionam como boates em miniatura. São equipados com aparelhos de som, cadeiras, um balcão e muita cerveja. Tem homens que ficam por ali mesmo, bebendo, conversando, ouvindo música e apreciando as moças que desfilam para lá e para cá com trajes minúsculos – às vezes, com os seios à mostra.
No fundo, encontram-se os cubículos nos quais os programas são realizados – quartos improvisados e separados por finas paredes de plástico. Acompanhei a jovem para um desses dormitórios: eles têm espaço suficiente para abrigar uma cama, uma lata de lixo e um corredor que cabe somente duas pessoas por vez. Nada mais. Me sentei no colchão desconfortável e comecei a tirar os sapatos, enquanto minha escolhida foi buscar mais rolo de papel higiênico.
“Me chamo Ariane”, disse ela, quando questionada. Tinha 22 anos, apenas um ano a mais do que eu. Como este é um site de família, meus colegas, vou me abster de narrar os próximos quinze minutos que se sucederam (consultem meu livro quando ele estiver disponível para maiores detalhes, ok?); porém, algumas particularidades devem e podem ser comentadas da forma mais discreta possível.
A principal dificuldade em se divertir nesse tipo de lugar, para mim, é “finalizar seu trabalho” em tão pouco tempo. Não há tempo para rodeio, preliminares ou algo do tipo: você simplesmente vai lá e faz o que tem que fazer. Também é preciso ignorar a música alta no recinto, os gritos e gemidos do cubículo ao lado e a cafetina gritando o nome de sua acompanhante de cinco em cinco minutos. “Já tô indo”, respondeu ela, pouco antes de eu atingir o orgasmo.

Entre a lama e o luxo

Mesmo com a pressão de seus chefes, Ariane ainda teve um tempo de bater um papo comigo. Perguntou se eu ia para casa, onde eu morava e se era a primeira vez que eu tinha ido ali. Eu tentava responder da melhor forma possível, enquanto tentava me vestir com pressa no minúsculo espaço que eu tinha para me mexer. Também não queria deixar nada para trás – celular, carteira ou meu isqueiro Zippo de estimação.
Ao descobrir que eu estava ali para coletar material jornalístico sobre exploração sexual, a jovem se mostrou bastante interessada. “Então você veio aqui a trabalho”, zombou. “Sabe, eu tenho uma coisa para te falar sobre prostituição: a crise anda afetando todo mundo, até a gente! Algumas pessoas pensam que as mulheres daqui não têm perspectiva de vida, e que deve ser horrível trabalhar num lugar desses, mas não é bem assim”, comentou.
“Já cheguei a fazer programas por cem, duzentos, trezentos e até mil reais por hora, quando eu trabalhava por conta própria e era bem magrinha”, revela. “Mas agora é difícil, nenhum homem quer pagar tanto dinheiro por sexo. Então a gente vem para cá, que de certa forma é até melhor. Só fazemos oral com camisinha, não precisamos beijar na boca, tem mulher que controla as posições, e de pouco em pouco a gente faz até quinhentos reais por dia”.
Após me limpar com o papel higiênico e me vestir da melhor forma possível, tive que me despedir de Ariane, que já estava sendo requisitada por outro cliente. Aqui não há tempo para banho ou coisa do tipo – tudo se resume a se limpar com umas folhinhas de papel. “Quando seu livro sair, eu com certeza vou comprar”, disse ela. Antes mesmo que eu pudesse sair do andar, pude ver ela entrando no mesmo cubículo com outro cliente. Mais quinze minutos.

Clube do sexo

Quem já assistiu ao clássico Sin City (ou leu as histórias em quadrinhos de Frank Miller) com certeza deve se lembrar de Old Town, que na versão brasileira foi traduzida como “Cidade Velha”. Uma zona de prostituição onde a lei não alcança e na qual as próprias mulheres governam de sua maneira. Entrar em um bordel vertical como o Edifício Itatiaia é a experiência mais próxima que você pode ter de perambular por esse bairro fictício.
Embora seja um prédio dedicado à – desculpem o palavreado, senhores – putaria, é interessante perceber que há um clima de mínimo respeito mútuo entre as profissionais e os frequentadores do prostíbulo. Aquela é a casa delas, o ponto comercial delas, e elas fazem o que elas querem fazer pelo preço que acham justo. A casa das primas não é a casa da mãe Joana.
No ar, junto com o odor de sêmen e álcool, paira uma sensação de autoridade, e não de desordem ou algazarra. As moças estão ali para trabalhar, e os homens estão ali para se divertir. São pessoas comuns, assalariados, de diversas classes sociais, que praticamente formam um clube secreto que se reúne com um único propósito em mente: ter uma boa companhia durante alguns minutos.
Ficha devolvida, mochila nas costas, passo pelo portão do Itatiaia e já não me sinto tão envergonhado com os olhares que me observam saindo do prostíbulo. Oras, todo mundo faz sexo – alguns pagam, outros não. E, como um velho amigo meu já gostava de dizer, “sexo pago, às vezes, sai mais barato”.
fonte-Mega Curioso
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