Entre Quatro Paredes e Nada Mais LIVRO

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Quatro membros da mesma família sufocam mulher grávida até a morte porque pensaram que ela estava "possuída”

                  
  Reprodução/Daily Mail

A família paquistanesa morava na Inglaterra. A mulher estava grávida de seis meses e os quatro foram considerados culpados pelo júri.

             

MOHAMMED TEVE AJUDA DA FAMÍLIA PARA ASFIXIAR NAILA, GRÁVIDA DE SEIS MESES, POR ACHAR QUE ELA ESTAVA POSSUÍDA POR UM ESPÍRITO MALIGNO



Quatro membros de uma mesma família foram considerados culpados pelo assassinato de uma mulher grávida de 21 anos por acharem que ela estava possuída por espíritos malignos.

        Após um julgamento de 12 semanas, em Birmingham Crown Court, na Inglaterra, o marido de Naila Mumtaz, Mohammed Tauseef Mumtaz, de 25, seus pais, Zia Ul-Haq e Salma Aslam, ambos de 51 anos, e seu cunhado, Hammad Hussan, de 24, foram considerados culpados pela morte da mulher. Naila estava grávida de seis meses. Mohammed disse à polícia que a mulher já tinha tentado se matar por estar “possuída” e os quatro negaram o assassinato, que aconteceu em 8 de julho de 2009.



  Reprodução/Daily Mail
OS PAIS DE MOHAMMED E SEU CUNHADO FORAM CONSIDERADOS CULPADOS PELA MORTE DE NAILA



Naila Mumtaz vivia no Paquistão com seus pais e se casou com Mohammed, que sofre de uma deficiência física na perna, em um casamento arranjado pela família. De acordo com o processo, Naila foi agredida, asfixiada e sufocada por seu marido, sogros e cunhado. Ela teria tentado se defender mordendo a mão da sogra. A família alega que Naila cometeu suicídio colocando a mão em sua própria boca para parar de respirar.


        Em seu relato à polícia, Mumtaz sustentou que os ferimentos no corpo de sua esposa foram auto-infligidos e afirmou que uma pessoa estava presente fazendo orações para "expulsar o espírito ".