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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

O REI:Sedutor, Insaciável é Único (Capítulo Vip)




       Olá Minhas ciganas!
   Bem vindas ao meu Blog o Danka Machine!
 Então, como presente de Natal e por agradecimento ao carinho de vocês comigo e com meu trabalho estou colocando um capítulo VIP  do livro que vai abalar o Wattapad em Janeiro!!!!


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Lacaia Ravena

               Naquela madrugada O Rei teria um novo encontro. A Lacaia escolhida era Ravena. Uma mulher poderosa, juíza numa das cidades de Montequier. Era alta, esguia, olhos castanhos envolventes, boca delineada e conversa muito interessante. Era do tipo que sabia o que queria. Baldur gostava destes tipos de desafios. Tornar mulheres fatais em lacaias devotadas. Para Ravena a faca eleita foi a Sutileza.

Faca Sutileza




Porque ao se passar por sua pele, a transformaria como uma cadelinha no cio pronta para satisfazer todos os caprichos dele. O cenário imposto por ela o agradou. Ela queria que tudo se desse dentro de um cemitério, no jazigo de sua família. Outra maneira de garantir o controle. Instigado pela cobiça de retorcer os sentidos dela o Rei a colocou em sua lista aceitando todas as condições.




Era um local escuro. Cheiro de terra, sombras de tumbas, árvores secas e fantasmagóricas. Mas no jazigo com anjos imponentes ela o aguardava de camisola preta botas vermelhas chicote nas mãos e aquele ar de quem mandaria seria ela. Por dentro, Baldur apenas sorriu.






— Rei? — Ela o questionou como se zombasse do porte másculo dele que fez sua boca encher-se d’água liberando nela um calor ao ver sua máscara de ferro, terno e aquela maleta na mão direita. Sem dúvidas Ravena estava alucinada com a suntuosidade do Rei.
— Lacaia Ravena.
— Entre.
Ele cruzou as portas fúnebres que rangeram como um cenário de terror. Ergueu-se, seguiu em frente. Ela veio ao encontro dele com seu pagamento em mãos num envelope. O Rei o apanhou, abriu a maleta sobre um tumba guardando-o enquanto sem que ela notasse apanhou sua faca Sutileza.
— Não irá conferir? — Ela estranhou a confiança dele.
— Não preciso. Sei que contem o que combinamos.
— Olha aqui Rei, comigo as coisas são diferentes, conheço sua fama. Por isso quis como minha presa. Sou uma dominatrix nata.
Foi quando sua mão desaforada agarrou sua boca jogando-a contra a parede, com força, porém sem machuca-la. Algo nela se resvalou. Uma coisa era certa: Ele era puro tesão. Ravena arregalou os olhos mesmo no escuro, dava para ver o brilho dos olhos dele.





— Que homem é esse? — pensou completamente arrepiada.
O gélido da lâmina roçando sua face não a receou, mal sabia ela que não era esse o intento.
— Precisa de facas para se fazer respeitar Rei? — zombou.
Ele acarinhou a face dela lambendo o canto dos seus lábios, jogou a faca longe respondendo:
— A faca é só um adorno. Eu sou seu respeito lacaia Ravena.
— Perigoso?
— Eu sou um masoquista e o meu corpo lacaia, um egoísta!





    De repente a juíza começou sentir suas forças esvaindo-se ao mesmo tempo em que uma nova se refazia dentro dela com uma ousadia de simplesmente agrada-lo em tudo que ele a impusesse.
 A sensação fora tão forte que quase a fez desmaiar. 
A mão desceu escutando sua voz atrevida e baixa:
— Encontrei você. Agora, o Rei te ensinará o que é servir lacaia!
Ela estremeceu e intumesceu de pronto. Quis rebatê-lo, porém sua garganta travou. Aqueles olhos a hipnotizavam. Quando foram para sua boca, um arrepio a percorreu. E ficou lá, estática, esperando algo desejando pela primeira vez na vida. Sua mão estava sobre ela, ao lado de seus cabelos. Com a outra acariciou com doçura seu semblante, com perversão, com sentimento de posse. Sem ternura. Sem amor. Sem pudor. Apenas  domínio.
— Que fará comigo... Amado Rei? — cochichou desesperada por saber quais as intenções dele vendo-se presa e não caçadora.
Afastou-se um pouco analisando de cima a baixo. O desdém dele era arrebatador.
— Conte-me... Por favor!
Mais desprezo. Mais olhares. Então sussurrou:
— Seu Rei não fala lacaia Ravena. Seu Rei faz.




O corpo dele prendeu-a contra a parede. Enfim, ela queria ser presa. Queria o toque dos lábios dele que veio, sem suavidade. Nada casto. Invasivo e torturador. A língua penetrando sua boca, tomando, ordenando. Ditando o som que regeria aquele momento que de todas as formas seria alucinante.





O pavor lhe adveio pela primeira vez.
Estava nas mãos de um homem que não conhecia sem fazer ideia do que cometeria com ela e o pior era ele quem tinha o controle de toda situação. O que a consumiu foi um desejo violento, único. Que a fez abrir os lábios retribuindo na mesma moeda com as pernas bambas, condenadas a se abrirem a ordem dele num piscar de olhos.


Língua e lábios se devoraram. 
Ele beijava sem pressa, mas na medida certa sabia oscilar sua língua e chupar a dela trazendo a tona mais e mais calafrios. 
O corpete foi aberto na frente, expondo seus seios para o ar frio da noite e para as mãos grandes, que se fecharam sobre eles e os tocaram em um misto de paixão e adoração. A  juíza derretia-se gemendo, sim ela era uma virgem nas mãos dele. Uma virgem no quesito entregar-se. Que magia aquele homem possuía?  Pensava vez por outra. Uma virgem no desejo verdadeiro. Descobrindo o que era querer um homem com todas as suas forças.
Estava sem calcinha e quando os dedos a pulsaram sentiram como estava encharcada, aquilo não acontecia assim. Seu corpo tinha um dono, e o dono era o Rei. Quase perdeu as forças ali mesmo. Os lábios percorreram sua face, abocanharam seu ouvido, murmurando:
— Eu vim te mostrar que um homem como eu foi feito para comer uma mulher como você!





O dedo longo e competente entrou nela, que se apoiou em seus ombros gemendo, latejando, afoita, louca, em fleumas em devoção por ele e para ele. Dele não queria fugir. A única coisa que ambicionava era entregar-se desaforadamente a ele. Quando a abriu mais a metendo o dedo ali, ficou mias ensopada, vibrando, até que pediu o que nunca pensou que faria de boa vontade:
— Me faz...
— Faz o que lacaia Ravena? — ainda mais destemido dentro dela. — Fala! Fala que eu quero ouvir!
— Me faz sua puta!
O Rei gargalhou. Ela soluçou impulsiva pela volição.  Onde estavam seus sentidos? Seu domínio? Ajudou-o a tirar o terno, a camisa e a calça. Quando a ergueu contra o tronco e se acomodou entre suas coxas, Ravena beijou-o todo, passeando suas mãos pelo peito lanoso e suculento dele.

  Suplicava por ele em todas as línguas que conhecia. Puramente ansiando por ser esculachada, arregaçada por ele para sempre.
Ela necessitava do Rei.
Olhou-a dentro dos olhos e sem dó enfiou tudo.
— Amado Rei!– Fascinada gritou. — Oh Rei!
Sua vulva latejava com o afinco dele. A pele ardia, a mente rodava. Ir aos céus enfim lhe fez sentido.
— Estou judiando é? — ali ao extremo nela.
— Sim! Muito!
— É para judiar mesmo!
Ele era imponente, carinhoso e acima de tudo, sabia o que queria, como queria e com queria.
— Ah! Eu vou gozar...
— Não vai não! Seu Rei não quer. E aqui você só faz o que eu mando!




Naquele cubículo, sentindo o corpo gostoso dele com seu cheiro natural tão forte e intenso ficou louca.  Foi assim que atacou sua boca, a língua já tomando conta do que queria, cheia de fome.  O Rei não a empurrou.  Entendia que o ápice dela havia chegado, ele tinha prazer em satisfazer suas lacaias também. Ao contrário, gemeu baixinho contra seus lábios beijando-a de volta, puxando-o para seu peito.
— Por favor... Por favor... Eu quero gozar! Ah!
— Não! Não vai não!
— Eu suplico amado Rei! Tenha piedade!




Deferindo outro beijo nela sorriu enquanto socava-se nela, gostava de senti-la derretendo-se nele por dentro e por fora. Acariciava-a ao mesmo tempo que deferia pequenos tapas nos solavancos das estocadas e por fim decidiu cochichando no ouvido dela:
— Agora seu Rei ordena!
Foi intenso, violento, audacioso, chocante.




Mais do que qualquer um dos dois esperava. Em segundos se agarravam e se engoliam, as pernas dela mal a sustentava com aquela boca devotada dele, voraz, suntuosa, como nunca tinha sentido na vida. Sua cabeça estava imobilizada pela mão grande e bruta do Rei que a deixava assim para melhor explorar seus lábios. Entretanto não a feria. Só a pegava como seu macho em estado pleno de perturbação.
A mão livre baixou a alça do corpete sem delicadeza, expondo um seio redondo que ele tratou logo de encher a palma, sentindo como era macio, sugando-a com devoção, levando Ravena ainda mais a demência.
  Ela revigorava em sentir aquele membro tão duro como uma barra de ferro latejando e abrindo como nenhum outro fizera. Abaixou um pouco o quadril roçando a cabeça na junção das pernas dela, coberta apenas pelo tecido fino da calcinha, um pouco abaixo dos joelhos.
Ravena estava lá, nas mãos dele, entorpecida por um desejo que mal podia reagir, raciocinar. Quando o Rei arrancou de vez seu corpete  beliscando um dos mamilos, ela agitou-se e suas mãos pareceram ganhar vida própria.  Como ele sabia explorar bem seu corpo. Que majestade. Sem dúvidas ele era um Rei. Viu-se expondo o peito forte, seus dedos percorrendo a pele quente dele. Pele de homem, pele que faz a pele de uma mulher jorrar arrepios ensandecidos e seu tempo explodir em rios de seivas.
  Determinado a colocar aquela alma em lugar de destaque em sua estante segurou a lateral do quadril descendo mais, afastando-a com o joelho, sua mão se espalmando na vulva macia e tão regada.  O orgulho o visitou quando os dedos sentiram aquela enxurrada de seiva toda feita para ele. Enfiou um dedo gemendo em sua boca, mordiscando seu lábio, descendo por seu queixo.
Ravena lagrimou ali toda abandonada, sentindo o dedo grande indo e vindo dentro dela, ficando mais e mais ensandecida. Fora de si, percorreu as mãos por ele, desejando-o tanto que quase chorava de descontrole, pingando em sua mão, enquanto o Rei em sua suntuosidade falava baixo contra sua orelha:
— Que daminha gostosa. Ela é minha?
 Ravena não conseguia mais discordar, agora estava ciente que faria tudo, absolutamente tudo que ele desejasse:
— Sim Amado Rei... Sim...  — Sussurrou rouca. Ele ergueu a cabeça, fitou os olhos dela com magnitude enfiando o dedo mais fundo.
— Você é de quem?
— Sua! Apenas sua! Ahhh!
— Sua quem?
— Sua  lacaia amado Rei!

Ela não se compreendia em meio aquela psicose. Pela primeira vez em anos um homem mexia com ela de maneira fenomenal. O ansiava, o desejava, precisava de cada segundo com ele.
Afastou-se dela com sangue-frio. Quando roçou as mãos em seu sexo.
— É seu lacaia! Toma!
Ela ameaçou passos ele recuou ainda mais.
— De quatro... Quero implorando para rezar de joelhos nele!
— Seu pedido é uma ordem amado Rei.


Desceu se pondo como uma gatinha indo ao seu encontro como ele ordenara.
Sorveu-o forte. Lambia da cabeça ao talo massageando os testículos com maestria. De repente segurou a nuca dela. Pegando-o passava em sua face com pequenas pancadas a enlouquecendo ainda mais.
— Você nasceu para ser o que heim? Fala!
Deferindo mais golpes no rosto dela com sua volúpia.
— Nasci... Eu? — já fora de si.
— É você? Fala safada!
— Nasci para ser sua...
— Sua o que?
— Lacaia!
— Então fala a frase que te mandei e que você me respondeu dizendo que jamais faria!
— Sim! Eu falo meu Rei!
— Fala! — berrou com mais açoitadas em sua face.
— Doma meu corpo, toma minha alma!
Então satisfeito deixou que ela o sorvesse mais. Vendo-a ofegante, apanhou a botija já preparada e retirando o membro recolheu por um segundo seus gemidos aprisionando a alma da dominatrix Ravena em sua coleção.



— Goze para mim amado Rei!
— Quer que goze para você é?
— Sim! Por favor!
Então ele se preparou, e quando sentiu que sua seiva viria, tirou da boca dela espirrando no chão. Ela ficou petrificada suplicando:
— Por que amado Rei? Por que fez isso? — agora rastejava-se no chão lambendo a poça dele.
— Você ainda não merece tanto de mim minha querida lacaia Ravena. — Passou a mão em seu rosto contrito.



— Quando o verei outra vez? Por favor!
— Eu decido isso não você.
— Por enquanto ficamos assim... — já vestindo sua roupa.
— Assim como amado Rei?
Ajeitando-se para partir, tocou no seu queixo ainda de joelhos ali no chão  funesto e foi enfático?
— Domei seu corpo, agora levo sua alma. Até lacaia Ravena.
Dali saiu pleno como somente ao Rei cabia ser.

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Beijocas!!!