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terça-feira, 23 de junho de 2015

5 lendas urbanas sinistras relacionadas com Hollywood

Resultado de imagem para 5 lendas urbanas sinistras relacionadas com HollywoodNinguém se livra mesmo de se ver envolvido em lendas urbanas, nem mesmo as grandes produções de Hollywood. Pois, conforme você vai poder conferir a seguir, além de produzir muitos filmes de suspense e terror, a indústria do cinema também foi — indiretamente — responsável pela “produção” de uma série de histórias sinistras. Veja:

1 – O suicídio em “O Mágico de Oz”

 

Existem algumas lendas urbanas relacionadas com o clássico “O Mágico de Oz”, de 1939, como a de que existiria uma sincronia sinistra entre várias cenas do filme com o álbum “The Dark Side of the Moon”, da banda Pink Floyd, por exemplo. No entanto, outra história macabra envolvendo o longa é a do suposto suicídio de um dos “munchkins” — pequenos habitantes de Oz —, que seria visível enforcado em uma das sequências. Confira:
A versão oficial dos estúdios é a de que se trata de uma ave que aparece desfocada ao fundo, já que algumas delas — de diversos tamanhos — teriam sido “emprestadas” do Zoológico de Los Angeles durante as filmagens e soltas nos cenários. Assim, o mais provável é que se trate de um emu, um pelicano ou um grou. Outra explicação é de que a figura seria um assistente de palco capturado por acidente pelas câmeras.

2 – A maldição de “Poltergeist”

Você deve se lembrar de “Poltergeist – O Fenômeno”, de 1982, não é mesmo? Pois após a morte de vários membros do elenco durante o período de aproximadamente seis anos — ou seja, entre os lançamentos dos três filmes da franquia —, acabou entrando em circulação um rumor sobre uma maldição envolvendo a produção.
No total, foram quatro mortes: a de Heather O'Rourke, que interpretou Carol Anne, e morreu por uma complicação provocada por uma falha intestinal congênita; a de Dominique Dunne, que interpretou Donna, irmã de Carol Anne, e foi assassinada pelo namorado; Will Sampson, que interpretou o índio, e morreu de ataque cardíaco; e Julian Beck, o pastor sinistro, e Brian Gibson, que dirigiu o segundo filme, que faleceram de câncer.
A história sobre a maldição só começou a circular mesmo depois da morte de Heather, a menininha que interpretou Carol Anne, e o falecimento dos outros membros do elenco só serviu para dar mais força à lenda. No entanto, infelizmente tudo parece indicar que as mortes não passaram de tristes fatalidades — que nada têm a ver com uma praga cinematográfica.

 

 

 

3 – O fantasma de “Três Solteirões e um Bebê”

Você deve se lembrar de que uma cena desse filme — de 1987 — deu o que falar, não é mesmo? Trata-se de uma sequência na qual é possível ver claramente uma figura semiescondida atrás das cortinas, e muita gente chegou a acreditar que ela correspondia ao fantasma de um menino. Assista a seguir:
Pois esta acabou se tornando uma das lendas urbanas mais famosas relacionadas com Hollywood de todos os tempos. E mesmo depois de a equipe do filme ter explicado incontáveis vezes que, na verdade, o que aparece na cena é um cartaz do ator Ted Danson — que na época não aparecia muito definido por conta da baixa qualidade dos filmes em VHS —, a história do fantasma perdura.

 

4 – A morte em “007 contra Goldfinger”

Considerado por muitos como um dos melhores filmes de James Bond, “007 contra Goldfinger” também conta com uma lenda urbana relacionada com sua produção. Nesse longa, o interesse romântico do espião é Jill Masterson, e ela acaba sendo assassinada pelo vilão — e seu o corpo coberto de tinta dourada é deixado como uma espécie de “recado” macabro para Bond. Veja:
Pois essa cena que você acabou de assistir logo deu origem ao rumor de que a atriz — Shirley Eaton — que interpretou o personagem teria realmente falecido de asfixia provocada por ter toda a pele coberta de tinta. No entanto, as pessoas que acreditaram nesse boato se esqueceram de checar se a “Bond girl” continuava viva ou não. Pois, apesar de ter se afastado da vida artística para se dedicar à família, Shirley continua firme e forte por aí.

 

 

5 – A confissão em “O Iluminado”

Outro filme que deu origem a uma série de lendas urbanas foi “O Iluminado” de Stanley Kubrick, lançado em 1980. Entretanto, a mais interessante delas é a de que o clássico seria uma espécie de confissão do diretor sobre seu envolvimento na farsa sobre o sucesso da missão da Apollo 11 em 1969 — produzindo o célebre filme que mostra Neil Armstrong e Buzz Aldrin na Lua. Em outras palavras, se trata de uma maluquice criada para justificar outra!
Segundo os rumores, após o lançamento de “2001: Uma Odisseia no Espaço” em 1968, o governo norte-americano, impressionado com a visão do diretor sobre a exploração espacial, teria abordado Kubrick para que ele dirigisse um filme que seria exibido para enganar o mundo sobre a chegada do homem à Lua. De acordo com a lenda, ao longo de “O Iluminado”, Kubrick deixa uma porção de pistas que comprovam sua participação na farsa. Assista a seguir:
Entre as pistas que teriam sido inseridas no filme confessional estão o padrão do carpete e a forma com os brinquedos são posicionados, formando a réplica de uma base de lançamentos da NASA. Além disso, Danny também aparece usando uma blusa com a imagem do foguete Apollo 11 (minuto 1:27), e isso não é tudo: ele aparece se levantando, simbolizando o lançamento da nave, e se dirige até um quarto com a porta aberta. O quarto 237.
Acontece que no livro de Stephen King — que deu origem ao filme —, o número do quarto é 217. Para os defensores da lenda, Kubrick teria mudado para 237 por que a distância média da Terra até a Lua seria de 237 mil milhas. Contudo, como até o início das missões da NASA a distância máxima que um veículo tinha sido capaz de viajar ao espaço era a de 385 milhas, isso comprovaria que o homem nunca pôs os pés no satélite. Calma... não acabou!
Quando Danny sai do quarto com marcas em seu pescoço e a blusa com o foguete rasgada, sua mãe quer saber o que aconteceu, mas o menino não diz nada. Essa cena simbolizaria Kubrick sendo forçado a manter segredo sobre sua participação na criação do mito de que a Apollo 11 pousou na Lua. Nós avisamos que era uma maluquice!



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