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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Doença misteriosa faz moradores de vila dormirem muito e acordarem tarados

Os habitantes de uma pequena região do Cazaquistão apelidada de “vila dos condenados” estão sofrendo com uma doença misteriosa que ainda não pode ser explicada pelo governo. Segundo o relato de dezenas de pessoas entrevistadas por jornalistas do Daily Mail, há vários rumores e conspirações sobre o problema.
Os incidentes começaram há quatro anos em Kalachi, quando algumas pessoas caíram em um sono profundo em um estado de “quase” coma. Após acordar, os doentes apresentavam fraqueza extrema, alucinações e um desejo sexual incontrolável. As crianças, por sua vez, relatavam ver monstros e até um terceiro olho nas testas das suas mães.
Nos hospitais próximos, os médicos dizem não terem detectado nenhum tipo de envenenamento no ar, na água ou na comida consumida pela população. Os mais céticos dizem que os sintomas fazem parte de uma histeria coletiva. Por outro lado, muitas pessoas temem que os sintomas estejam relacionados ao grande número de minas de urânio que eram exploradas na época em que a região era controlada pela União Soviética.

O governo iniciou um plano para remover os moradores do local, mas aproximadamente 381 pessoas ainda não abandonaram o lugar, que lembra uma cidade fantasma ou até mesmo um lugar desolado pela guerra. Os residentes que insistem em ficar denunciam que eles podem estar sendo envenenados propositalmente e que a recente descoberta de uma mina de ouro pode ter relação com a misteriosa doença que tem espantado a maioria das pessoas.
Embora tenham sido reportados casos de pessoas em coma em cidades próximas, todas elas tinham passado por Kalachi, o que de certa forma indica que a doença está isolada na vila. Sergei Lukashenko, diretor de Segurança do Centro Nacional Nuclear do país, disse que a alta concentração de monóxido de carbono no local é definitivamente um fator relevante.

“A concentração máxima admissível de monóxido de carbono no Cazaquistão é de 5 miligramas por metro cúbico. Nas casas em que os casos da doença têm ocorrido, a concentração era 10 vezes maior. Esse fator parece muito suspeito e estranho. Pode ser gás natural, o fogão, máquinas ou qualquer outra coisa, mas isso pode acontecer em qualquer lugar”, explica Lukashenko.
O especialista também comentou que a localização em que o povoado se encontra pode ter relação com a alta concentração do gás e com as alucinações, já que a fumaça dos fogões não sobe e o ar não é renovado com facilidade.


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