Quem sou eu?

Danka Maia é Escritora, Professora, mora no Rio de Janeiro e tem mais de vinte e cinco obras. Adora ler, e entende a escrita como a forma que o Destino lhe deu para se expressar. Ama sua família, amigos e animais. “Quando quero fugir escrevo, quando quero ser encontrada oro”.

Pais de jovem viciada em bronzeamento que morreu aos 26 anosPais de jovem viciada

Glenna Kohl morreu de câncer de pele três anos depois de ter descoberto a doença. Fundação que leva nome da jovem conseguiu aprovar lei que proíbe bronzeamento artificial a menores de 16 anos


Glenna Kohl em fotos antes da doença e durante o tratamento contra o câncer (Foto: Reprodução / Facebook)

Os pais de uma americana que morreu de câncer de pele aos 26 anos após anos fazendo bronzeamento artificial estão encabeçando uma campanha por mudanças na lei que permite a atividade no país.

Glenna Kohl, que segundo os pais era viciada em bronzeamento, foi diagnosticada com melanoma em 2005, logo após a formatura do segundo grau. Ela trabalhou anos como salva-vidas e, além das horas embaixo do sol, ainda se submetia a constantes sessões de bronzeamento artificial.

Três anos depois de iniciar o tratamento, a jovem não resistiu à doença e morreu aos 26 anos. Agora, os pais de Glenna se engajaram na luta para alertar jovens sobre os riscos do bronzeamento.

“Ninguém em nossa família sabia o que era melanoma”, disse Colleen Kohl, mãe da jovem, à revista Cosmopolitan. Segundo ela, Glenna tinha apenas 22 anos quando descobriu uma ferida na virilha, do tamanho de uma bola de golfe, quando estava na academia.

A jovem foi a um médico e fez uma biópsia. O hematoma foi diagnosticado como um câncer reincidente, resultado de um outro nódulo que Glenna tinha removido anos antes sem que os médicos diagnosticassem se tratar de um melanoma.

O câncer já estava no estágio 3, mas segundo os pais, a jovem não se deixou abater e estava preparada para enfrentar a doença. “O que eu tiver de fazer para me livrar do câncer, eu farei”, disse ela segundo o pai, Bob.

Os médicos removeram 13 nódulos de Glenna, mas a doença já tinha se espalhado para o sistema linfático. A jovem teve de tomar medicamentos muito fortes e se submeteu a tratamentos experimentais com terríveis efeitos colaterais, mas que não surtiram efeito. Ela morreu em novembro de 2008.

Desde então, os pais lançaram uma fundação chamada Glenna Kohl para ajudar a “aumentar a conscientização da sociedade para a mportância da prevenção e diagnóstico precoce da doença”, além de apoiar pacientes do câncer de pele.

Graças ao trabalho de Collenn e Bob, o estado de Massachusetts aprovou uma lei, em 2014, proibindo as câmeras de bronzeamento artificial para menores de 16 anos e exigindo o autorização pro escrito dos pais para jovens com 16 e 17 anos. Mas eles querem mais conscientização sobre o perigo da doença.

“Mesmo Glenna tendo sida uma jovem que cuidava muito da saúde, ela não sabia que o bronzeamento poderia causar câncer. A morte dela é um alerta ao perigo dessa doença, por isso vamos continuar o trabalho”, diz a mãe.

O melanoma é a forma mais mortal do câncer de pele, com mais de 9 mil mortes por ano nos EUA. A Fundação de Pesquisa do Melanoma afirma que fazer sessões de bronzeamento artificial antes dos 30 anos aumenta em até 75% o risco de desenvolver a doença.


Fonte:Revista Marie Claire
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