Entre Quatro Paredes e Nada Mais LIVRO

domingo, 22 de março de 2015

Mulher tira férias de 1 ano do casamento para fazer sexo com outras pessoas

Algumas pessoas resolvem tirar um ano sabático e saem pelo mundo para descansar, viajar, fazer cursos e afins. A história que você vai conhecer agora tem um pouco disso de ano sabático, ainda que de uma maneira completamente diferente e vanguardista.
Robin Rinaldi resolveu tirar um ano de férias do próprio casamento. Pois é. E não para por aí: não só ela disse “até daqui a um ano” ao marido como, nesse intervalo de tempo, se propôs a ter experiências sexuais com homens diferentes e escrever a respeito.
Antes de tomar essa decisão radical, Robin explica que sempre foi uma mulher pacata, no sentido sexual da coisa, e que, além do marido, com quem era casada há 17 anos, tinha feito sexo apenas com outros três homens. Em seu ano de liberdade sexual, Robin teve relações com 10 parceiros homens e duas mulheres. Ela selecionou os 12 parceiros em bares e alguns sites de encontros.

Como assim?


Tudo começou em 2008, quando ela decidiu dar um tempo no casamento, justificando que a relação precisava de mais paixão e espontaneidade. A situação piorou quando o marido passou por uma vasectomia, mesmo ela tendo deixado claro que gostaria de ter filhos. Em sua obra, Robin disse recusar morrer sem ter tido filhos e tendo feito sexo com apenas quatro pessoas. “Se eu não posso ter uma coisa, vou ter a outra”, diz ela em seu livro.
Basicamente o acordo funcionava assim: Robin poderia sair de casa de segunda à sexta-feira, para manter relações sexuais com quem tivesse vontade. Aos finais de semana, ela permanecia em casa. O acordo, para funcionar, precisava respeitar três regras fundamentais: não dormir com amigos, não entrar em um relacionamento sério com ninguém e não fazer sexo sem camisinha.

50 tons de comer, rezar e amar


Tudo começou quando Robin publicou um anúncio em um site de relacionamentos, dizendo estar em um casamento aberto e à procura de homens solteiros que a ajudassem a explorar sua sexualidade.
Após o fim da experiência, Robin voltou para casa, mas seu casamento tinha ido por água abaixo. Ela descobriu que estava apaixonada por um dos homens que conheceu durante seu ano sabático e acabou ficando com esse novo amor, com quem já está há cinco anos.
O ex-marido de Robin também já encontrou uma nova parceira e, no final das contas, a história virou um livro que foi analisado como uma mistura de “50 Tons de Cinza” com “Comer, Rezar, Amar”. E aí, o que você achou dessa história? Moderna demais ou uma ideia interessante?