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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Jovem tenta superar trauma de ter feito sexo com o pai que conheceu só aos 19 ano

"Meu pai biológico queria fazer sexo comigo no momento em que me viu", revela jovem de 24 anos (Foto: Think Stock)

Natasha Rose Chenier contou que após praticar o ato sexual ela sentiu ódio e nojo. "Eu não fazia ideia de como era uma relação entre pai e filha"


Aos 27 anos, uma jovem de Vancouver, no Canadá, revelou ao site "Jezebel" ter se envolvido sexualmente com o pai biológico, que ela só conheceu aos 19 anos. O relato de Natasha Rose Chenier é semelhante ao de outra jovem de 18 anos que afirma que irá se casar com o pai, nos EUA. Porém, Natasha, que é escritora e musicista, diz não ter se sentido confortável com a situação, e tem feito terapia para tentar superar a atração pelo pai.
"Meu pai biológico queria fazer sexo comigo no momento em que me viu. Descobri isso aos 21 anos, depois de fazer sexo oral com ele pela segunda vez", contou. "Eu o conheci aos 19, mesma idade com que minha mãe o conheceu. Eles tiveram relação sexual sem proteção algumas vezes, até que ela engravidou e ele sumiu. Eu decidi procurá-lo porque estava com raiva da minha mãe, que ficou em um relacionamento abusivo por quase dez anos. Queria achar um pai que me amasse incondicionalmente e me protegesse."

O pai de Natasha mora na Jamaica, para onde ela foi com frequência, dos 19 anos aos 21, visitá-lo. "Pensei que estava no paraíso e salva. Ele me deslumbrou, me levou para fazer refeições requintadas, para viajar pela ilha e fazia qualquer coisa que eu queria", conta. No período em que não estavam juntos, eles mantinham contato pelo telefone. "Nós tínhamos muito em comum, estávamos conectados. Parecia que tudo que eu amava, ele amava também e vice-versa. Eu estava intoxicada por essa semelhança, da qual nunca falei para a minha mãe. De repente, eu tinha um companhia, o pai dos sonhos!"
A jovem diz que o pai começou a contar sobre seu passado sexual, o que ela achou normal já que sua mãe é uma historiadora sobre sexo, então ela estava acostumada com o assunto. "Quando ele me falou que estava traindo a namorada, eu não fiquei chateada. Eu tinha 19 e minha mãe sempre conversou comigo como uma adulta, pensei que ele estivesse fazendo o mesmo", diz.
"Na minha última viagem à Jamaica, comecei a dormir na cama dele, sempre tive uma relação próxima com a minha mãe e avó, então achava normal. Além disso, eu não fazia ideia de como era um relação entre pai e filha. Nos abraçávamos e eu me sentia segura." Foi quando ela percebeu que estava sexualmente atraída por ele. "Fiquei chocada e horrorizada. Não falei para ninguém. Pensei que o sentimento iria embora, mas, ao invés disso, só cresceu."

Ela descobriu que ele também estava atraído por ela quando os dois assistiam à televisão e ele colocou em um canal pornográfico, em que os atores estavam sendo entrevistados e ele disse com quem gostaria de transar. Natasha ficou chateada e ele se desculpou. Ela conta que fazia de tudo para conter o desejo sexual por ele, mas que não conseguiu e eles acabaram se envolvendo. "Nós fizemos sexo oral algumas vezes, o que fazia eu sentir ódio e nojo de mim. Deitado na cama, ele dizia: 'Vai ficar tudo bem'. Pedi para ele me ajudar a conter o desejo e conter o dele também. Ele concordou, mas não fez isso. E eu não conseguia resistir."
"Ainda na Jamaica, fomos jantar com amigos e a namorada dele. Queria sumir. No dia seguinte, ele me levou para o aeroporto em silêncio. Pensava que em casa os sentimentos horríveis iam desaparecer, mas eles aumentaram. Tinha ataques de pânico diariamente e me senti como uma criminosa durante anos. Minha terapeuta me explicou a Atração Sexual Genética (GSA, na sigla em inglês) e disse que a culpa nunca é do filho, por isso, eu deveria parar de me culpar." Natasha faz sessões de terapia para superar o ocorrido. Ela não vê o pai há seis anos, desde o envolvimento.



Fonte:Revista Marie Claire