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domingo, 4 de maio de 2014

Revelações de A guardiã

Olá Intensos, como estão? Antes de começar gostaria de me desculpar pela ausência da coluna de semana passada, sinto muito, porém a vida off-line cobrou seu preço. Mas aqui estou eu novamente! Sem demoras, vamos começar com o nosso bate-papo. O título da coluna de hoje é ‘Lendas urbanas’.

Ok, que tal vermos desde o princípio. O que são lendas urbanas?

Lendas urbanas, mitos urbanos ou lendas contemporâneas são pequenas histórias com um enredo fabuloso ou sensacionalista. Aquelas histórias que ao serem passadas de boca a boca, por e-mails, imprensa são divulgadas a todos.

Ao se narrar estas histórias, em sua maioria através da oralidade, os fatos são contados como se tivessem acontecido com um “amigo próximo” ou tendo sido divulgado ampliamente, conhecimento público.

Nos dias atuais, por conta da internet, essas lendas urbanas, modificadas com o tempo entrando num caráter fabuloso e sensacionalista, se afastam de sua origem, muitas deles baseadas em fatos reais ou em preocupações reais), tem ganhado muito espaço, sendo assim, muitas lendas se tornaram praticamente universais.

Principais características:

• Uma forma narrativa (geralmente uma pequena história, porém bem estruturada);

• Procura sempre se autenticar por meio de testemunhas e provas supostamente existentes;

• As pessoas que as contam geralmente às ouviram de alguém e quando repassam a história costumam confirmá-la como se tivesse sido vivida por ela mesma.

Agora que sabemos, que tal algum exemplo? Quem aí não conhece estes:

• O Bicho-Papão



• Lobisomem



Entre tantas outras.

Em meio a esta variedade de lendas urbanas encontramos algumas mais voltados ao folclore como a fada do dente e outras mais apavorantes. Quem nunca ouviu falar da ‘loira do banheiro’ ou ‘Bloody Mary’. Acredito que várias inspiraram filmes como ‘A boneca viva’.

Chucky, o brinquedo assassino


Mas não vamos mudar de assunto. Escolhi uma lenda para mostrar a vocês hoje um conto. Então, lá vai!

Baseado em uma lenda urbana americana.

Joyce e Sandra estudavam no quarto situado no campus da universidade aonde vinham morando por dois anos. A prova que encerraria o semestre seria no dia seguinte. Joyce era a mais estudiosa das duas sempre tirava notas boas e dedicava-se aos estudos a maior parte do seu tempo. Já Sandra era meio louca, era conhecida no campus por suas extravagâncias com a bebida e as drogas. Mesmo assim ela era inteligente e mantinha-se no curso com notas boas.

“Vamos à festa hoje Joyce?” – perguntou Sandra.

“Não, vou estudar até tarde e depois vou logo para a cama. Amanhã eu quero tirar dez na prova, por que se eu conseguir, talvez ganhe bolsa escolar integral.”

“Você e a sua mania de estudar de mais, sai do quarto, aproveita um pouco sua juventude por que você se der conta vai ser tarde de mais. Por exemplo, por dois semestres eu não te vejo com um garoto, nem um encontro se quer e...”

“Eu prefiro me dedicar aos estudos, namoro depois.” – respondeu Joyce interrompendo a amiga.

As duas continuaram os estudos até que a hora da festa chegou. Sandra se arrumou e se despediu de Joyce.

“Tem certeza que não quer ir?”

“Tenho, já pedi uma pizza vou estudar um pouco mais, comer e ir dormir para estar bem preparada para a prova. Te desejo sorte amanhã no teste se eu não te ver até lá.”

Quando ela terminou de falar, alguém bateu na porta.

“Deve ser minha pizza, pede para o entregador entrar.” – disse Joyce olhando a amiga saindo e o entregador entrar.

Sandra foi para festa e como sempre se esbaldou. Decidiu ir dormir no quarto do namorado insistente, mas disse que teria que ir até seu quarto buscar alguns livros e algo para vestir no dia seguinte. Os dois foram andando pelos corredores escuros do alojamento até chegarem ao quarto.

“Odeio essa escuridão dos corredores, eu penso se algum dia eles vão trocar as lâmpadas queimadas. Fica aqui de fora e eu vou ser bem silenciosa porque eu não quero acordar a Joyce.” – disse Sandra ao namorado.

Ela entrou, foi até o banheiro e pegou sua escova de dente e desodorante. Voltou ao quarto e pode achar suas roupas e alguns livros que precisava, porém não encontrava o livro mais importante e seria quase impossível encontrá-lo com o quarto tão escuro, iluminado somente pela luz da lua que passava pelas frestas da veneziana. Sandra pensou e pensou, mas não se lembrava onde tinha colocado o livro, voltou até a porta do quarto e foi levando sua mão até o disjuntor da luz. Por um impulso momentâneo sua mão parou.

“Deixa o livro pra lá, provavelmente nem vou ter tempo de estudar antes do teste.” – disse sussurrando enquanto saia do quarto na ponta dos pés.

No dia seguinte Sandra olhava nervosa para o relógio, Joyce não estava lá e o teste iria começar em alguns minutos. Ela estava preocupada, pois sabia que o teste era muito importante para a amiga e ela era muito responsável para perdê-lo. “O que teria acontecido com ela?” perguntava-se nervosa.

Joyce nunca pareceu e Sandra mal pode fazer seu teste por estar preocupada com ela. Entregou seu teste correndo ao professor e foi até seu quarto. Quando abriu a porta não pode acreditar, Joyce ainda dormia. Ela entrou no quarto rápido e deixou a porta bater atrás de si.

“Joyce você esta louca? Você perdeu o semestre todo.” – Gritou Sandra cutucando a amiga que dormia de bruços. “Joyce?”

Cutucou a amiga duas vezes, porém não obteve resposta e decidiu vira-la de barriga para cima. O terror tomou conta dela e seu grito ecoou por todo prédio do alojamento. Joyce tinha um buraco fundo na barriga e suas tripas estavam para fora.

Sandra virou-se para a porta para ir pedir ajuda. Seu grito de terror novamente ecoou pelo campus. Na porta de seu quarto estava escrito com o sangue de Joyce: “Feliz por que você não acendeu a luz?”

Retirado do blog: http://www.contosehistoriasdeterror.com/2011/01/lenda-urbana.html

Espero que tenham gostado. Vejo vocês na próxima postagem.

Beijos mil,

Ane.





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Um trecho do livro:


"Se tem uma coisa que aprendi nesses três dias em St. Lacave é a teoria sobre ser “sarcástica” quando se quer fugir de algum assunto ruim. Funciona, é verdadeira, e comprovada." (pg:114/115)