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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

O Conto do Castelo assombrado

Parte II

                O dia raiava, os raios solares cavalgavam pela janela e o meu medo também. Cada um dos meus pelos podiam sentir claramente um pavor doentio e um medo do próprio medo. O que havia de fazer, não tinha como evitar aquele dia, contudo não esperava que fosse tão cedo... Aconteceu, tudo que temia.
                Há uns duzentos anos,  logo depois da floresta que presenteia o bosque do castelo, vivia lá um homem, o próprio Barão de Austerficher. O Barão não era humano, era um homem sanguinário e doentio, tinha sede de sangue... Até hoje o temo...
                Certa noite a mulher do Barão apareceu morta na janela, não havendo mais nenhum suspeito ele foi jogado para fora de casa e segundo alguns diz fora morto, mas antes jurara terrível vingança e agora não parecia que ele ainda gelava dentro de uma cova, longe disso. Será eu o próximo cadáver.
                Meu pior dilema não mais era morrer, é claro que isso seria terrível, mas tinha piores problemas, o que fazer com o corpo do Conde. Decidir que enterraria e enterrei o corpo do Conde quando o sol se aproximasse do centro do céu. O carro dos deuses levaria o Conde para o paraíso eterno, ou para o triste inferno das almas.

Parte III

                Enterrado o Conde tinha eu agora outra complicação, o Leão voltou, sabia exatamente o que aquilo significava e para mim não era nada de bom, não poderia...
                “Escrevi isto com uma espada enfiada e minha costa e não tenho mais tempo de continuar, não tenho mais como. Acho que minha hora chegou, descansarei eu com o mal que me aguarda nas profundezas do abismo, quanto ao Leão, o Leão voltou...”.