Entre Quatro Paredes e Nada Mais LIVRO

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

AMOR DESESPERADO por Danka Maia









As vezes sinto raiva desse amor,
Há tanto tempo cravado no meu peito,
Sem despeito, sem pudor!
Como tal ternura,tamanha força e tanto fulgor.
Até já pensei, confesso, eu fiz este supor,
que de uma cândida maldição tal sentimento foi feito,
Me faz vencido, cativo, sujeito, Escravo,acorrentado, mas teu senhor.
Eu vivo contigo inversos,
Imersos,
De doçura ,de dor
Nunca quero embora,
Careço do teu amor.
Quero viver tal amor descabido,bandido,intenso.
Tempestade da minha  vida,
Luz dos meus pensamentos.
Eu te rogo, não te vá,
Não me deixe ainda que desejes,
Longe de mim podes ter tudo,
Mas esse mero coração vagabundo,
Sem a sua presença é mudo,
E com certeza, não baterá mais.