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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Pesquisador afirma que há outro rosto sob “Mona Lisa” – veja!




Entre os observadores mais fiéis do quadro de Da Vinci está Pascal Cotte, que estuda essa obra em específico há mais de uma década. Cotte foi o primeiro a contar com os recursos tecnológicos do Método de Amplificação de Camada (LAM, na sigla em inglês), e agora ele afirma que, por trás do rosto de Mona Lisa, existe uma pintura de outra mulher.
De acordo com Cotte, embaixo de Mona Lisa há outro retrato, no qual a modelo olha para o lado – O Museu do Louvre, que deu a autorização para que o especialista analisasse a obra, não quis comentar as declarações feitas por Cotte.

Será?

 

Agora nós podemos analisar exatamente o que está acontecendo dentro das camadas da pintura. E podemos descascá-la como uma cebola”, disse o especialista à BBC. A ideia, segundo ele, é reconstruir a pintura cronologicamente, ou seja: descobrir por onde Da Vinci começou e como terminou o quadro.
Com o auxílio do Método de Amplificação, Cotte conseguiu iluminar o quadro com a ajuda de luzes intensas, de modo que foi possível fazer medições exatas das camadas de tinta e, assim, reconstruir esse passo a passo.
Acredita-se que a Mona Lisa tenha sido pintada entre os anos de 1503 e 1517. Ainda não se tem certeza de quem foi a modelo que o pintor retratou, mas a maior suspeita é a de que ela tenha sido Lisa Gherardini, esposa de um comerciante de seda de Florença, onde Da Vinci também viveu nesse período.

Mais mistério

De acordo com Cotte, sua análise minuciosa o permitiu descobrir outro rosto por trás do de Mona Lisa. A figura da outra mulher tem, segundo o estudioso, um semblante mais sério, e, com base nessa descoberta, é possível dizer que a mulher do famoso quadro não era Lisa Gherardini, mas sim outra pessoa, ainda desconhecida. “Os resultados abalam muitos mitos e mudam a nossa visão do principal trabalho de Da Vinci para sempre”, resumiu.
No entanto, nem todos estão acreditando nas declarações de Cotte. Para Martin Lemp, professor de História da Arte da Universidade de Oxford, a teoria de Cotte é insustentável: “Não acho que haja estes estágios que representam diferentes retratos. Eu vejo isso mais ou menos como um processo contínuo de evolução. Eu estou convencido de que a Mona Lisa é a Lisa (Gherardini)”, declarou o professor.
Já para o historiador e apresentador Andrew Graham-Dixon, essa é uma das “histórias do século”. Ele acredita que, a partir do momento em que a versão de Cotte for considerada verdadeira, o quadro mudará de nome: “É disso que estamos falando – é ‘Adeus, Mona Lisa, ela é outra pessoa’”, disse ele, empolgado.

FONTE(S) 
IMAGENS