Quem sou eu?

Danka Maia é Escritora, Professora, mora no Rio de Janeiro e tem mais de vinte e cinco obras. Adora ler, e entende a escrita como a forma que o Destino lhe deu para se expressar. Ama sua família, amigos e animais. “Quando quero fugir escrevo, quando quero ser encontrada oro”.

Será o fim das “patas de camelo”? Mulher cria protetor que disfarça a marca

 

Você provavelmente já ouviu por aí alguém falando sobre as famosas – e, pelo visto, polêmicas – “patas de camelo”. E estamos falando do sentido menos literal de todos, para que fique claro.
O fato é que as famosas marcas que às vezes compõem o visual feminino nem sempre são encaradas com naturalidade e, para algumas mulheres, é sinônimo de total desconforto. Em casos mais específicos, como quando usam calças de yoga, jeans justos ou shortinhos, a famosa “pata de camelo” fica ainda mais evidente.
Preocupada com essa questão, Maggie Han resolveu criar a Camel No, que é basicamente uma forma de disfarçar a marca e evitar atrair olhares para a região da virilha. “Eu quero motivar as mulheres a usarem tudo o que há em seus guarda-roupas”, explica Han, que diz também que as pessoas podem ter a impressão de que a mulher tem uma vagina maior quando a “pata de camelo” está marcada.

A Camel No é feita com silicone flexível, que, quando é preso à lingerie, não provoca alergias, não esquenta nem pega cheiro. A ideia da criação do produto, de acordo com a própria Han, surgiu depois de ela mesma passar por algumas experiências desconfortáveis com relação à marca.
Han explica que, por ser alta, o “problema” era ainda mais evidente, especialmente quando precisava participar de reuniões de trabalhos e apresentar novos projetos. Ainda assim, foi apenas quando não conseguiu prestar atenção em uma palestra dada pela avó, por causa da “pata de camelo” dela, que Han decidiu inventar um dispositivo que escondesse a marca.
Quem não gostou da ideia de Han foram alguns de seus amigos homens heterossexuais. De acordo com ela, muitos cuecas afirmaram gostar das “patas de camelo”, e um amigo chegou a pedir para que ela abandonasse o projeto. O pedido dele, obviamente, não foi atendido, e hoje a proteção de silicone é vendida já nos EUA e custa US$ 30 – o equivalente a R$ 93,60. E aí, leitoras? O que vocês acharam da ideia?


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