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sábado, 9 de maio de 2015

De mãos dadas por Danka Maia & Dulce Morais

Arte: Barbara Berney


De mãos dadas

Dar seria bom, mas oferecer ainda melhor;
Doçura em palavras, uma apelo, um clamor.
Dar isto que sou,
De tantas cores,
De todo verso e prosa.

Daqui parte o sentir
De mim para ti.
Distância é apenas palavra.
Durante este segundo que vaguei nas tuas palavras,
Doravantes cá percebo e me atrevo
Donas somos desse alfabeto de nós.

Dizer cada letra, expressar cada emoção,
Do mundo receber a bênção.
De nós só a essência se vive.
De novo volto cara amiga aos meus adágios,
Deidades à parte, ínfimas particularidades.
Divinas seriam nós ou petulantes nessa mediocridade?

Das alturas minh'alma poderá cair...
Digna, porém, neste sentir,
Dona da intrínseca sinceridade.
Diva misteriosa,
Doce nas suas magias ou seriam alegrias
Dessa autoridade composta?

Dividida, talvez.
Decidida, com certeza.
Dedicada a cada gesto teu que faz vibrar as cordas do pungente sentir...
Direi que posso fluir nessas nuvens abissais de pura emoção,
Darão um conto na minha história,
De tudo quero provar, em cada gesto,toque,palavra que esta letra dá.



Danka Maia e Dulce Morais

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