Amo Livros
Eu amo livros,
Nos levam p'ra um lugar tão diferente...
Inesperado,
Esperando ser de bom grado,
As belezas de uma "fantasia".
Mas isso dá espaço à alegria,
A felicidade reina então,
No livro do coração,
E dos sentimentos de alguém que ama,
Ama livros como eu...
Pode ser grande ou pequeno,
Pode ser fino ou grosso,
Mas o que importa é o colosso,
E a sensação de liberdade,
Quero ler um livro com vontade,
E não hei de me arrepender.
Nas verdadeiras faces,
A brincadeira do teatro,
É um simples facto,
Mas contudo,
Aqui, no mundo,
Quem não gosta de ler,
E com certeza, aprender,
Não sabe que o novo boato
É ler um livro,
E viver uma história.
Simon-Poeta
A Filosofia do Amor
O amor é
o mais puro pecado,
Que lhe
faz pecar por ele;
Ele é
capaz de lhe deixar censurado,
E tu ainda sente falta dele.
O amor
lhe faz sonhar,
Os mais
belos pesadelos,
Depois de
um dia vulgar,
Esses
"sonhos assustadores" lhe faz
perder o medo.
O amor é
o tapa que não dói,
O tiro
que não mata,
O
arrumador que destrói,
A fome
mais farta.
O amor é
o doce mais salgado;
O falso
amor,
É aquele
desamado,
Aquele
que machuca de um menino até um senhor.
Isto é o
amor,
Aquele
que te bate...
Mas tu
não sente dor;
Aquele
que lhe humilha...
Mas do
ódio não lhe deixa provar o sabor;
Que uma
vez te ama,
É
sincero,
Mas
depois numa cama lhe abandona,
Este
amor, não quero.
Essa é a
filosofia do amor...
Vamos
então filosofar?
Todos nós
sabemos que a medida do amor;
É cada
vez mais amar.
Simon-Poeta
Lábios de Veludo
Oh! Minha amada,Meu amor,
És tão delicada,
E de tanto valor...
No teu beiço,
Na tua face,
Vejo resplandecer no espelho,
A tua força de vontade.
Minha vida,
Meu tudo,
Minha querida,
Meu mundo!
Lábios aveludados,
Assim como o avelã,
Que na nossa noite de amor foram marcados,
Assim como nossa vida no ecrã...
No cinema da realidade,
Na novela da verdade,
Mentira não há no nosso amor,
Assim como eu te dou valor.
Meu tudo,
Minha querida,
Minha amada,
Minha vida!
Simon-Poeta
NOVO COLABORADOR: JOTTA ELE
Nasci em Açu, pequena e marasmenta cidade do Rio Grande do Norte, num dia qualquer do mês de maio de um ano para o qual nunca dei a mais mínima importância... Ali a vida era mais besta do que em Itabira, com a desvantagem desvantagem, talvez de que os açuenses, apesar de herméticos, comem com estardalhaço... E o tal marasmo, às vezes, tornava-se tão denso, intenso, que eu, que detesto me aborrecer e me perder, à francesa, do humour, tirava hilariantemente proveito do fato, fabricando com este - com o tédio – grandes, divertidos e acinzentados bonecos de aborrecimento à guisa de neve, da neve da qual os avós na banda larga e lusitana do meu sangue só faltam até hoje se transformarem em coágulos de tanta saudade que estes, no interior latejante de minhas veias, sentem do inverno europeu e da mítica e cabralina cidade de Belmonte, Portugal...
Fiz bacharelado em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte... Porém, não exerço a profissão por puro idealismo, pois jornalismo, pra mim, é um solidário serviço de utilidade pública e não esse abominável e submisso meio de manipulação ideológica que se observa hegemonicamente por toda parte em defesa do invisível, ocultista, illuminati e reptiliano Governo Secreto do mundo, em cujas mãos os subservientes governantes das nações não passam de meros fantoches...
As reticências são doidas por mim... os advérbios, idem...
e os parênteses também... É como se eu fosse o deus deles: dos parênteses, dos advérbios e das ... reticências...
Escrevo desde sempre: ainda no ventre de minha mãe, de onde saí sem a menor vontade, parece que estou agora a me ver, já em avançado estado de feto, escrevendo, nas úmidas e maleáveis paredes uterinas, versos muito mais proveitosos e contemporâneos do futuro que aqueles escritos na areia, para Cibele, sim, para a deusa Cibele, que,entrementes, era chamada astuta e sincreticamente de Maria pelo autor dos mesmos, o tal padre José de Anchieta, que nas horas mortas da noite punha-se a encher o oco pau mole daquelas larápias e pseudo-santas esculturas barrocas de tudo quanto era tipo de pedras preciosas antes de enviá-las secretamente ao murídeo e genro do diabo porquanto amasiado com a mentira Vaticano...
Ah, sim, ia esquecendo: Eu também, a respeito do antropofagismo, tenho a dizer que, fosse índio, teria agido como os Tamoio, entenda-se, comido o bispo que tinha sobrenome de peixe - Sardinha - e carne de porco...
Sou casado e fiel a minha esposa, pois nela estão imbuídas todas a mulheres do mundo...
Resido atualmente em Parnamirim-RN...
Primeiro aprendi a pensar e a ver por mim mesmo, e depois inaugurei minha própria e eclética temática eclética, mas não demasiado, pelo menos não a ponto de romper o tênue, mas consistente, fio da trama premeditada que liga - às vezes por meio apenas da sintaxe que me é peculiar - um poema a outro poema, num aparentemente espontâneo processo infinito de conversa puxa conversa puxa conversa..., temática esta simultaneamente canibal e autofágica, para só então começar a mostrar a cara dura, vária e multifacetada do que escrevo, e o que escrevo, faço-o deliberadamente, de maneira que os versos que escorrem dos meus dedos não sejam nem totalmente poesia nem prosa em demasia...
Assino assim os meus escritos: José Lindomar Cabral.da Costa
**********************************************************************************************************
3 PITÁGORAS SOBRE O MESMO TEOREMA:
PAPAI
... se eu fosse a Bela,
ao invés de concordar
em morar com a Fera,
eu tinha era deixado,
papai, papai, seu navalha,
que você fosse devorado por ela...
MAMÃE
... ir para a cama comigo
é o desejo mais assustado
e escondido que existe
dentro de você, mamãe,
mamãe eu não sou seu marido
nem minha carne é habitada
por nenhuma e complexada
espécie de Édipo...
POEMA DA TRAIÇÃO QUE PAPAI ME FEZ
... quem traiu foi você
papai, papai, seu navalha
(e por navalha aqui, entenda-se
o contrário de gilete)
aquela esperança que eu tinha
de ser eu - de nós dois -
o primeiro a morrer...
PAPAI
... se eu fosse a Bela,
ao invés de concordar
em morar com a Fera,
eu tinha era deixado,
papai, papai, seu navalha,
que você fosse devorado por ela...
MAMÃE
... ir para a cama comigo
é o desejo mais assustado
e escondido que existe
dentro de você, mamãe,
mamãe eu não sou seu marido
nem minha carne é habitada
por nenhuma e complexada
espécie de Édipo...
POEMA DA TRAIÇÃO QUE PAPAI ME FEZ
... quem traiu foi você
papai, papai, seu navalha
(e por navalha aqui, entenda-se
o contrário de gilete)
aquela esperança que eu tinha
de ser eu - de nós dois -
o primeiro a morrer...
*********************
EMULSÃO E FITZGERALD
... convivi desde muito cedo
com ambos os Scott
- Emulsão e Fitzgerald...
Gostava mais de Scott Fitzgerald,
que me embriagava e insurgia
pois aos 9 anos, às escondidas,
... convivi desde muito cedo
com ambos os Scott
- Emulsão e Fitzgerald...
Gostava mais de Scott Fitzgerald,
que me embriagava e insurgia
pois aos 9 anos, às escondidas,
eu o lia... eu o lia... eu o lia...
e desaprendia, e aprendia,
e aprendi, lendo-o, ainda menino,
inclusive que a felicidade
se inclinava mais para o clandestino
que para a normalidade...
Sim, leitor, gostava mais de Fitzgerald
do que de Emulsão de Scott,
embora ainda não soubesse
que os 2 eram peixe,
já que todos nós somos
náufragos, ou melhor, seres submersos,
que habitam as águas etéreas
desses oceanos metafísicos,
desatlânticos e impacíficos
chamados Tempo e Espaço...
náufragos, ou melhor, seres submersos,
que habitam as águas etéreas
desses oceanos metafísicos,
desatlânticos e impacíficos
chamados Tempo e Espaço...
NOVO COLABORADOR: Jhordany Souza Siman
A BIOGRAFIA
Jhordany Souza Siman, mais conhecido como Simon-Poeta, é escritor, poeta e compositor desde os sete anos de idade. Nascido em 22 de junho de 1999, Simon tem como maiores objetivos ajudar a comunidade com todo esforço e garra-além de poesia. "A vida é bem melhor quando se sabe vivê-la bem, e com os amigos" diz Simon-Poeta em uma entrevista para o Jornal Diário do Aço em agosto de 2010. Fã de Edgar Allan Poe -escritor americano- e de suas obras, Simon se inspira em muitas das obras do escritor falecido em 7 de outubro de 1849. Os poemas de Simon muitas vezes são românticos, policiais, de protesto, de terror e outros de ações de graça e seus textos mais famosos são de terror e ficção. O eleito melhor texto de Simon foi A Brisa do Rio -2012-, onde o escritor se refere ao seu dia de aventuras onde viu, pela primeira vez um rio.
Em 2013, Simon-Poeta fundou o grupo de poesia e arte Os Poetas na rede social Facebook afim de chamar para o mundo poético não só os adultos do mundo inteiro, mas também os jovens, crianças e adolescentes. Desde aí, muitos elogios vieram por meio de mensagens, e-mails e pessoalmente que Simon recebeu.
SIMON-POETA, poesia é vida!
OS ASSUNTOS A QUE VOU ABORDAR
Eu pretendo falar sobre vários assuntos... todos eles abordando o mundo da arte e da escrita, às vezes entrevistarei artistas, outras vezes, irei escrever documentários, outras vezes posso fazer uma série, isso varia de minha disposição e do tempo que terei... fugindo um pouco do assunto, assim que a minha publicação for para o blog, por favor, passem-me o link para que eu possa divulgá-la! 

Assim que eu puder mandar alguma publicação, por favor, me avisem...
Saúde, bem estar e felicidades!
Simon-Poeta, 15 de outubro de 2013
Escuridão – Capítulo IV
![]() |
| Arte: Autor desconhecido |
Escuridão – Capítulo IV
Os meses passaram. Passaram os anos. Ela já estava habituada a tudo o que lhe parecia impossível seis anos antes. Já não se perdia no seu próprio apartamento. Já conseguia deslocar-se na rua sem qualquer ajuda, mesmo em sítios que não conhecia. O segredo eram os outros sentidos. Apercebeu-se que a sua audição detectava mais informações do que pensara possível, que as suas mãos e a preciosa guia sentiam e viam o caminho e os seus perigos. Pensava muitas vezes que as pessoas que podem ver desperdiçam o dom de visão em coisas inúteis quando deveriam aproveitar esse presente para apreciar o mundo, para comunicar sentimentos de doçura, de ternura, como só o olhar pode.
E trabalhava. O mais curioso no seu trabalho é que ninguém acreditava que ela o poderia fazer até que viram os primeiros resultados. Nem ela tinha consciência que seria capaz de uma tal coisa, mas a sensação nas mãos era tão tranquilizadora, tão maravilhosa, que decidiu tentar a experiência. E deu resultado. A coisa ainda mais estranha era que, ela, a própria criadora dos objetos, não os podia ver. Era escultora. As suas pequenas estátuas vendiam-se facilmente. Porque não eram caras, mas também pela curiosidade dos amadores que queriam possuir uma estátua, um busto, uma flor, formada na argila por uma pessoa com a sua condição.
Tudo o que diziam dela, ela ouvia. Nunca lhe veio à ideia responder. Aceitava que as pessoas pensassem dessa maneira mas recusava-se categoricamente a deixar-se levar a aceitar condescendência e generosidade originada pela culpa. Tinha novos amigos, alguns que também não podiam admirar o Mundo, outros que desejavam sempre descrever o que ela não podia ver para que lhe fosse possível imaginar ou comparar com a lembrança de tudo o que vira no passado. O seu filme privado ainda estava vívido, fresco. Ela nunca se esquecia de rever tudo o que tinha amado ver. As lembranças, se bem que em menor quantidade, ainda ocupavam o olhar da sua memória.
termina no dia 21 de outubro...
Dulce Morais
Como construir uma família feliz
Para construir um alicerce familiar
deve-se utilizar o ingrediente principal
Muito Amor para que possa firmar
depois zelo de um jeito especial
Em seguida, erga paredes de confiança
com uma linda pintura de fidelidade
Que segurarão seu teto de aliança
E formarão um lar digno de lealdade
Quando ela estiver firme e completa
com bastante carinho deverá ser regada
Assim, ela se tornará uma família repleta
de Amor e paz para sempre ser amada
deve-se utilizar o ingrediente principal
Muito Amor para que possa firmar
depois zelo de um jeito especial
Em seguida, erga paredes de confiança
com uma linda pintura de fidelidade
Que segurarão seu teto de aliança
E formarão um lar digno de lealdade
Quando ela estiver firme e completa
com bastante carinho deverá ser regada
Assim, ela se tornará uma família repleta
de Amor e paz para sempre ser amada
Morra, mas continue vivo
Eu morri e Estou vivo
Pois matei em mim
Todo desagrado infinito
Que me corroía assim
Exterminei o sentimento
Rancoroso que insistia
Permanecer todo tempo
E que eu sempre sofria
O ódio e a insensatez
Diziam-me com orgulho
Perca toda sua lucidez
E se encha de entulho
A ira e tal da inveja
Batiam-me para valer
E toda essa corja
Faziam-me apodrecer
Para que viver eu conseguisse
Uma decisão eu fui tomar
Não deixaria mais que agissem
E as impurezas eu iria matar
Matei a tudo num afogamento
Pois insistiam em me dominar
Ira, inveja e discórdia batendo
Para meu coração destroçar
Pois matei em mim
Todo desagrado infinito
Que me corroía assim
Exterminei o sentimento
Rancoroso que insistia
Permanecer todo tempo
E que eu sempre sofria
O ódio e a insensatez
Diziam-me com orgulho
Perca toda sua lucidez
E se encha de entulho
A ira e tal da inveja
Batiam-me para valer
E toda essa corja
Faziam-me apodrecer
Para que viver eu conseguisse
Uma decisão eu fui tomar
Não deixaria mais que agissem
E as impurezas eu iria matar
Matei a tudo num afogamento
Pois insistiam em me dominar
Ira, inveja e discórdia batendo
Para meu coração destroçar
Hoje estou vivo e feliz
Pois eles não irão voltar
Meu coração sorrindo diz
Agora sim eu poderei amar
Pois eles não irão voltar
Meu coração sorrindo diz
Agora sim eu poderei amar
Desabafos Poéticos

Clama a alma do poeta
Uiva alto feito lobo
Grita escreve e interpreta
Ele é tudo menos bobo!
Sofre a dor da despedida
De uma partida sem volta
Sua essência tão sofrida
Nem o desabafo o conforta!
Chora letras em alvas páginas
Declama um puro lamentar
Converte tudo em cristais lágrimas
Desde o deitar ao levantar!
O sofrimento que lhe atinge
Como flecha cravada ao seio,
Essa dor que ele finge
Engana só quem não é do meio!
Pois quem é conhece tudo
O cérebro e seus pensares estéticos
Esse conhecimento de mundo
Gritam os desabafos poéticos!
Por Osny Alves
Intrigante olhar
A flor do campo foi arrancada
ao olhar para a avenida sentiu-se perturbada
Viu pessoas levando vida de atleta...
Andando em cima de corda bamba
iguaizinhas a um profeta
Neste ping-pong/pong-ping
atleta corre com pressa
poeta desobedece...
Flor no olhar
poeta a sonhar
imaginar
sensibilizar
gozar!
.
Um diamante em bruto
Um dia, por acaso,
encontrou o Amor. Não percebeu
bem o que segurava na palma da mão, era como que um diamante em bruto, meio
tosco, mas com um brilho intrigante, reflectia uma luz que não sabia de onde
vinha.
Não ponderou sequer deixá-lo ali,
protegeu-o entre os seus dedos fortes e seguiu.
O Amor começou a dar sinais de inquietude,
sentia-o a mover-se na sua mão fechada. Abriu-a e o Amor cresceu, tinha agora
que o transportar ao colo, melhor assim, mais perto do coração, aonde deve
estar.
O Amor acompanhava-o, estava lá quando
adormecia e quando acordava, sentia-o aconchegante nas noites de frio.
E mais espaço o Amor conquistou, hoje
transporta-o às costas. “Estás a ficar corcunda”, dizem-lhe. Mas ele não se
importa, tem um diamante em bruto, meio tosco sim, mas com um brilho
intrigante, reflecte uma luz que não sabe de onde vem…
Continua ali, como quando o segurou pela
primeira vez nas suas mãos, parecia frágil… Cresceu…
![]() |
| Foto da web, Autor desconhecido |
Novo Colaborador ARTISTA PLÁSTICO CARLOS SARAMAGO
CARLOS SARAMAGO
Carlos
Saramago Nasceu em Abrantes em 1972.Autodidacta,começa a pintar desde muito
cedo. Exposições 1989 Colectiva,,Galeria do convento de S.
Domingos,Abrantes.1989/90 A DESTRUIÇÃO DO OZONO exposição organizada pelo
instituto da juventude de Santarém/ Teatro VARIÉTE DE ASCONA,Suiça/Colectiva na
Galeria "AAA Ascona",Suiça.1993 Museu do Hospital Civil de
Legnano,Itália.1996 8º Feira Mostra de Mação/Biblioteca Municipal António
Botto,em Abrantes.1998 Biblioteca calouste Gulbenkian,Mação/ II Feira de
artesanato e Gastronomia de Mação/Bar "Tea For
Two",Abrantes/Natal-Galeria da Câmara Municipal de Mação.1999 Café Bar
"Chiado",Abrantes/Bar "Tea For Two",Abrantes/3ª Feira de
Artesanato e Gastronomia,Mação/retrospectivas da Imaginação,Bar Concerto
"Zona Forte,Gavião/Participa na II Rave artística Nacional,organizada pela
"Lanterna Magica",Centro Português de Arte e Cultura,Lisboa.2000
Colectiva no Centro de Juventude de Oeiras, Lisboa 2001 Café Bar
"Piazza",Abrantes/ Expõe no Porto,Rua Santa Catarina 2002 XXII Festival Nacional de gastronomia de
Santarém.2003 A Convite de António Carlos Gomes COLOSSO
Entertainment,participou no programa em directo,da SIC,"À Sombra da
Bananeira",Nazaré.retratos a carvão,-"Ecomarché-Mação/Café "O
Cantinho do Nelson",Mação/ Bar"Orellas",Ordenes,Espanha/outros
bares em Santiago de Compostela,coruña, Ayamonte,Sevilha e Tenerife/XII Mostra
e venda Artes e Ofícios do concelho Alcanena/Retratos e Caricaturas na XXIII
Feira de gastronomia de Santarém/XIV Feira Nacional de Artesanato & Gastronomia
Marinha Grande.2004 Colectiva ARTISTAS MAÇANICOS,Salão Primavera,biblioteca
Calouste Gulbenkian,Mação/12ª Mostra de Mação.2005 Participa na XIII Mostra de
Artes e Oficios de Alcanena/"Fabricados como sonhei",Café
central,Mação/Escola Superior de Tecnologia de Abrantes-04 Encontro de
comunicação/Participa nas actividades "Mação Total 05"/"CARLOS
&CARLOS",galeria da Biblioteca Municipal de mação,reportagem RTP1 e
RTP2(regiões)/XXI Mostra Nacional de Artesanato de Tomar/Café"Tà
Mar",Nazaré -2005/Participa na XIV Mostra de Artes & amp; Ofícios
Alcanena.2006 Participa na "Exposição etnográfica da Zona do Pinhal
Interior Sul,escola Tecnológica e profissional de Sertã, Albegoria Sertã.2007
Colectiva "O Sagrado e o Profano"na Galeria Municipal de Abrantes/É
convidado pelo Manuel Luis Goucha para o Programa "Voçê na TVI", TVi.
Participa na V Bienal Artes Plásticas,Nazaré.2008 participação na feira mostra
de Artes e ofícios de Alcanena Expõe pela 2ª vez na Exposição etnográfica da
Zona do Pinhal Interior Sul,escola Tecnológica e profissional de Sertã,
Albegoria Sertã-2009
2010-Colectiva
;Galeria Municipal de Arte de Abrantes,(pequeno formato)2013_
-Leiria,LEIRIAARTES
DE 2013,
-Exposição
de Pintura junta freguesia de Mação,
-Entronc`Arte
2013 , Entrocamento ,-Exposição colectiva_Ponte de Lima Emérita Art2013 . Axis
Hotel ponte de lima - Curadoria de Artes de KIM MOLINERO-1 junho a 27 de julho 2013-Exposição PÓVOA DE VARZIM (VERMAR)
- FÉRTIL' ART2013 - 24.08.13 a 24.10.13, com a Curadoria de Artes de KIM
MOLINERO!
-Artshow
2013 -caldas da rainha
Um De Seus Trabalhos:
Frida
Kahlo, meus olhos tudo refletem...
PARA CONHECER MAIS CLIQUE AQUI!
Renuncie
Para que se tenha cura
De toda a infelicidade
Renuncie com bravura
Toda espécie de maldade
Pense antes de falar
E não irá se arrepender
Do que não poderá calar
E do que se submeter
Palavras bem medidas
São sempre eficazes
Sendo bem cumpridas
Evitam muitos males
Use-as com sabedoria
Aqueça-as num calor
E viva bem todo dia
Cultivando muito Amor
Pois só o Amor poderá
Trazer-lhe a libertação
Que ninguém conseguirá
Tirá-la do seu coração
De toda a infelicidade
Renuncie com bravura
Toda espécie de maldade
Pense antes de falar
E não irá se arrepender
Do que não poderá calar
E do que se submeter
Palavras bem medidas
São sempre eficazes
Sendo bem cumpridas
Evitam muitos males
Use-as com sabedoria
Aqueça-as num calor
E viva bem todo dia
Cultivando muito Amor
Pois só o Amor poderá
Trazer-lhe a libertação
Que ninguém conseguirá
Tirá-la do seu coração
Princípios de uma sociedade
Os homens caminham perdidos
Deram as costas para os feridos
Pois vidas dolorosas escolheram
E do importante se esqueceram
Crianças morrendo por dia
E famílias vivendo na agonia
Mas unidas vivem em oração
Pedindo apenas um pedaço de pão
Muitos preferem a riqueza
E outros vivem na pobreza
E todos os dias eles sofrem
Por falta de comida morrem
O sistema desse mundo
É miserável e vagabundo
A ganância os cegou a toda
E o restante que se exploda
Dignidade e caráter se esperam
De governantes que se puseram
A nos ajudar no que fosse preciso
Mas que criaram um falso paraíso
Paraíso esse de dinheiro e poder
E humilhados sem poder nada fazer
Eles esperam um dia poder ver
Um novo dia em que poderão viver
Viver num mundo sem maldade
Que valores como a lealdade
Integridade caráter e a verdade
Sejam princípios de uma sociedade
Deram as costas para os feridos
Pois vidas dolorosas escolheram
E do importante se esqueceram
Crianças morrendo por dia
E famílias vivendo na agonia
Mas unidas vivem em oração
Pedindo apenas um pedaço de pão
Muitos preferem a riqueza
E outros vivem na pobreza
E todos os dias eles sofrem
Por falta de comida morrem
O sistema desse mundo
É miserável e vagabundo
A ganância os cegou a toda
E o restante que se exploda
Dignidade e caráter se esperam
De governantes que se puseram
A nos ajudar no que fosse preciso
Mas que criaram um falso paraíso
Paraíso esse de dinheiro e poder
E humilhados sem poder nada fazer
Eles esperam um dia poder ver
Um novo dia em que poderão viver
Viver num mundo sem maldade
Que valores como a lealdade
Integridade caráter e a verdade
Sejam princípios de uma sociedade
Escuridão – Capítulo III
![]() |
| Arte: Autor desconhecido |
Escuridão – Capítulo III
A noite continuou a preencher a sua visão, deixando cada vez menos luz. A bengala-guia foi comprada, o pequeno apartamento apetrechado com os aparelhos que lhe iriam facilitar o quotidiano. As pontas dos dedos ainda não se tinham habituado às letras inventadas por Louis Braille, mas aprendiam aos poucos. Já encontrava as marcas gravadas nas moedas quando ia tomar café para deixar o troco em cima da mesa. Também já conseguia identificar o pacote de leite e distingui-lo do de sumo de laranja. Descobriu que, afinal, ainda podia ler. Claro, não era com os olhos, mas com os ouvidos. As gravações em CDs de obras literárias eram poucas e nem sempre encontrava disponíveis os textos que queria descobrir, mas a sua mãe, que tinha a particularidade de ter sido dotada de uma voz encantadora, dedicava os seus serões a gravar, num pequeno aparelho que adquirira para o propósito, os livros mais recentes que sabia que a filha iria gostar. Foi assim que a sua coleção de livros foi crescendo e que lia ainda mais do que no passado. É verdade que, quando podia ver, a leitura era uma atividade que exigia uma concentração dirigida exclusivamente para as páginas imprensas. Agora que ouvia livros, podia ao mesmo tempo aquecer a água para o chá ou pentear o cabelo, concertar as almofadas do sofá ou limpar a mesa.
Uma manhã, ao acordar, compreendeu que a cor tinha desaparecido da sua vida. O calor do sol que entrava pela janela aquecia o seu rosto mas ela não podia já distinguir as partículas de luz. Já estava preparada há muito para esse dia e não se assustou. Ficou só triste, e chorou. Não acusou a vida. Não acusou o destino. Nem a má sorte. Nem a doença. Chorou de saudades. Chorou da ausência da beleza das imagens que jamais poderia rever. E acalmou. Lembrou-se das viagens, do encanto das cores que guardaria na sua memória por relembrá-las com frequência para as manter vivas. E fez o seu filme privado, na sua mente, composto das maravilhas que vira nos meses anteriores. Voltou a dormir, cansada pelas emoções que tinha vivido, sem mesmo sair da cama. Quando acordou, não sabia que horas poderiam ser. Encontrou às apalpadelas o relógio especialmente concebido que lhe permitia saber as horas com o toque e descobriu que já passavam das onze da manhã. Lentamente iniciou a sua nova vida na escuridão.
Continua no dia 14 de outubro...
Dulce Morais
A viagem
Tudo começou naquela noite
Quando não sabia o que pensar
Senti algo acontecer tão forte
Forçando-me urgente a viajar
Não sei ao certo do que se tratava
Mas deduzi que uma hora talvez
Com aquelas cenas que tanto olhava
Aos poucos perderia minha lucidez
Viajando em meus pensamentos
Pude observar tudo claramente
Que a maioria dos sentimentos
Estavam gritando silenciosamente
Uma história varreu minha mente
Fiquei olhando tudo paralisado
Mas quando inconsequentemente
Um pedaço de mim ficou abalado
O Amor estava chorando baixinho
Fitando aquilo, meu coração sofria
Ao ver meu Amor naquele cantinho
E o motivo daquilo, eu bem que sabia
O Perdão me dizia em alto som
Que queria muito se libertar
Analisando achei um lado bom
Que estava na hora de eu amar
Se eu amasse e perdoasse mais
Teria muito Amor e perdão a beça
E aquelas horríveis cenas jamais
Voltariam a corroer a minha cabeça
Voltando aos poucos a mim
Peguei-me em pensamento calado
E não veria sem uma viagem assim
O quanto deles estava distanciado
Filho
Filho é uma dádiva
Escrita num olhar
Doce e cheio de graça
Difícil de não amar
Em suas primeiras fases As descobertas aparecem
O que é isso e aquilo
E ainda se aborrecem
Mas nada se compara
Aquele lindo olhar
Com aqueles sorrisinhos
É difícil não apertar
Ao chegarem da escola
Ansiosos para contar
O que tanto aprenderam
E aquela música cantar
Lições aqui vêm e vão
E alegria também de ver
Com aqueles ensinamentos
Aquela linda criança crescer
Um filho é uma benção
Um coração limpo e puro
É o melhor dos melhores
Presentes desse mundo
Difícil de não amar
Em suas primeiras fases As descobertas aparecem
O que é isso e aquilo
E ainda se aborrecem
Mas nada se compara
Aquele lindo olhar
Com aqueles sorrisinhos
É difícil não apertar
Ao chegarem da escola
Ansiosos para contar
O que tanto aprenderam
E aquela música cantar
Lições aqui vêm e vão
E alegria também de ver
Com aqueles ensinamentos
Aquela linda criança crescer
Um filho é uma benção
Um coração limpo e puro
É o melhor dos melhores
Presentes desse mundo
O poder do Amor
Amor gera confiança
Selando uma aliança
De corações iguais
Que vão amando mais
Amor gera sensatez
Contra toda estupidez
Causada por insanidade
Que gerará deslealdade
Selando uma aliança
De corações iguais
Que vão amando mais
Amor gera sensatez
Contra toda estupidez
Causada por insanidade
Que gerará deslealdade
Amor gera amizade
De uma cumplicidade
Tamanha e maravilhosa
Doce, gentil e generosa
Amor gera bondade
E toda essa caridade
Que habita nos corações
Harmonizando uniões
Amor gera satisfação
De ter Amor de montão
Para os demais passar
E o mundo transformar
De uma cumplicidade
Tamanha e maravilhosa
Doce, gentil e generosa
Amor gera bondade
E toda essa caridade
Que habita nos corações
Harmonizando uniões
Amor gera satisfação
De ter Amor de montão
Para os demais passar
E o mundo transformar










