Quem sou eu?

Danka Maia é Escritora, Professora, mora no Rio de Janeiro e tem mais de vinte e cinco obras. Adora ler, e entende a escrita como a forma que o Destino lhe deu para se expressar. Ama sua família, amigos e animais. “Quando quero fugir escrevo, quando quero ser encontrada oro”.

PESQUISA DE OUTRO MUNDO! Na página "Tenha Medo"







PESQUISA DE OUTRO MUNDO!

Mas lembre-se:CERTAS COISAS SIMPLESMENTE 

EXISTE INDEPENDE SE VOCÊ CRÊ OU NÃO NELAS.

Bora Conferir!








BEIJOCAS!


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CRISÁLIDA

Foto da web
Como todas as borboletas, começara por ser crisálida, frágil, envolta no seu casulo protector, talvez desinteressante, achariam alguns.
Mas descobriu que, se quisesse, podia transformar-se em borboleta.
E, apesar das dúvidas que a assaltavam, deixou que as asas crescessem, deixou que a côr  as invadisse, e rasgou a película que lhe tinha servido de casa por tanto tempo.
Gostou da sensação nova, de voar, de cortar o vento, de escolher os caules onde pousar, de procurar pólen, de se deixar estar nas flores do prado, desfrutando de um pouco de sol.
Mas, ao contrário de todas as outras borboletas, um dia voltou à pequena planta onde pela primeira vez voou.
Enrolou-se nas suas próprias asas, indiferente a como estavam mais coloridas, e tapou-se com o que restava do velho casulo.
Não sabe bem quanto tempo lá ficou. Talvez tenha sido apenas alguns dias. Ficou até que uma outra borboleta ali passou. Ficou talvez com curiosidade sobre com aquela estranha crisálida, creio que a reconheceu, bateu à porta, não obteve resposta, está um dia lindo, disse, anda, sai, ainda há tanto para voar.
Sem movimento de resposta, seguiu.
A borboleta-crisálida espreitou para fora, viu o sol, o dia, o céu. Sim, queria sair, voar. Já descansara.

Isa Lisboa


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PALINHA DO QUE ESTOU PREPARANDO PARA VOCÊS...por Danka Maia,


          

 Ela me enfeitiçou no tempo, no exato segundo em que meus olhos repousaram sobre sua figura. Era diferente das demais. Um ar singelo com toques de nostalgia de uma absurda argúcia sobrepujada a um charme que se alastrava pelos poros de uma moça quase de família. Sentou-se repousando a bolsa de fina estirpe em cima da mesa fria da sala de interrogatório, fitou com seus densos olhos verdes e simplesmente balbuciou:

_Diva.

E em treze anos de carreira como investigador foi a primeira vez que eu não soube o que mencionar e ligeira, notando-me descompensado prosseguiu:

_Sou o crime e o Senhor a Lei Doutor Otto Dellavila?

Tomado pelo seu vestido rosa clássico de tom quase angelical, salvo pelo tórrido batom vermelho que abrilhantavam seus lábios para mim, assumi fôlego e a rebati:

_E se formos?

A postura na cadeira mudou, o objeto rangeu na sua severa inclinação em minha direção e dentro dos meus olhos foi doce invasora:

_Então um de nós vai deixar de santo ou demônio.

_Mas não sou um demônio Senhorita Diva Orleans.

E ali confessou-me num adocicado sussurro:


_Os melhores, nunca confessam. - E volveu a sua postura anterior.




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Passou nosso tempo


                                                 

Se não há encanto
odor também desencanta
triste solidão
 
Claudiane
 
Imagem: Google
 


 
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VEM CHEGANDO LIVRO NOVO...



Cinco mulheres.
Cinco lindas, estonteantes e poderosas mulheres.Um passado atormentador as interligam numa linha do tempo completamente confusa mas extremamente excitante.Um tabuleiro de xadrez onde as peças foram substituídas de peões por Damas...
A morte é sempre cruel,mas quem disse que ela não pode ter Etiqueta...
Qual o segredo tenebroso e ao mesmo tempo maquiavélico une essas cinco mulheres...
Amor,Ódio,Inveja,Intriga,Poder
Eis os elementos perfeitos para a equação desta trama macabra que vai virar a sua cabeça,
 um suspense como você nunca viu!


BREVE!


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DANKA MACHINE EM 2014




SAUDAÇÕES LITERÁRIAS GALERA!!

Enfim nos encontramos em 2014!
Que os bons fluidos,pensamentos positivos, fé e muito trabalho cerquem todos nós neste ano abençoado que está só começando!
Fiquem certos de que este  Time de Talentos esboçados no Post ai acima fará de tudo e um pouco mais para que sua estadia aqui seja cada vez mais como o nosso slogan:
INTENSIDADE SEM LIMITES!
Eu,Danka Maia, Jana Bragança,Nana Pauvolih,Gaio Montemor,Simon Poeta Colunistas Oficiais até o momento estamos labutando para abrilhantar,entreter e enriquecer esse instante de prazer nosso em tê-lo aqui!

Vem Muito Boa Por Ai!

Beijocas!


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Caminho


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VEM AI SUPERA RACLANA!





 Olá Galera Machine! Pois é, novidades chegando e bombando para vocês! A partir do dia 06/01/2015 vocês poderão acompanhar as loucas aventuras da adolescente mais insana de Saquarema aqui no Danka Machine.
Isso mesmo, as terças e quintas os capítulos de Supera Raclana serão postados para que você leia e se divirta muito com essa linda história.
Poucas pessoas sabem, mais esse livro é quase uma biografia da vida das minhas sobrinhas Ana Clara e Ana Alice comigo e minha mãe. Usei o passado delas e recriei um futuro onde elas já são adolescente que aprontam de tudooooooooooooo!
 Não percam, vale muito a sua conferida!



Essa é a verdadeira Raclana, Clara Silva:



Essa a Ecila, Alice:



As duas e verdadeiras Raclana e Ecila!



Então não esqueça, dia 06/01/2015 tem SUPERA RACLANA!

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2014

Que seja... o que não foi...
que se realize... os sonhos que guardei...
que seja verdade... as minhas quimeras...
que me ame... os amores que amei...

Que seja poesia... as falsas palavras que gritei...
que não seja utopia... as imaginações que imaginei...
que perdoem-me... os homens que apunhalei
que eu perdoe... os que me odiaram...

Que tenha em mente... que só se ama se for amado...
que aprenda enfim... o valor de um carinho...
que confie mais... nas pessoas que tenho comigo...

Que seja mais... as felicidades que proporciono...
que sejam grandes... as felicidades que tenho...
Que haja... sempre boas loucuras...
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Retrospectiva 2013- UMA NOITE QUALQUER Por Danka Maia

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Retrospectiva 2013-A MENINA QUE NÃO ESTAVA LÁ Por Danka Maia

Ninguém nunca se importou se era cedo ou tarde feito o dia.
 
Ninguém nunca se ocupou se ela mesma existia,
 
Ninguém jamais perguntou se ela se quer comia.
 
Assim seguia a vida.
 
Podia ser em casa,
 
Podia ser na lida,
 
Podia ser na rua.
 
Até mesmo na escola,
 
Ninguém nunca sabia.
 
Mas chegou a hora enfim
 
  Que a vida não avisa.
 
 
 
 
                                                     Procuraram na escola.
 
Procuram na rua,
 
Procuram em casa,
 
Procuraram na saída.
 
Agora se tornou tarde,
 
E o passado virou lembrança,
 
Sentiram falta do que nunca viram como nada.
 
É verdade? Sumiu Shangrilá?
 
Um rosto curvou-se consentindo.
 
Sim. Sumiu a menina que nunca estava lá.



 
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Te sinto


As letras aqui irão contribuir
Um parecer do meu caminhar
Onde direi um pouco do sentir
Junto ao passo do meu respirar

Sempre que sinto aquela imagem
Lembranças inundam meu coração
Quando pisco para a linda paisagem
Explodo em alegria e perco a noção

E alimentando-me com os dizeres
Fortifico-me com uma felicidade
Onde toques são unidos em prazeres
Que quero para toda eternidade

E quando entro em seu pulsar
Sou guiada por uma emoção
A te ouvir eu começo a chorar
E sou amarrada ao seu coração
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Esperança no milagre





Que durante este Natal um milagre aconteça para todos os leitores e autores do Beco das Ideias e fiquem todos impregnados de paz.

Que os frutos dessa paz interior, possam enfeitar e perfumar os caminhos daqueles que precisam
de uma palavra, de uma escuta, de um sorriso, de um conselho, de um abraço, de uma oração , de um Deus no coração, de alguém que lhe de a mão.

Que o Natal fique decretado todos os dias restantes de nossas vidas, e o perdão seja o prato mais apetitoso.
                                                              Claudiane Ferreira



                                                       Poema de Natal - Vinícius de Morais

                                                  Interpretação Ricardo Blat e Camila Morgado


 
 
Que o enfeite mais esplêndido de sua árvore seja o brilho de  sua luz interior.
 
Obrigada a todos.
Boas festas!


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VOTOS DE BOAS FESTAS DO DANKA MACHINE


"Natal é tempo...

 de dar um toque na vida com as cores da esperança, da fé, da paz e do amor. Também é tempo de preparar, em nosso coração e em nosso lar, um espaço para acolher as sublimes lições da Sagrada Família de Nazaré e aceitar as inevitáveis surpresas da vida.

  Natal é tempo...

 de olhar para o céu, encantarmo-nos com a luz das estrelas e seguir a estrela-guia. É tempo abençoado de dar mais atenção à criança que mora em cada um de nós e às que encontramos em nosso peregrinar, à procura do caminho que nos leva ao Deus-Menino.

  Natal é tempo...

 de mais uma vez ouvir, acolher e repetir a mensagem alegre dos Anjos de Deus. É tempo de acalentar sonhos de harmonia e paz e, olhando para os “anjos aqui na Terra”, dar a nossa contribuição, para tornar este nosso espaço um pouco mais parecido com o Céu.

  Natal é tempo... de contemplar o Menino Jesus e Sua Mãe e envolvermo-nos em silêncio orante. É tempo de agradecer as manifestações de Deus e deixarmo-nos extasiar por esse Divino Amor que, na fragilidade de uma Criança, nos braços de Maria, veio iluminar nossa fé.

 Natal é tempo...

 de olhar para o mundo, alimentar a chama do amor e apreciar o milagre da vida. É tempo de seguir com atenção e humildade os passos dos pastores e os daqueles que têm coração simples e, em gestos de ternura, sintonizar mentes e aconchegar corações.

  Natal é tempo...

 de pensar no irmão próximo e distante e de colaborar para o renascer do amor. É tempo de, amorosamente, recompor a vida, perdoar e abraçar, com a ternura e a misericórdia do Coração de Deus, os registros de nossa infância e dos anos que já vivemos.  Na jubilosa esperança do Natal de Jesus Cristo, estejamos atentos para perceber e realizar o bem que estiver ao nosso alcance e sermos um compreensível eco da mensagem de paz daquela noite em que, gerado por obra do Espírito Santo, de Maria nasceu o Salvador."

SEJAMOS TODOS SENSIVEIS QUE ESPÍRITO PRECISA RENASCER A CADA DIA...

Votos de Danka Maia,Jana Bragança e de todo time de talentos que fazem o DANKA MACHINE.

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O Conto do Castelo assombrado

Parte II

                O dia raiava, os raios solares cavalgavam pela janela e o meu medo também. Cada um dos meus pelos podiam sentir claramente um pavor doentio e um medo do próprio medo. O que havia de fazer, não tinha como evitar aquele dia, contudo não esperava que fosse tão cedo... Aconteceu, tudo que temia.
                Há uns duzentos anos,  logo depois da floresta que presenteia o bosque do castelo, vivia lá um homem, o próprio Barão de Austerficher. O Barão não era humano, era um homem sanguinário e doentio, tinha sede de sangue... Até hoje o temo...
                Certa noite a mulher do Barão apareceu morta na janela, não havendo mais nenhum suspeito ele foi jogado para fora de casa e segundo alguns diz fora morto, mas antes jurara terrível vingança e agora não parecia que ele ainda gelava dentro de uma cova, longe disso. Será eu o próximo cadáver.
                Meu pior dilema não mais era morrer, é claro que isso seria terrível, mas tinha piores problemas, o que fazer com o corpo do Conde. Decidir que enterraria e enterrei o corpo do Conde quando o sol se aproximasse do centro do céu. O carro dos deuses levaria o Conde para o paraíso eterno, ou para o triste inferno das almas.

Parte III

                Enterrado o Conde tinha eu agora outra complicação, o Leão voltou, sabia exatamente o que aquilo significava e para mim não era nada de bom, não poderia...
                “Escrevi isto com uma espada enfiada e minha costa e não tenho mais tempo de continuar, não tenho mais como. Acho que minha hora chegou, descansarei eu com o mal que me aguarda nas profundezas do abismo, quanto ao Leão, o Leão voltou...”.

                
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Memórias de Natal


Costumava ir com a minha mãe cortar um pinheirinho para o Natal, e depois apanhar musgo para fazer o presépio. Inevitavelmente voltava destas aventuras com a roupa um pouco molhada e com as mãos impregnadas de terra e resina. Mas com o meu sorriso de criança bem aberto.
Seguia-se a colocação da árvore no sítio mais bem escolhido. As luzes, as fitas de Natal com muitas cores, bolas e sinos brilhantes, uma estrela de papelão colorido.
Depois, espalhava o musgo pelo chão, juntava os pedaços num puzzle perfeito. Precisava de um manto verde extenso, o espaço parecia ser sempre curto para colocar todos os participantes do presépio. A cabana onde colocava o berço, com uma estrutura improvisada cada ano, e coberta com os pedaços de musgo mais bonito. Aos Reis Magos, juntavam-se o pastor, com as suas ovelhas brancas, o pescador ao lado de uma ponte... e se existia uma ponte, era preciso retirar um pedaço de musgo para transformar um simples plástico azul ou um velho espelho num rio. Ao fundo, o castelo, que estava num monte, também ele construído com o que existia à mão, e coberto por musgo, mantendo o efeito. A ligar estas personagens, umas mais improváveis que outras, um caminho de neve, inventado com produtos da despensa lá de casa.
As prendas aconchegavam-se ao lado da árvore. Sentia uma imensa curiosidade infantil que me levava a pegar nas prendas, sentir o formato, abaná-las. Tentava perceber o que se escondia dentro do papel de fantasia, mas nunca abria as prendas antes do tempo. Gostava da antecipação, deste pequeno jogo de adivinhação.
Lembro-me bem deste pequeno combate que travava com a minha curiosidade, com a vontade de descobrir o mistério. E do cheiro a terra molhada, não o cheiro a terra molhada do verão, a terra molhada que vinha agarrado ao musgo e o cheiro a pinhal que ficava na minha sala. Tudo isso dava mais brilho ao conjunto.
Lembro-me do aroma dos fritos de abóbora, a minha missão em criança era a de adoçá-los com canela e açúcar, que misturava meticulosamente, procurando a dose certa de cada um. E lembro-me do cheiro do café,  que ainda não podia provar. Anos depois, apenas gostava daquele café com os doces de Natal.
São estas recordações que ainda me fazem gostar tanto do Natal, ainda que já use menos fitas e que o meu presépio seja agora mais pequeno. Mas só os acessórios de Natal diminuíram. Continuo a enfeitar o cantinho da minha sala - agora no meu apartamento da cidade - com o mesmo sorriso de antes, com a mesma ansiedade para ligar as luzes e vê-las a piscar, a mostrar que o Natal vem aí. Continuo a misturar a canela com o açúcar...
É talvez a lembrança da Felicidade pura de quando somos crianças. Mas também a Felicidade que ainda consigo ver nos adultos nesta altura.
É uma altura em que as pessoas são mais solidárias, mais disponíveis para estar um pouco com os outros. Dizem alguns que nesta altura todos fazem num mês o que deviam fazer durante todo o ano, e que é uma época de consumismo. Sim, isso também é verdade, mas ainda vejo o espírito verdadeiro de Natal em algumas pessoas. Ainda existem pessoas que sabem que um abraço, um sorriso, uma mão, um ombro, uma palavra simpática, valem infinitamente mais que um presente embrulhado. E é isso que faz o Natal e é por isso que gosto genuinamente desta altura do ano.
E em cada noite de Natal, mesmo agora já crescida, consigo por um momento lembrar-me daquela criança loira, sentada no chão, a olhar para as luzes de Natal a piscar, simplesmente e apenas feliz.
Deixo aqui o meu simples desejo de Natal: que nos lembremos de como uma pequena luzinha nos pode fazer felizes, nem que seja apenas por uma noite.

Foto: Google

Desejo a todos os colegas do Beco de Ideias e a todos os nossos leitores um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de criatividade e sonhos realizados!

(Regressarei em Janeiro! :) )
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Deixou em Pedaços o meu Coração

Quem me dera se todos os bons fossem eternos,
Ah! Queria eu estar novamente perto de ti...
Queria te ouvir,
E, imitando-te, vestir seus ternos.

Queria eu estar olhando para seus olhos esbugalhados,
Tampados pelos óculos marrons,
Olhar da sua roupa os diversos tons,
Em tecidos diversos e espalhados.

Mas você foi,
E me deixou um consolo,
A beleza de tuas canções...

Não terei uma boa vida sem ti, e depois,
Não sei se me controlo,
Deixou em pedaços, o meu, e os nossos corações!

REGINALDO ROSSI, SENTIREI ETERNAS SAUDADES.

Simon-Poeta
em homenagem a Reginaldo Rossi (um dos meus cantores predilectos)

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Canção de solidão



Ao Rei do Brega

Cantei... desde "garçom"
a "deixa de banca"
não sei mais onde esconder,
a música acabou para mim,
a mesma que curou-me da solidão
e tirou a tristeza de mim...

Hoje passarei uma noite vazia,
como foram todas as noites para mim,
será carregada de melancolia,
sem a música para me servir...

Sentirei tremenda
saudade da música, mas
mesmo com a voz em meu coração
será apenas instrumental, não
sei o que faço sem Reginaldo...

Ainda sou novo e não posso beber,
não tenho amigos na boemia,
só posso querer esquecer...
Segue sem ritmo a canção,
não tem mais ritmo sem o rei,m
enterro-me no brega e na solidão,
até que a morte venha me envolver...
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Pesadelo

Quero sonhar,
Beija-me a noite também,
Faça-me refém desse seu jeito de cantar.
A vida deu-te a mim,
Não quero lhe devolver,
Só sei sonhar você, seja isso bom ou ruim.
Vem, usa-me,
Vem, toma-me,
Sinta meus beijos,
Viva minha vida, em seus desejos,
Oh! Meu querido (sonho)...
Quero te amar,
Minha vida vem a teu encontro.
Pois meus momentos,
E meus cantos,
Vem nos contos que invento,
A melancolia,
No meu sopro de vento,
A "desalegria",
De agonizar morto,
A morte de alguém que por lá passaria.
Então, acordo desse pesadelo,
Pois o despertador toca na agonia,
E desperta minha dor,
Desperta dor,
Desperto a dor.
Deposto o amor,
Demais pro senhor.
Digo-te esse pesadelo,
Esse sonho passageiro,
Essa história que morreu,
Logo de manhã,
Quando quem acordou pra vida real,
Não fui eu.


Simon-Poeta
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Desejo Carnal


Eu sei bem o que é amar,
Não é somente alto sonhar,
Faz parte também do prazer,
De usar você...

Sei a verdade sobre nossos beijos,
Sei de cór os seus desejos,
Acompanho seus fetiches,
E tudo que mais me exiges.

Beijo-te, fica louca,
Tira a roupa,
E vem a meu encontro,
Para esse eterno encanto.

Ali há amor,
Não se deixa um dor,
Conta desse sentimento tomar,
O amor é sonho de sonhar.

Tudo que vivi com você,
Pode crer que
Jamais se apagará,
Na cronologia que não pensa em parar.

Desejo-te carnalmente,
Entra em minha mente,
Bebe meus pensamentos,
E encante meus momentos.

Não vivo sem te viver,
Só sei olhar pra você,
Seja eu lá cego, talvez,
Ou enquanto esse último mês.

Simon-Poeta
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