Quem sou eu?

Danka Maia é Escritora, Professora, mora no Rio de Janeiro e tem mais de vinte e cinco obras. Adora ler, e entende a escrita como a forma que o Destino lhe deu para se expressar. Ama sua família, amigos e animais. “Quando quero fugir escrevo, quando quero ser encontrada oro”.

14 DE FEVEREIRO,DIA DA AMIZADE!




SAUDAÇÕES LITERÁRIAS!



Amados,o DankaMachine deixa aqui seu agradecimento pela sua amizade sendo caro leitor ou leitora,mas que sempre vem nos prestigiar com nossos textos,poemas,contos,cronicas e todo tipo de escrito que a nossa criatividade permite e você tem nos agraciados com sua fiel presença.


Receba nossa pequena lembrança,porque a amizade seja em que esfera for,sendo verdadeira é o tesouro mais valioso do mundo!




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Multidão escravizada

Voltando meus olhos para aquela multidão
Pude ver claramente o que os acorrentaram
Toda dor e o medo de viver, os dominaram
Pois suas vidas foram tiradas na destruição

Homens hipócritas cegos por suas injúrias
Formaram olhos de medos aos desastres
Aliando-se aos famintos desejos covardes
Criando maldições alimentadas em fúrias

Voltei meu pensar a tão triste multidão
Então consegui ver o que tanto desejava
Oportunidade de mostrar o que é valor

Aqueles homens hipócritas sem coração
Mataram a esperança que a sustentava
Perderam a vez de saber o que é o Amor
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EU TIVE MEDO por DANKA MAIA

Sim, eu sei que nunca fui tua prioridade, nunca fui seu primeiro pensamento ou talvez primeiro alguma coisa. Mas não havia problema, não queria ser o primeiro alguém ou algo, só queria estar ali, perto de ti.
 Mamãe me avisou sabia?Devo admitir, ela boa com isso.Intuição será?

Contudo, inda sim preferi a dúvida de estar ao seu lado do que a certeza de  nunca fazer parte você.Com isto, jamais poderia conviver.

Havia outros, havia amores, que não quis alimentar porque o que me nutria era a sua existência e a sua persistência de me fazer ver que jamais seria alguém para você.

Posso confessar que doeu? Acho que sim, agora onde você está isto não importa muito mesmo, não é?
 Mas me permita falar algo mais? Era ai que eu gostaria de estar. Nessa aparente e inofensiva solidão que teus olhos vislumbram, numa imensidão que deve ser bela, no entanto queria que fosse vazia porque teus olhos jazem nela e em mim mais uma vez não encontram.

Não foi um ato de coragem,e sim de desespero.

Não foi covardia,foi insanidade de uma alma que prefere ter no além do que aqui com alguém tomando o meu lugar.

Não foi justo,mas porque falar de justiça para uma alma ferida como a minha permanece? 
Isto ninguém pensa, e isto ninguém merece.

Sentada apreciando seu corpo inerte e sem seiva me sinto lixo, bicho, mas e daí? Não foi isto que você sempre me chamou?
O gosto do teu sangue é doce sabia?Melhor só a tua saliva, todavia está nunca pude com verdade experimentar.
Só roubei, e fui punida, foram horas contritas que sua mão no meu rosto encontrava guarita,mas não de carinho e sim de penar.

Eu tive medo meu amor!

Sei que abrirão aquela porta, lerão meus direitos, falarão coisas que não posso entender, porém mesmo nesse momento,saiba,eu vou estar pensando e olhando somente para você.
 Na vida e na morte, entretanto a segunda foi a tua sorte porque de mim tua alma livre está. Sou eu quem ficará na vida, supondo que me querias se não te invadisse com a faca que debaixo do sofá jaz.

É demais...

Sabe, as pessoas vão me julgar, vão supor, expor,descrever,narrar, jamais vão é de verdade compreender a natureza desse meu sentimento por você.
É fácil chamar de doença o que não corroí o teu corpo e sim o do outro que você se quer cumprimenta.
É fácil apontar as falhas de caráter e reputação do meu ato. Mas dos teus agravos em meu corpo? Ah... destes jamais vão falar.

Eu tive medo.

E antes de ir sem ti,a não ser aqui neste músculo rochoso que faz meu sangue ruim palpitar,não poderei ver de pé a tua presença que perdi e para onde vou,jamais irei encontrar.

Adeus.

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3246-B: SUGESTÃO DESCONTROLE-TERCEIRA PARTE Por Danka Maia






Num futuro distante,brasileiros foram submetidos a uma condição onde o Sistema dominou absolutamente tudo.
A democracia deixou de  existir por ineficácia.
O sistema cria controlar absolutamente tudo e todos,mas quem pode controlar o Destino?
Uma moça,uma menina,uma guerreira?
Apenas uma mulher que se atreveu amar sob qualquer circunstância!
Boa Leitura!

3246-B: SUGESTÃO DESCONTROLE




Terceira Parte...

Embora soubesse que o aviso de sua amiga fora de suma importância,Lida desconsiderou aquela sugestão quando o bebê mexeu pela primeira vez dentre de seu ventre.Pungente e firme.Lembrou que seu pai contara que a em sua gravidez que a mãe da Terra  cuja lhe deu vida  em seus relatórios garantia que ela era uma criança saudável,serena e muito dorminhoca,nem mesmo chutava.Foi neste preciso instante que a moça refletiu consigo pondo a mão na barriga já saliente:

_Ele puxou o pai.

Entretanto, em seguida  fez a pergunta que mudaria toda sua vida e toda a história daquele Brasil não mais varonil e sim enfraquecido pelo Sistema daquela atualidade.

_Mas quem é o pai?- Ficou ali contemplando a sua indagação e  a esquisitice que aquilo a propunha.Como uma mãe não saberia quem é homem lhe proporcionou gerar uma vida? Como não saber seu rosto? Seu jeito? Sua forma de ver o mundo? Quem era afinal?

 Correu para as fotografias na parede, aquelas pessoas tão felizes  semelhavam saber cada uma quem foi seu pai, sua mãe,desfrutavam e ofereciam aquela felicidade porque sabiam de suas raízes.

E Lida lançou seu olhar para o ventre e viu que isso era bom e um misto de revolução veio em si e foi inda mais aguçado achar numa caixa que guardava embaixo da cama, seu cofre pessoal, um  antigo conto que ficou preso na tela do que chamavam de tablet supostamente de alguém que cria que o homem é a principal causa de toda transformação.
  "Um cientista obstinado em consertar o mundo, mas interrompido por seu filho de cinco anos que a cada minuto vinha com uma nova pergunta sobre seu intento decidiu empenhar o menino uma tarefa a fim de poder  seguir sua pesquisa na tal mutação do planeta. Deu a ao  garoto um quebra cabeça do globo terrestre crendo que ele levaria horas para decifrar o enigma.Minutos depois o menino volta sorridente e diz:
_Montei pai. O senhor está  tentando consertar o mundo ,não é?
Abismado o cientista não creu na desenvoltura da criança apesar de ter ficado orgulhoso do filho.


_Como conseguiu montar o globo terrestre tão rápido?
O garoto o olhou esquisito como uma reprovação na feição:
_Não pai. Não montei o globo. Eu montei o homem que estava atrás do globo.
E o pai arrepiou-se da cabeça aos pés. Como não pensara naquilo? Seu filho tinha decifrado o segredo e dado a resposta que tanto esquadrinhava.
_Você tem razão filho. Fez o certo. Desmontei o homem e você o refez.Tem toda razão,não se pode consertar o mundo sem primeiro restaurar o Ser Humano.
 Lida adormeceu com uma certeza: naquela madrugada iria em busca de respostas e por algum razão intuiu que ir aquele endereço seria um ótimo celeiro.

Na hora desejada, levantou-se cautelosamente e certificou-se que o pai dormira a noite o Sistema desligava a voz de comandos para os mais recatados como era seu caso. A noite pertencia aos sem pátria, ou seja, aqueles que se rebelou contra o Governo do Novo Brasil. Daqueles que não tinham o regulius, em outro ponto vista, dos que acreditavam que a voz rouca dos desvalidos, porém coesos de alma e coragem, dos brasilês (pronúncia correta para aquele que nasce no Brasil) que lutavam para que a voz de um povo sofrido, manipulado, esquecido voltasse ser a voz de Deus.

Naquele tempo havia um sistema de portas dos fundos elaborado por onde desciam roupas para serem limpas a seco,lixos e toda sorte de tarefa domiciliar,e como Lida precisaria passar pelos seguranças colocou a mão sobre o ventre e o acariciando disse ao seu filho:
 
_Vamos fazer isso juntos filho. Creia na mamãe dará tudo certo.

Ajeitou-se no duto escuro e apertado, na verdade 50cm x 50 cm e cuidadosamente apertou os comandos manualmente para não despertar  possíveis obstáculos e aos pouco ia  descendo da sua masmorra hodierna.

Ao sair daquele duto, por um segundo pensou consigo em voz alta?

_Só posso estar louca!

Sair o condomínio não foi um grande problema, para a jovem o revés pior lhe adviria a seguir, andar pelas ruas da cidade à noite. Ela mal conhecia os endereços dos lugares que frequentava a nata da alta aristocracia contemporânea estar ali lhe dava um frenesi, uma adrenalina perigosa e ao mesmo tempo com sabor de viço e lá no âmago Lida notou que uma ponta de coragem brotou dentro de si o que a fez prosseguir com confiança e crendo que daria certo de algum modo.

Morria a brasileira, nascia a brasilês.

Com o olhar determinado adentrou num beco e trocou suas roupas roxas que evidenciavam como uma Mãe da Terra e no corpo colocou a túnica preta e coturnos catados nos escombros da Grande Catarse, os coturnos eram a marca dos rebelados e conhecedora disto colocou o par que guardara com tantas outras quinquilharias para aquela Lei, contudo para a moça, resgate da história de uma Nação que se perdeu permitindo a perda do seu maior bem: A DEMOCRACIA.

Caminhar  livre inda que sem direção, deu a senhorita Tavares a sensação que nunca tinha experimentado,só ouvido:Liberdade; O frescor da brisa noturna batendo em seu rosto sem nenhum olhar  escoltando-a arrancou um belo sorriso da alma que refletiu na sua face com brio e um respiração que permeava entre o leve e ofegante,aquela era a primeira vez que a filha do almirante sentia orgulho de si.Até que alguém passou por ela e a saldou:

_Bora!

Sem ter a mínima noção do que a saudação significava retribuiu ao jovem alto, esguio e de coturnos:

 _Bora.

Decidiu segui-lo desviando totalmente do rumo que tomara. Meia hora de uma caminhada puxada de longe escutava:
"Temos todo tempo do mundo...".
im, a mesma canção que ouvia em seu quarto do que foi um dia uma banda conhecida de Legião Urbana conhecida por letras marcantes, insurgentes e de jovens que acreditavam que na beleza dos versos havia uma revolução a imediata a ser feita por suas mãos e princípios.Escutar aquela música a fez sentir de algum modo que não estava tão longe assim do que aquelas pessoas que estava prestes a se deparar também criam.

E mais uma vez Lida sorriu.

 Lá dentro, a canção terminou e outra adentrou:
"Eu prefiro ser,

Essa metamorfose ambulante,

Do que ter aquela velha opinião

Formada sobre tudo..."
Ao contrário que pensara as pessoas não estavam drogadas, revoltadas, reprimidas ou debeladas pelo nada. Suas feições eram muito semelhantes aos das fotografias em seu quarto. Pareciam livres, soltas, donas de si, eram seres debaixo de uma grande opressão, entretanto ainda sim evidenciavam o espírito de contentamento em suas faces com um orgulho absurdo.

_Bora!

_Bora!

 Saudavam Lida como se ela fosse simplesmente mais uma deles.Sem questionamentos,somente aceitavam e como elas os demais que se agrupavam naquele recinto.

 Até que alguém subiu naquele modesto palanque. O som diminuiu e um homem alto, moreno, cenho fechado, na casa de seus trinta e poucos anos chamou atenção de todos para si antes de falar uma letra se quer. A senhorita percebeu que ali encontrara a primeira autoridade daquele lugar.
_Bora Brasilês!- Seguida da letra B na linguagem para deficientes auditivos, aquela era uma maneira de expressar como se sentiam frente ao sistema: mudos, todavia diferentes dos portadores auditivos não surdos.

Lida abismou-se ao ver todos os saudarem com júbilo. E então descobriu o que era satisfação em ser representado por alguém que se respeita, acredita e acima de tudo admira.

_Ao que pisam em nossa Arena da Liberdade pela primeira vez, saibam que este é o lugar onde um novo Brasil está sendo gerado em detalhes minuciosos, com um capricho que nossos ancestrais não tiveram ao se depararem com Cabral e Cia nem mesmo com espanhóis antes disto.Estamos concebendo um Brasil feito para brasileses.Porque o Brasil feito para brasileiros foi uma farsa já constituída em sua forma de nos intitular, a nossa língua mãe é clara, quem nasce nesse solo é um brasilês jamais um brasileiro. E como um povo pode respeitar, orgulhar ou lutar por  sua Pátria sem nem mesmo sabe a nomeação correta que detém?

Lida se assistiu viva pela primeira vez.

Aquele homem dissertou por quase uma hora sem palavras de ordens, sem inflamas somente contando a história do Brasil, de um Brasil que o mesmo jamais conheceu.

Antes que ele terminasse aquela mulher que lhe dera o panfleto da rua a reconheceu não pelo papel, mas pelo rosto incomum naquela pequena multidão e o mesmo visto algumas poucas vezes ao lado do Almirante Tavares,sabia quer era a sua filha.Foi até a jovem e com muita docilidade e educação pediu que a acompanhasse sendo levada para uma pequena sala cuja porta era escorada com que parecia latões de zinco.

 _O que faz aqui moça?- perguntou sem firulas.

_A senhora lembra-se de mim?- Lida deu como resposta outra indagação. - Eu vim por causa do panfleto que me deu. - Tirando de dentro da túnica o panfleto tão judiado.

A mulher leu o panfleto, respirou abaixando a cabeça abriu a porta e pediu a uma mocinha que mandasse chamar Dante.

E foi a primeira vez que escutou aquele nome.
_Sei quem você é menina. E a pessoa que está para adentrar este ambiente daqui a poucos minutos não vai gosta nem um pouco de saber que a filha do Almirante veio nos visitar, mas também não suporta mentiras. Então o que direi a ele?

A jovem abaixou a cabeça e decidiu sem delongas.

_Diga quem sou, pois embora não me orgulhe disto ainda é a minha raiz e eu não podemos fugir dela.

A senhora ensaiou um riso, contudo foi atropelada pela figura imponente que cruzou a porta derrubando os latões.

_O que houve?- quis saber mostrando certa irritação.

_Dante, essa moça veio nos visitar, dei a ela um de nossos panfletos.

_Pediu minha presença para falar de uma visitante? Nada contra, mas francamente...

_Sou Lida Tavares. Filha do Almirante Tavares. - A senhorita se apresentou como quem estivesse despida e sem pudores de sua essência.

_Você o que?- Dante rebateu abrupto.

_Acalme-se!- Pediu a senhora segurando-o maternamente.Ignorando-a lançou a mulher para o lado e com o rosto rente ao de Lida disse:

_Eu vou 




Continua...















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Yéyé omo ejá

Aceita meu poema mãe
das águas, aceite-o como
se fosse uma oferenda,
aceite minhas palavras
que se submetem a sua grandeza,
aceite a poesia que deleita
em seus rios de fineza.

Alodê! rainha do mar,
saravá sereia das águas,
grande entre os grandes orixás,
poder como teu,
no mundo não há...

Deusa que controla o mar,
cuide de minha flor, e do navio
que disperso em suas águas
aceita o manjar branco,
aceita minha miosótis...

A benção rainha do mar,
em uníssono os mares rugem,
salve, saravá, grande
rainha mãe, protetora
amante das águas....
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Mulher - Borboleta (a carvão)

Desenho de Isa Lisboa, baseado numa foto da web

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Amar-te

Seu beijo irá encontrar-se
com a terra,
aprecio pela ultima vez
o belo rosto que entrará
para o esquecimento.

O perfume das rosas que
agora perfumam vivas.
Como tu, para minha tristeza,
todas morrerão.

O que é belo, mais não será,
a terra irá engolir
a  fineza mortal.

O ataúde se fecha
e o vento que beija teu corpo
diz "Nunca mais".
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MINHA CIDADE,MEU PARAÍSO...Por Danka Maia














SAQUAREMA








Dou te um lugar que não existe,



Só consiste.

Não te apanha, te acolhe.

Não te trata, te recebe.




Dou te um lugar

Onde as pessoas não s
ão,



Formam o chão,



Onde pisam,



Onde sonham.









Dou te um lugar a saber,



Onde a natureza não passeia,



Escolheu para viver,



Onde o mar são seus cabelos,



E as pedras lindos olhos negros,



Que lhe moldam o rosto no toque do luar.









Dou te um lugar esquecido,



Envelhecido por rancores,



Talvez amores,



Que não voltam mais.









Dou te a um lugar de força,



Onde a coragem tornou-se um poema,



O sonho um dilema,



Mas a garra é ainda suprema.






Dou te a conhecer,







Receba...






Saquarema.

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DESABAFO!!! ACONTECEU COMIGO, PODERIA SER COM VOCÊ!



DESABAFO!!! ACONTECEU COMIGO, PODERIA SER COM VOCÊ!


Caro leitor, amigo, colega escritor, leia e no fim, peço encarecidamente: Manifeste-se diante do aqui for postado.
Entenda que não trata-se de dar ouvidos a quem nada tem para acrescentar-me, sei e bem quem sou e de minhas capacidades como de minhas limitações, trata-se da completa falta de educação básica ao referir-se alguém se quer sabe quem sou, o que faço e minha luta para ter meu lugar ao sol. Sou Professora, Teóloga e Escritora, cidadã e pessoa, e como tal e ao que ensinei por longo de 15 anos aos meus alunos, na vida precisamos nos posicionarmos diante do que nos advém, principalmente diante deste tamanho despautério.

Peço o seu posicionamento diante daquilo que de mim, sabe, vê, lê e conhece.



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