Quem sou eu?

Danka Maia é Escritora, Professora, mora no Rio de Janeiro e tem mais de vinte e cinco obras. Adora ler, e entende a escrita como a forma que o Destino lhe deu para se expressar. Ama sua família, amigos e animais. “Quando quero fugir escrevo, quando quero ser encontrada oro”.

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Confissões com um "Q" de pecado: A Melhor Amiga




 Olá Galera! Olá minhas Ciganas! Então gostando dos nossos contos com aquele "Q" de pecado? O de hoje é quente e de uma amiga que... Vamos deixar que cada um tire a sua conclusão não é mesmo?
Divirtam-se!

Rita

     Eu nunca mais fui à mesma depois que o Robledo me pegou pela primeira vez. Não quero outro homem além dele. Eu sei que ele pode ter as mulheres que desejar. Um homem lindo como aquele. Louro, olhos azuis, aquele olhar safado. Eu sei que ele pega geral incluindo algumas amigas minhas. Quando posso sempre empato um encontro de alguma delas com ele. Não sou a sua amante oficial, embora creia que eu mereça o posto. Não sei também o que ele insiste em fazer com a ridícula da minha melhor amiga Aretha, que mal sabe que só é melhor amiga por causa do lance que tenho com o marido dela. Eu sou obsecada pelo Robledo. A hora, quando e como ele quiser, basta estalar os dedos e eu irei. Atravesso o oceano a nado se for necessário somente para ter a sensação dele acabando comigo. 





            Eu adoro cuidar de minha aparência e gosto de elogios sobre meu corpo. Mas nada significa mais que o Robledo Del Touro. O sobrenome dele dispensa qualquer outro adjetivo. A primeira vez foi aqui em casa, meus pais estavam passando um tempo comigo, mas naquela tarde, eles saíram para um exame que mamãe precisava fazer. Daqueles que levam uma eternidade. Robledo passou aqui em casa para entregar um vestido que propositadamente eu deixei no banheiro do apartamento dele só para ver se compreendia um dos meus muitos sinais. Estava cansada de me acabar tocando meu corpo para ele sem que soubesse, até uma boxer preta dele eu roubei só para ter o prazer de esfregá-la em mim. Era um meio de ter algo seu no meu corpo. Mas isso foi uma pequena fase. Logo vi que não me saciaria tão facilmente quando o quesito fosse ele.
— Ro... — a voz não podia ser mais melosa, caprichei mesmo.
— Tudo bem Rita? — Uau! Esse par de olhos azuis é um oceano de desejo. Ainda mais com essa camisa social preta ressaltando mais seus cabelos dourados. Sinto-me a própria libertina diante dele.
— Tudo sim. Entra!  — louca para puxá-lo pelo colarinho arrancando a roupa dele ali mesmo. E o perfume? Enlouquecedor!
— Eu só vim trazer uma peça de roupa sua que amiga Aretha encontrou lá em casa depois daquela noite que você passou lá. — Sorri malevolamente. 
— Ah sim... Sei. Um vestido bem curtinho azulzinho que eu adoro. — Dando-lhe mais sinais imprensando meus seios contra a porta só para vê-lo abrir lentamente a boca como quem os quisesse sorver ali mesmo. — Entra Ro, eu não mordo... Pelo menos não na porta. Vem! Meus pais saíram. Exames, sabe? Aquele do tipo eterno. — O sorriso lindo dele trouxe consigo seus pés para dentro da minha armadilha. 

Já tínhamos trocados uns beijos e amassos na cozinha do restaurante dele após o serviço acabar. Porém ele relutou. Não sei por qual razão na maioria das vezes que estávamos na cama, nos amando enlouquecidamente ele parecia querer fugir. O sexo é selvagem. Eu dou mesmo a ele o que quiser e como quiser. 




    Levamos dias sem nos ver, ele nem atendia minhas chamadas ou mensagens. Mas isso não me importa muito. Meu foco é sempre a próxima vez. Haverá aquele dia que eu farei mais que apetitoso ao ponto dele não conseguir respirar se não for dentro de mim. Não tenho o menor interesse em tomar o lugar da esposinha insossa do Chefe de Cozinha Del Touro. Isso é pouco para mim. Eu quero é enfeitiçá-lo. Só então sossegarei.




   Assim que ele entrou fechei a porta batendo com certa força, a excitação me dominara. Comecei beijando-o insanamente. Com o que a Aretha me conta, eu sei bem o que ela não banca e o que eu preciso fazer. A maioria das mulheres não sabe lidar com os homens. Eles são diferentes de nós. Seus cérebros trabalham diferentes do nosso. Os homens só pensam em sexo e sendo assim é o que mais buscam. E qual a primeira coisa que as divas donas de casa fazem numa simples toalha molhada caída em cima da cama? Negam-se. Tolas. Você pode estar possessa com as atitudes de um homem. Mas não se negue para ele. As maiorias dos casais brigam tanto, mas no fim, se você questiona o motivo da briga, nem um dos dois se lembra de exatamente como foi que tudo começou. Nessas horas mulheres como eu estão a espreita. Sabemos exatamente o que e como fazer. 
  Eu sei que seria uma boa esposa, mas eu não quero isso para mim.  É pouco demais. 
 Nós mulheres somos um emaranhado de fios desencapados, mas ordenados. Somos completamente capazes de falar sobre filhos, casas, finanças, sexo sem nos perder em momento algum do fio da meada. Quantas vezes um homem chega em casa depois de um dia alucinadamente estressante e tem que deparar com a cara feia da esposa sem saber a razão. Ele não pode imaginar que justo naquele dia uma lembrança de séculos atrás decidiu visitá-la fazendo-a reviver o excesso ou a omissão da atitude dele em relação ao tal assunto do passado. O mais curioso vem agora. Tudo isto ferve dentro dela como a palavra que rege as mentes femininas: Emoção.
Quantas vezes presenciei brigas homéricas entre Robledo e Aretha por causa de um copo quebrado.
— Você quebrou um copo!
— Sim. Foi só um copo.
— Você quebrou o copo!
— Eu compro outro.
— Vai comprar um se era um jogo de seis?
— Comprarei os seis. Problema resolvido.
— Mas foi presente da minha mãe?
— Então o que quer que eu faça Aretha?
— Nada. Você nunca faz nada mesmo.
 Aquilo era o necessário para que a minha entrada cada vez mais fosse mais penetrante, envolvente e majestosa. Além de respirarem sexo, os homens possuem outro cofre ainda maior que a do sexo, acredite ou não. O cofre do nada. Aretha passou irritada pelo copo, parou no meio da sala vendo Robledo com a cabeça ao longe.
— Está pensando em que?
Segundos se passam, porque quando estão na caixa do nada, os homens ficam surdos.
— Está pensando em que? — gritou ainda mais nervosa.
— Hã?
— Robledo, você está pensando em que?
— Nada.
Nada para um homem é nada. Nada para uma mulher é tudo. E se há uma coisa que um homem adora antes de ir para caixa do nada, é passar na caixa do sexo, é como se o mundo dele virasse um eterno arco-íris. São sortilégios como estes que a maioria de nós mulheres desconhece. Detalhes perniciosos que nas mãos certas, como as minhas podem sim destruir um casamento.
O beijo dele é provocante. O fogo sobe prontamente. Os toques dos lábios são intensos, duvido que ele a beije assim. Estava ficando banhada... Decididamente ele é um homem que manipula bem o fogo do corpo de uma mulher. 




  Continuou insistindo mais e mais... Arranquei a camisa dele empurrando na parede, desafivelei a calça jeans descendo-a ali mesmo. Eu sei que ela não faz isto. Tem nojinho. Adoro o nojinho dela!
— Quer? — indaguei certa da resposta.
— Muito.





Sorri começando a chupá-lo ali mesmo. Saquei que um homem experiente como ele era do tipo que gosta que seja forte com mais vontade, aquilo me excitava e a vontade de dar só aumentava a minha linda menina rosadinha de 25 anos já tão recheada de desejo por ele...  Tão encharcada... Cada vez que o sugava mais a única certeza no mundo é que o queria dentro de mim... Não aguentando mais chamei para cozinha... Aquela seria a primeira das minhas fantasias como ele... Na cozinha com o Chefe mais gostoso do mundo. A janela da cozinha dava de frente para rua. Eu moro no segundo andar, seria muito fácil assim como muito excitante alguém nos ver. Meu troféu sendo exibido em todos os detalhes. Melhor mesmo só se a nossa outra amiga Margo visse e corresse ligando para a otária da Aretha para contar que o marido frio e indiferente dela está me detonando. Ao entramos ele foi abaixando minha calça e empurrando minha calcinha de lado... Jogou-me em cima da mesa sem assunto enfiou aquele obra prima na minha pequena e apertada menininha com toda força... Sim, ele é um touro. 




Metendo sem dó ou piedade... Saquei de cara que ele estava na seca... A vontade era tanta que ia dando coragem de cada vez ir mais fundo...  Socando muito me puxou me colocando em pé pedindo com aquela voz bem máscula para ficar de costas e apoiar na mesa... Que homem!



 Adentrou mais decidido em mim, pulsava como se aquela fosse a última transa da sua vida. Era tanta força reprimida que minha menininha começou a ficar ardente... Soltei tudo ali sem reservas, ele abaixou lambendo todo meu caldinho libava-me com gosto...  Até que me disse:
— Minha safadinha quero gozar também...
Colocou-me em cima da pia, afastou bem minhas pernas novamente triturou-se em mim de um jeito que deu pra sentir lá no meu profundo... Dei um grito de dor, ele ignorou... Não parou de modo algum, ia rasgando-me como mero objeto. Bombava violentamente disciplinado com todo entusiasmo e prazer.
—Vamos minha cadelinha...Faz-me gozar não quer tomar esse leitinho gostoso que eu preparei para você, não?
— Sim... Quero sim, seu cachorro! Faz-me sentir seu leitinho, faz!
  Louco tirou como pode já destilando seus jatos quentinhos em minha boca. Dali em diante eu descobri o que é um homem de verdade quando encontra uma mulher a sua altura. Eu tinha o chefe na palma da minha mão.

Esse trecho é do meu livro : O Chefe. Uma amiga como essa, inimiga para que? Beijocas! Comentem! Indiquem as amigas!

   Conheça minhas obras: Permita-se!







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Confissões com um "Q" de pecado: Boquinha de Anjo




     
Oi Galera Machine! Olá minhas Ciganas! 
 Promessa é divida, está aqui no nosso primeiro conto picante da página Confissões Com Um "Q" de Pecado. Não deixe de comentar, indicar aos amigos. 

         Um posto de gasolina. Somente mais um posto de gasolina como aquele que todo mundo conhece em qualquer esquina ou rodovia do mundo. Mas o que fingiu ser comum tornou-se uma madrugada memorável para mim. Foi nele que entrei para abastecer, pelo menos foi nisso que acreditei.


 Meu nome é Laura, tenho 35 anos de idade, cabeleireira, tenho duas filhas lindas e sou casada há 14 anos. O motivo que me levou aquele posto foi mais uma briga que tive com meu marido no meio da noite. Cabeça quente, as meninas na casa de minha mãe, ingredientes perfeitos para me fazer apanhar o carro e sair sem rumo, dois quilômetros depois percebi que o tanque está quase vazio.
Desci do automóvel ainda mais irritada por não haver algum frentista por ali e ter que entrar na loja de conveniência para tentar ter um pouco de respeito no atendimento.  Respirei fundo coçando minha nuca ao constatar que somente na terceira vez o atendente notou minha presença resmungando algum nome em direção ao fundo do estabelecimento.  Para não estourar decidi sair e esperar quem quer que fosse do lado de fora.
 Pensei em meu casamento com Hugo. Um casamento que já vinha a algum tempo esfriando, tivemos várias crises e na última ele saiu de casa sem se quer falar comigo depois de eu descobrir uma de suas traições, mas quando viu que não me humilhei indo atrás dele, ele veio até mim para conversar, acabei voltando com ele, mesmo muito magoada em parte não sei se o aceitei por que ainda gosto dele ou se foi por causa das meninas.  Eu só sabia que não estava feliz e nesse impulso de pensamentos uma voz me trouxe a realidade.
— Em que posso ajudar?
 Senti certo desconforto, um arrepio subindo pela nuca e pensei até em correr de volta para casa. A vida me trouxe outra vez o meu primeiro namorado, o Tiago. Foi como sentir que o tempo congelou na noite em que terminamos por ciúmes dele com o meu atual marido. O mesmo jeito de olhar, aquela voz rouca saindo para o meu delírio daquele maxilar forte e tão delineado.
— Tiago.
— Laura. Quanto tempo...
Nessas horas o correto seria que as conversas corriqueiras acontecessem. Como vai a vida? A família? O cachorro, o papagaio e até o cú da sogra, mas tudo que ambos fizemos foi nos olhar com aquela faísca acesa pelo capricho do tempo. Perturbação era a palavra que mais nos definiria naquele momento.
— Quer encher o tanque? — apontou para o carro.
— Você está solteiro? — nem eu acreditei que perguntei isso na cara dele. Tiago sorriu daquele jeito maroto passando a mão pelos seus cabelos negros que agora começavam a ficar grisalhos.
— Eu trabalho aqui. Não sou o frentista, mas na falta de um sirvo e sim estou solteiro e você até onde soube ainda é casada. — Minhas pernas bambearam ainda mais em notar que ele sabia da minha vida.
— É... — resmunguei sem tirar os olhos de sua boca — Tem gente que nasce para ser burro como eu.
O modo como apanhou a mangueira ajeitando na boca do tanque me fez lembrar-se de como ele penetrava em mim melando-me na hora.


— Prontinho Laura. Viu? Ainda tenho jeito com a coisa.
— Certas coisas nunca mudam não é Tiago?
— Não. — confessou com outro riso sacana fechando o tanque — Não mesmo.
— Vou passar o cartão.
— Isso. Passa. Mas passa devagarzinho. Para que a pressa, não é?
Julguei-me uma louca, insana e puta. Mas antes de sair da loja onde paguei perguntei ao atendente retardado a que horas o Tiago saía e para o meu espanto era dali a vinte minutos. Tempo suficiente para me fazer deixar o local entrar no meu carro e voltar para minha vida de caos. Pois é, mas eu decidi não me despedir do Tiago, entrando no automóvel estacionei ao lado mais escuro ainda dentro do posto. Uma parte tão esquecida que era de terra batida, muito óleo queimado pelo chão e em alguns barris. Sei que ele me observou alcançando a minha intenção. Um tempo depois naquele frenesi questionando-me o que estava fazendo escutei a batida de seus dedos no vidro do motorista.
— Esperando por mim? — Ah, eu poderia justificar tantas coisas com tantas explicações, mas fui direto ao ponto:
— Sim. Algum problema? — descendo de vez o vidro que nos separava.
— Abra a porta do passageiro que eu quero entrar.
A voz rouca e imponente não me permitiu pensar em retroagir nem por um segundo.  Quando Tiago entrou já veio jogando a camisa arrancada no painel do carro, meus olhos arregalados diante daquele peito másculo e definido do jeito que eu conhecia.  Tocou minha pele como quem toca a seda. Foi suave e rejuvenescedor ver meu corpo arrepiar-se outra vez com suas mãos passeando nas esquinas do meu corpo.
— Ainda o mesmo cheiro adocicado que me enlouquecia Laura. — ele ronronou enquanto mordia a ponta da minha orelha fazendo-me vibrar por inteira com a sua respiração quente em minha nuca.


Talvez eu devesse, mas não consegui gritar, correr ou mesmo lutar contra os meus sentimentos. Não era amor, era carência, e quando o assunto é carência o Tiago é um mestre nisso. Eu fui desarmada pelas suas mãos fortes que pareciam garras de um predador insano.


Puxou minha calçinha para baixo e meu vestido para cima num piscar de olhos. Atordoada pela sua boca devorando a minha só pude sentir o tranco de uma das suas mãos arrebentando minha lingerie. Cheirou fundo, olhou-me sacana confessando:
— Vou levar comigo Laura. Seu presentinho para o seu Tiaguinho. — enfiando em seu bolso da calça.

  Meti minhas unhas criando arcos em seus braços e costas, arranhando como quem também abria seu caminho de volta, e sim o sangue brotou, mas o rosnar dele me dando tapinhas ligeiros na minha bunda e nos bicos dos meus seios quando não estavam dentro dos seus lábios fazia tudo parecer sensacional. Meu corpo ficou mais nu que o seu. O atrito veio e antes que eu pudesse gritar sua língua encontrava-se na minha com sabor da velha e boa bala de menta que eu adorava.
— Minha boquinha de anjo.
Sorri ainda embevecida pelo seu encanto. Aquele era um apelido carinhoso que ele usava toda vez que desejava que eu o chupasse. Toquei em seu membro tão rijo e aos poucos procurei a posição confortável para matar a minha sede dele. Engoli todo de uma vez, talvez medo de que aquela oportunidade se fosse ou se eu despertasse caso estivesse em um sonho.

Não pude evitar um prazer imenso. Nem o medo ou as pedrinhas do carpete do carro machucando meus joelhos impediram que a minha fome fosse impedida. A luxúria tinha um nome, o meu, Laura.
— Isso... Nossa... Do jeito que eu sempre me lembro minha Boquinha de Anjo. Putz!
Depois no movemos juntos encaixando nossos corpos com nosso sangue bombeando todo nosso tesão. Sentei nele devagar, deixei ir até o fim, ao fundo, meu mundo. Quando percebi que estava à beira do gozo dado a velocidade que fodiámos encostei minhas costas no volante do carro abrindo os braços sem parar de me mover com meus olhos dentro dos seus apenas disse no tom que o enlouquecia:
— Goza nela, goza! Goza gostoso!
Senti aquela quentura mesmo com o preservativo junto de suas mãos em meu pescoço dada a sua demência de me dar até a última gota. Por fim nos olhamos. Beijamo-nos como nos velhos tempos. Não houve conversa. Vesti minha roupa do mesmo modo que ele a dele. Tiago saiu do carro ainda ofegante. Ali entendi que o tempo havia passado mesmo para nós. Assim como eu, ele compreendia que certas coisas não poderiam jamais ser como antes. Liguei o automóvel buzinando ao passar por ele. Foi uma noite das antigas para se lembrar que o presente tem suas surpresinhas.
Danka Maia
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Confissões com um "Q" de pecado...






 Oi Galera Machine! Olá minha Ciganas! 

 Bom a página  " Confissões Com Um Q de Pecado" está de volta, assim como todo blog ela trará novidades, desta vez ela trará contos picantes criados em cima de possíveis relatos enviados para o blog. Sendo assim, você pode mandar sua experiência ou fantasia para o dankamaia@yahoo.com.br sem precisar se revelar, total anonimato e eu  criarei um conto em cima do seu relato ou simplesmente escreverei contos berrados desta minha mente inquieta que vocês tão bem conhecem, ok?
Ah, para procurar a página basta olhar na coluna ao lado com a imagem acima, assim você irá para as confissões diretamente.
Daqui a pouco teremos o primeiro conto saindo!

Novo conto fresquinho: 





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Confissões Com Um 'Q' de Pecado







Sabe aquela confissão que você não fez a ninguém? Aqui é seu espaço, com pseudônimo, anônimo, sem cobranças nem julgamentos!
Queremos ouvir o que tem a dizer!

O ESPAÇO É TODO SEU!

Como fazer?
Envie a sua confissão, seu segredo mais íntimo,

Sua fantasia, para o seguinte e-mail:

dankamaia@yahoo.com.br

Com seu pseudônimo ou nome verdadeiro,
Você escolhe.
E lembre-se:
Estamos ansiosos para te ouvir!
Inauguramos as primeiras confissões da página com a participação de duas amigas, que tem muito para contar.
Vamos lá?







Olá Danika,

Meu nome é Ana, tenho 29 anos sou casada há 12 anos e tenho

duas filhas, meu casamento já vem a algum tempo esfriando, 

tivemos várias crises e na última ele saiu de casa sem se quer falar 

comigo, mas quando viu que não me humilhei indo atrás dele, ele 

veio até mim para conversar, acabei voltando com ele, mesmo 

muito magoada em parte não sei se o aceitei por que ainda gosto 

dele ou se foi por causa das meninas. Nesse período da confusão 

encontrei meu ex- namorado por acaso, trocamos telefone e 

começamos a nos falar e até nós encontramos para conversar foi

 super tranquilo ele mexeu muito comigo, como se o meu 

sentimento por ele estivesse adormecido. Meu casamento continua

 frio e estranho estamos distantes não consigo nem dar e muito 

menos receber carinho dele. Meu ex- namorado me convidou pra 

sair e disse coisas que realmente mexem comigo e gostaria de 

viver. Não sei o que faço Danika estou confusa e completamente 

perturbada.

Bjs e obrigada pela oportunidade.



Minha Linda Ana,


Em primeiro lugar eu agradeço muito a sua confiança e imagino como esteja sua cabeça e espero poder ajuda-la da melhor forma possível.

Vamos por parte?

1-Entendo que uma relação que dura já 12 anos entre altos e 

baixos, que dentro do bom senso é comum, uma vez que mundo não 
é cor de rosa, me faz, aliás me obriga a pensar que se as crises 

vieram e se desenrolaram em grande quantidade Ana é porque em 

algum momento um ou os dois se perderam nesta estrada que é o

casamento. Então, não seria uma boa ocasião de refletir nisto, 

você, ele ou até mesmo os dois? Por que se for para continuar isto 

precisa ser identificado e resgatado, sem metas em comum, sem 

alvo e objetivo, onde está essa união?


2-Ele saiu de casa e você crê que tenha voltado ou pelo fato dele 

não ter visto você humilhar-se, por gostar dele ou pelas crianças. 

Hum...E se for pelos três motivos? Para mim, a palavra que mais 

define o seu emocional você mesmo a utilizou: CONFUSÃO! E a 

confusão tende a nos limitar para o que está a nossa volta. Há 

ainda uma palavra que eu gostaria que considerasse muito, 

chama-se: CARÊNCIA! A carência vê em nós mulheres,

 verdadeiros paraísos emocionais, temos uma tendência a sermos 

envolvidas, encantadas e as vezes até mesmo enfeitiçadas pela 

dita-cuja. Nesse caso, creio você precisa se centralizar. Não é um 

bom momento para pensar num ex ou futuro alguém, temo que 

fragilizada isso só faça você se tornar refém de uma outra

 situação, mas num mesmo ciclo vicioso, compreende?


3-Busque você. Onde está Ana? Onde está o que gosta de fazer, a

 pessoa que é, o ser humano? Não consegui te ver! E essa é a 

pessoa mais importante e crucial neste instante. Entenda Ana, 

enquanto se perguntar coisas do tipo:

Será que gosto mesmo do meu ex-namorado?

 Será que devo continuar meu casamento?

É exatamente como aquela pergunta que fazemos quando na 

adolescência.
Será que é hora de perder minha virgindade? Será que ele gosta 

mesmo de mim ou só quer se divertir?

Logicamente são assuntos completamente diferentes e com pesos

 distintos, mas o quero lhe aclarar é: Enquanto você se perguntar 

SE? SE? E SE?

Acredite é porque ainda não é a hora de tomar nenhuma decisão. 

Você não está pronta. A CERTEZA NÃO DIVIDE ESPAÇO COMO 

“SE”.


Espero de todo meu coração ter ajudado. Sugiro acompanhamento 

terapêutico.


Beijocas linda!


Danka Maia






SABRINA

Meu nome é Sabrina,tenho 38 anos,casada 3 filhos.meu desabafo é doloroso.Tenho AIDS quando tive um caso o meu amante gostava de orgias em grupos livres e tinha prazer somente quando me via com vários homens,as vezes só então me penetrava.Eu o satisfazia porque o amava demais,mas numa dessas descobri que estava infectada e ele me abandonou logo que soube que não tinha a doença.Meu Deus como sofro por isso! Como me culpo.Agora meu casamento esta por um fio desde que soube não quis mais relação com meu marido é o mínimo que devo a ele depois de tudo que fiz,só que acha que o traio e por isso não quero o sexo.Mal sabe ele que na verdade o protejo da vergonha que sou e fui como sua mulher,ele é um bom pai e marido não merecia o que fiz,se houver algo que possa me falar mesmo sendo criticas aceito,já não suporto mais falsos sorrisos e aparências.
O que fazer ?
 Qualquer palavra será luz para meu coração em trevas.





DANKA MAIA



Sabrina, antes de tudo agradeço pela confiança. Quero dizer que sou solidária a sua dor e creio que conviver com esse fato já é em si a maior punição que um ser humano pode carregar diante dessa conjuntura. Assim como é complicado para mim e compreendo que para qualquer pessoa que no meu lugar estivesse. Costumo citar que a dor é única Sabrina, cada um sabe realmente a intensidade da agonia que vivencia ninguém mais. Tento me pôr no seu lugar e de cara sinto o incômodo que tal circunstância gera numa mera simulação. Entretanto, já que deixou aberta a oportunidade de comentar sua questão, por mais dura, árdua, difícil, desastrosa, comovente, a verdade é sempre a VERDADE.

Por mais complexidade que aparente realidade traga a sua vida, não imagino que seja  pior do que o fato  que está vivendo dentro de você, a cada segundo se remoendo, se acabando, se contorcendo com esse turbilhão de emoções, no fim só agravam sua situação física, psíquica e emocional. Procure um meio de chegar ao seu marido, conte aos poucos,mas conte, é o mínimo que deve a ele, seus filhos e a si mesmo. Ninguém é julgado por falar a verdade, pode ser sim, por omiti-la durante tanto tempo, inevitavelmente tudo tem seu preço, temos que arcar com nossas atitudes, e às vezes o preço é alto demais, infelizmente.

No início será doloroso, temos quer ser francos aqui,no entanto é a verdade, e a verdade liberta.Com o tempo tudo se apaziguará e encontrará seu rumo.Porém, só faça quando sentir que está pronta para suportar  tudo isso,e quando estiver verá que é muito menos complexo do que já é  essa prisão sem grades a qual está atrelada.Sugiro que procure ajuda psicoterapeuta antes, durante e após esse processo.Espero mesmo, de coração tê-la ajudado.

Beijocas, Danka Maia.
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