Danka Maia é Escritora, Professora, mora no Rio de Janeiro e tem mais de vinte e cinco obras. Adora ler, e entende a escrita como a forma que o Destino lhe deu para se expressar.
Ama sua família, amigos e animais.
“Quando quero fugir escrevo, quando quero ser encontrada oro”.
Olá galera! Tenho o imenso prazer em apresenta-los meu mais novo trabalho!
ENSINA-ME ODIAR VOCÊ
Em uma tarde de sexta-feira um encontro foi marcado na fila de um banco. Diná e Môka se olharam tendo a certeza de que nunca mais deveriam se separar. Mas uma sucessão de erros afastam esses dois corações. Apaixonados perdidamente um pelo outro, descobrem que devem lutar contra todas suas forças para evitar esse envolvimento.
Uma classe de aula com tanta ironia. Um amor abafado. Um filho escondido. O tempo passa. O sentimento não. A boca mente o corpo nunca. Nessa linda história de amor Diná e Môka aprenderam com muitos erros que o verdadeiro amor jamais morre. Do amor não se foge, se esconde, mas, por um tempo. A frase desse enredo se define por: “Não deixe de dizer o que precisa ser dito”.
Baldur Oman é o segundo herdeiro na sucessão real, com a morte prematura se seu irmão, ele assume o trono de Montequier, um país europeu. Até aqui quantas vezes você já começou uma história assim? E seria mais um clichê, se não fosse por um detalhe: Baldur tem um segredo nefasto. Por fetiche ele é um garoto de programa que possui uma lista um tanto peculiar e elaborada por ele mesmo.
Num jogo de muito mistério e sedução você embarcará na viagem erótica mais avassaladora de sua vida. Prepare sua alma, pois o seu corpo já o pertence!
Acaba de sair minha entrevista no site Catraca Seletiva com o amado e
gentil Vitor Leal!Sabe por que estou tão feliz? Porque se estou lá é porque devo isto a todos você que foram lá e indicaram meu nome.Tem como não se emocionar?
Uma estudante de 10 anos morreu após ser espancada pelo professor e por colegas de classe no Quênia. Segundo reportagem do Daily Mirror, o docente permitiu que os alunos batesse na menina se ela não conseguisse ler um texto.
O professor, que está foragido, teria começado as agressões, segundo a reportagem. Com a repercussão do crime, pais de alunos retiraram os filhos da escola primária de Solio.
A mãe de um dos alunos, Mary Wanjiku, afirmou que o professor permitiu que os alunos batessem na menina se ela não conseguisse completar a leitura. No entanto, ele mesmo bateu primeiro.
Depois de minutos descendo meus quadris em várias posições céus a fora percebi que um macho humano me observada da cobertura de um prédio, que eu só sabia que era prédio porque vi nas escolas de fadas. Voei até ele toda faceta, cheguei na sacada colocando minhas mãos sobre meu queixo e os cotovelos sacada. Ele parecia petrificado como aqueles feitiços escabrosos das feiticeiras do Sul do meu reino.
— Oi! Tudo bem com você? — ainda mudo. — Oi! Fala a minha língua?
— Eu morri? — foi tudo que o morenão gostoso na casa dos quarenta conseguiu dizer.
— Por que você acha que morreu?
— Eu estou vendo uma mulher de asas debruçada na sacada do meu apartamento.
— E daí?
— Você é um anjo?
Não prestou. Agora de pé na sacada, passei a mão pelas minhas curvas e com um olhar bem sacana rebati:
— Você acha que eu tenho jeito de anjo é? — esfregando minhas mãos por minhas curvas, seios e bunda.
— Ainda acho que morri.
— Por quê?
— Porque do jeito que eu sou devo ter ido para o inferno e nesse caso você é uma linda diabinha.
Gargalhei ainda mais disposta a enlouquecê-lo.
— Você é lindinho sabia? — desci passando o dedo pelo peito viril e peludo dele trazendo o mesmo dedo na boca o chupando. — Tem um gosto bom. — outra risadinha levada.
— Quem é você?
— Que importa. Não seria melhor perguntar: Do que está disposta a fazer?
O conto O POETA, está disponível GRATUITAMENTE pelo Amazon. Um conto simples, mas feito de coração para aqueles que tem almas sensíveis.Uma forma de agradecer pelo carinho de todos os leitores, ciganas e ciganos que tanto me apoiam. Corram! Por tempo limitado!!!
Pouquíssimas coisas resistiram à erupção que destruiu Pompeia, a lendária cidade italiana. Entre os resistentes, arqueólogos encontraram afrescos que mostram completamente como era a relação daquele povo com o sexo.
As pinturas em questão, que revelam essa relação com a proximidade, estão em um prostíbulo descoberto no século 19. Apesar do tempo de descoberta, o local só foi aberto para o público recentemente.
Segundo os pesquisadores que encontraram o Lupanar, prostíbulo em questão, as pinturas são de grande realismo. A maior tendência é que elas retratem as práticas oferecidas na casa, como uma espécie de vitrine.
O que se sabe com certeza é que o Lupanar era um local que servia como centro de reunião entre políticos e empresários da época. Os serviços sexuais oferecidos no local eram majoritariamente de mulheres, mas havia também homens jovens. A maioria dos funcionários era ex-escravo.
"Os homens casados, nesta época, podiam dormir com qualquer uma, desde que mantivessem as mãos longe das esposas de outros homens. As mulheres casadas, no entanto, não podiam ter relações sexuais com mais ninguém. E tudo isso é visto no Lupanar", explica a professora Kelly Olson.
A americana Rexan Jones, 23, é fruto dos anos em que sua mãe foi abusada pelo próprio pai. Após ele ser preso, sua mãe deu continuidade ao ciclo perverso abusando dela com um padrasto. Hoje, separada, é mãe de duas crianças e fundou um grupo de apoio para sobreviventes como ela
“Poucas pessoas conhecem a história completa da minha infância. Amigos sabem algumas partes –que fui adotada, talvez, ou que meu pais já morreram ou que me sinto mal em mutidões- mas os detalhes são sempre chocantes demais para que eu consiga contar ou alguém consiga ouvir. Estou contando agora na esperança de ajudar alguém que precise de ajuda, numa tentativa de encontrar outros sobreviventes como eu.
"Por anos, minha mãe, a filha mais velha, suportou o abuso por meio de um triste acordo com o pai: ‘Faça o que quiser comigo, desde que deixe as outras em paz.’Eu sou um produto do incesto. Meu avôabusou sexualmente da minha mãe –filha dele- por anos, eventualmente a engravidando, e eu sou o resultado disso. Ele é meu avô e pai; seus outros sete filhos são, ao mesmo tempo, meus tios e tias e meu irmãos e irmãs.
Por anos, minha mãe, a mais velha, suportou o abuso por meio de um triste acordo com ele: ‘Faça o que quiser comigo, desde que deixe as outras em paz.’ Ela tinha 18 anos e estava grávida de mim quando descobriu que ele nunca cumpriu a promessa e foi quando fugiu.
Só então decidiu finalmente denunciar oabuso. Minha família conseguiu manter a história em segredo vivendo sempre de mudança e se isolando de qualquer tipo de vizinhança. Eles viveram em vários hotéis e nunca matriculavam os filhos em escolas. Numa estranha coincidência, minha mãe foi à polícia ao mesmo tempo que dois dos irmãos dela haviam sido encontrados após também fugirem de casa. As histórias eram tão semelhantes que os assistentes sociais ligaram os pontos.
Levou seis meses até que alguém perguntasse à minha mãe quem era o meu pai. A família mantinha a versão de que ela havia sido abusada por algum empregado de um dos hotéis, mas os assistentes sociais desconfiaram e a pressionaram até que ela admitisse que eu era filha do meu avô.
"Minha mãe começou a usar drogas e deu continuidade ao ciclo de abusos. Ela arranjou um novo namorado e me usava, ainda criança, como parte das fantasias sexuais dos dois"Um exame de sangue selou o destino do meu avô, que foi condenado a 20 anos de prisãopor abuso sexual e incesto (ele foi solto há dois anos, mas continua fichado comoestuprador –eu rastreio os passos dele todos os dias para ter certeza de que não está vivendo nas proximidades).
Infelizmente, o pesadelo não acabou depois que ele foi preso. Minha mãe começou a usar drogas e deu continuidade ao ciclo de abusos. Ela arranjou um novo namorado e me usava, ainda criança, como parte das fantasias sexuais dos dois. Ela me filmava e fotografava nessas situações e vendia imagens como pornografia infantil.
Uma das minhas primeiras lembranças é de ser colocada de castigo porque resistia ou porque havia me recusado a fazer sexo oral no namorado da minha mãe. Ela sesuicidou, enforcada, no dia 7 de agosto de 1996, quando eu tinha 5 anos.
Fui mandada para a casa da minha avó, que havia sido uma testemunha silenciosa dos horrores que o marido fazia. Ela também não era alguém mentalmente estável e me via como o fruto da infidelidade do marido –para ela, minha mãe era ‘a outra’. Por causa disso, me batia e agrediapsicologicamente constantemente. Quando eu fazia algo de que ela não gostava, ela dizia que meu mau comportamento era porque eu era ‘filha de Satã’.
Na adolescência, minha fúria era enorme e eu encontrei refúgio em analgésicos e maconha. Fiquei grávida do meu namorado no segundo grau, quando tinha 16 anos e meu filho finalmente mudou minha vida.
"Parei de beber e fumar assim que soube que estava grávida e toda minha vida passou a ser dar ao bebê uma vida melhor do que a que tinha tido"Parei de beber e fumar assim que soube dagravidez e toda minha vida passou a ser dar ao bebê uma vida melhor do que a que tinha tido. Quando dei à luz, os médicos viram aquela adolescente cheia de hematomas e ligaram para o serviço social. Eu e meu filho fomos mandados para um abrigo e a assistente social que me recebeu era a mesma que tinha ajudado minha mãe e seus irmãos anos antes. Ela decidiu me adotar quando eu tinha 17.
Após isso, tive uma pequena amostra de uma vida normal. Fui a oradora da minha turma de colégio na formatura, casei com meu namorado, pai do meu filho. Tivemos outro filho e meu marido entrou para a Marinha.
Mas durante todos esses anos, tive que lidar com problemas de ansiedade e o fantasma da depressão. Fui internada algum tempo após uma tentativa de suicídio. Como terapia, escrevia todo dia sobre minha vida. Coloquei tudo no papel. Até hoje leio esses relatos quando tenho dias ruins, para me lembrar o quanto já superei.
Meu marido e eu acabamos nos separando, mas eu e a nova esposa dele viramos amigas. Ela sempre me visitava no hospital e levava desenhos dos meus filhos. Tenho muitos amigos que me apoiam. Um deles, com quem divido uma casa hoje, é capaz de passar 45 minutos me acalmando quando, do nada, tenho crises de pânico.
"Meus filhos são meu maior incentivo. Eles me ensinam a capacidade de ser feliz."Tenho um cachorro que é parte da minha terapia psiquiátrica. Ele é um São Bernardo fofo que é treinado para reconhecer quando estou em crise e, literalmente, se colocar na minha frente e me bloquear até que eu me acalme. Sempre amei animais e sou voluntária em clínicas veterinárias no meu tempo livre.
HERANÇA GENÉTICA Você deve estar se perguntando sobre minha saúde, considerando a minha herança genética complicada. Tenho um risco maior de desenvolver as doenças do lado da família do meu pai, uma vez que tenho mais do DNA dele. Já venci dois cânceres cervicais e, como minhas articulações não se desenvolveram corretamente, tenho artrite. Um médico me disse que sou uma mulher de 23 anos com um corpo de 53.
Namorar alguém é muito difícil, mas eu tento. A intimidade é a parte mais complicada, emocional e sexualmente, então eu estabeleço limites, uma série de coisas que posso e não posso fazer.
Meus filhos são meu maior incentivo. Eles me ensinam a capacidade de ser feliz. Os dois têm 6 e 4 anos e tudo que sabem sobre meu passado é que a mãe era uma órfã que foi adotada. Eles me motivam a sair da cama, ir trabalhar, sorrir. Ociclo de abuso acabou em mim.
Passei tempo demais da minha vida sentindo raiva, revoltada com meu passado e ressentida com minha família. Também fiquei muito pessimista sobre a capacidade humana para o mal. Me cansei de sentir esse ódio.
Fundei um grupo de apoio para pessoas como eu, na esperança de formar uma rede de sobreviventes. Estou bem em relação ao passado, é o presente e o futuro –minha carreira, meus animais, minha esperança no amor, meus meninos lindos- que importam para mim de agora em diante .