Quem sou eu?

Danka Maia é Escritora, Professora, mora no Rio de Janeiro e tem mais de vinte e cinco obras. Adora ler, e entende a escrita como a forma que o Destino lhe deu para se expressar. Ama sua família, amigos e animais. “Quando quero fugir escrevo, quando quero ser encontrada oro”.

REVELAÇÕES DE A GUARDIÃ

REVELAÇÕES DA GUARDIÃ

Olá Intensos, como hoje é uma data especial... Essa semana a coluna também será. Primeiro, quem aí é uma mamãe?

O tema será: Medo de ser mãe.

Provavelmente devem estar me olhando com a sobrancelha arqueada, mas sim. Este é o tema. Que mãe de primeira viagem não teve medo? Vemos isso até mesmo na literatura. Alguém conhece a Thalita Rebouças? Ou os livros de chick-lit das mamães?




Logo no começo tudo parece complicado...

Por exemplo, os choros...

Um verdadeiro tormento. Como identificar:

Fome...
             Dor...
                          Manha...




O medo de não saber se será uma boa mãe.

Encarar aquela barrigona, sentir um amor imenso, maior do que já sentiu por qualquer um... Até por si mesmo.
Saber que aquele pequeno ser que está crescendo dentro de você irá depender de ti, incondicionalmente.



A sensação de poder fazer tudo para protegê-lo, amá-lo e criá-lo em segurança. Medo de não poder dar o suficiente, não conseguir fazer tudo o que sonhou... Dar tudo o que quiser.
É na hora do tão esperado nascimento refletir sobre seu papel.

Ser mãe significa várias coisas:
Ser mãe é saber dizer não.
É saber sorrir, mas também brigar.
É saber educar, mas também amar.



Enfim, fazer de tudo para dar o mundo e tudo o de melhor. De si mesma e de tudo a sua volta.


É se encantar com pequenos gestos, sorrir por expressões, chorar por palavras...


Queridas mamães, independentemente do tipo de mães que são eu desejo de todo o meu coração que tenham um lindo dia. Aproveitem cada momento, recebam muitos beijos, abraços e carinhos das pessoas que colocaram no mundo.




Parabéns pelo dia!

Beijos mil,

Ane.
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Mãe Minha De Cada Dia por Danka Maia




MÃE MINHA DE CADA DIA


Hoje, Dia Das Mães, que na verdade são todos os dias, fiquei cá pensando sobre qual temática levantaria minha crônica e de repente me veio a minha mãe.Indaguei-me: Por quê não?

Minha mãe é mãe todos dias, todas horas e todo tempo. Tem sempre aquela pressa que só mãe tem, aquele jeito de cuidar de tudo que só ela sabe fazer.Aquela preocupação que não passa de sempre estar antenada a tudo todo tempo.Mas a minha mãe não é mais a mesma apesar de achar que eu ainda sou aquela garotinha que carregava pela mão.Minha mãe está envelhecendo porém parece que para poder zelar por mim e por minhas sobrinhas a idade dela desaparece. Fico quieta,no entanto, aquela velha tigresa, defensora, rígida e presente vive nela como da primeira vez que meus olhos viram seu rosto.Sim,nada mudou. Sem dúvidas mamãe continua sendo a MÃE DA DANIELE, não da Danka como gosta de ressaltar.

Minha mãe não é de beijos e abraços,se esquiva disto como pode.Talvez a educação severa que recebeu tenha uma grande culpa no seu modo,penso.Contudo,o meio que encontra de nos dizer que ama é com regalos despistados,ou seja, é procurando fazer algo que gostamos de comer ou ter, tentando sem o exemplo,ah isso é algo que perturba e muito mamãe,não poder ser o exemplo, errar de alguma maneira.

Com meu problema de saúde que pouco falo, minha mãe é meu braço direito,esquerdo, o corpo todo. Coisas que só mãe faz pela gente. Marido não faz,irmão não faz, filho por melhores que sejam não fazem,pois creio na máxima:"Uma mãe cuida de cem filhos,cem filhos não cuidam de uma mãe."

Então de todas as crônicas que eu poderia narrar escolhi a minha.Com minha mãe vivi alegrias, tristezas,dúvidas, certezas,mares revoltos, brisas,desertos e oásis. Mas o melhor é quem sempre foi com ela e por nenhum segundo que seja, minha mãe jamais me abandonou, e isto não tem preço,não há diamante no mundo que pague.Há sim, história,muitas histórias,todavia para findar essa pequena homenagem não só a minha matriarca mas para todas mães do mundo, e quando digo mãe, digo pai que é mãe, tia que é mãe(como eu sou),irmã que é mãe, qualquer pessoa que olha para um ser e decidi protegê-lo e ama-lo antes de si mesmo, deixo Drummond:

"Mãe só tem um defeito,não ser imortal."


PARA TODAS MÃES,RECEBA OS NOSSOS APLAUSOS INCONDICIONAIS COMO O SEU AMOR!



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QUANTAS DELA VOCÊ CONHECE?



Com a proximidade do Dia das Mães que são todos os dias, trouxe uma versão bem humorada que encontrei nas andanças da net,com o intuito de nos fazer mais leves. 

lembrando...Mãe só tem um defeito,não ser imortal.(Drummond)

Divirtam-se!


.  MÃE POLÍCIA FEDERAL: É aquela que não gosta de ser enganada

 .  MÃE MORRO DA MANGUEIRA: É aquela que é pobre, mas tem filhos ilustres.

 . MÃE CHEQUE ESPECIAL:É aquela que socorre todo mundo no fim do mês

 . MÃE FUSQUINHA: É aquela que está velinha, acabadinha, mais é útil para a família inteira


. MÃE PAPAI NOEL: É aquela que enche o saco

 . MÃE CHINELO DE DEDO: É aquela que nunca vai em festa

 . MÃE GELADEIRA VELHA: É ruim, mais é a única que agente tem

.MÃE ESTETICISTA: é aquela que vive procurando espinhas nos filhos para espremer.

.MÃE D’ÁGUA: é aquela que chora à toa.
.MÃE SIRENE DE AMBULÂNCIA: é aquela que se assusta com tudo.

.MÃE PARALAMAS DO SUCESSO: é aquela que usa óculos.
.MÃE CHATA: é a mãe dos outros !!!
.MÃE MIKE TYSON: é aquela que briga com toda família e depois vai a missa rezar.

.MÃE ASSALTO A MÃO ARMADA: é aquela que só gosta de presentes caros.
.MÃE IOGURTE DE MORANGO: é aquela que a vida para ela sempre foi cor-de-rosa.
.MÃE BANHEIRO DE AVIÃO: é aquela que esta sempre apertada, mas é na casa dela que a gente vai em caso de necessidade.
.MÃE BICICLETA: se você tem uma muito boa em casa, agradeça a seu pai.
.MÃE CESTA DE CAFÉ DA MANHÃ: é aquela que só chega na nossa casa de surpresa.
.MÃE RAÇÃO ANIMAL: é aquela dura de engolir, mas muito elogiada.
.MÃE MATEMÁTICA: é aquela que soluciona todos os problemas.
.MÃE BACALHAU: é aquela que a gente só vê na semana santa.
.MÃE CELULAR: é aquela que quando a gente precisa dela, não consegue falar.
.MÃE CHINELO DE DEDO: é aquela que nunca vai em festas
.CARNAVAL PAULISTA: é aquela que a cada ano vai melhorando um pouco.
.MÃE RODOVIA: é aquela cheia de defeitos mas a gente acredita que um dia vai melhorar.

.MÃE PLAYCENTER: é aquela que a garotada adora a casa dela para brincar
.MÃE SHAMPOO: é aquela que quando está errada, deixa a gente de cabelo em pé
.MÃE TIARA: é aquela que a gente está sempre com ela na cabeça

.MÃE CEBOLA: é aquela que faz a gente chorar sem necessidade
.MÃE LANTERNA: é aquela que quando a gente menos espera, está precisando dela
.MÃE SECADOR DE CABELO: é a única que não fala mal de ninguém no cabeleireiro
.MÃE ALARME: é aquela que cuida da nossa casa quando a gente vai viajar
.MÃE VESTIBULAR: é aquela que deixa todo mundo nervoso
.MÃE PANELA DE PRESSÃO: é aquela que quando explode todo mundo sai de perto dela
.MÃE BANDEIRA NACIONAL: é aquela que ninguém consegue dobrá-la direito
.MÃE ENCICLOPÉDIA: é aquela que sabe tudo
.MÃE COTONETE: é aquela que quando a gente não tem, faz muita falta
.MÃE DETETIVE: é aquela que descobre sempre onde o filho está
.MÃE SUPERMERCADO: é aquela que está sempre economizando
.MÃE ALMOFADA: é aquela que a gente encosta nela e não ouve nenhuma reclamação
.MÃE BI CAMA: é aquela que em caso de necessidade se desdobra em duas
.MÃE ABRACADABRA: é aquela que ninguém sabe como ela faz para pagar todas as contas no fim do mês.
.MÃE ÍNDIA: é aquela que vai trabalhar para sustentar os filhos, enquanto o marido fica em casa.

 . MÃE RODOVIA: É aquela cheia de defeitos mais agente acredita que um dia vai melhorar


. MÃE PROFETA, MÃE VIDENTE, MÃE PRAGUEIRA: A minha, a sua, a vossa, as nossas…


As mamães do mundo, o aplauso que todas merecem!

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Mãe... Substantivo Divino..! por José Carlos Bortoloti



“Mãe... Substantivo Divino..!”
- A conjugação do amor Incondicional –



“... Aquilo que está
escrito no coração não
necessita de agendas
porque a gente não
esquece. O que a
memória ama fica eterno...!”.

Rubem Alves


Uma das  partes mais fáceis na Língua Portuguesa Brasilesa é classificar Mae.
É o primeiro fonema pronunciado ainda sem forma. Mas que logo com apenas uma consoante e duas vogais se torna tudo. Logo vira verbos: Mamar... Nosso primeiro contato, seguido de outro... Olhar... E já sentimos...

Este substantivo, na forma divina, torna-se adjetivo e adverbio com facilidade.
Afinal mãe é adjetivamente, amada. Mas Advérbio?

Sim O advérbio, assim como muitas outras palavras existentes na Língua Portuguesa, advém de outras línguas. Assim sendo, tal qual o adjetivo, o prefixo “ad-” indica a ideia de proximidade, contiguidade. Essa proximidade faz referência ao processo verbal, no sentido de caracterizá-lo, ou seja, indicando as circunstâncias em que esse processo se desenvolve. 
Existe algo mais contínuo que Mãe? 

Você consegue caracterizá-la com facilidade.  Verifica todas as circunstâncias. Sendo ela presente ou não.
Ela esta em todos os tempos verbais Você não consegue deixar uma Mae no passado. Ela é sempre presente e você tem certeza que no futuro ela continuara.
Existindo ou não. Ela será sempre Mãe.

Mãe é lenitivo. Sim Mae está sempre amolecendo e com isso nos deixando mais ternos; Ela abranda, suaviza, consola, acalma. Mãe é alivio; é consolação.
Mãe esta sempre no Superlativo. E não é relativo, pois sempre  ocorre quando a qualidade de um ser é intensificada em relação a um conjunto de seres. É sempre de superioridade. Nunca de inferioridade.
Mãe é sempre amadíssima; queridíssima...

É absoluto sintético, pois é expresso por meio dos advérbios muito, extremamente, excepcionalmente. É sempre humílime, sapientíssima, nobilíssima. Não tem como ser de outra forma.

É facílimo colocar Mãe em figuras de linguagem. Os poetas adoram, afinal elas sempre rimam, tem sonoridade da alma, tem ritmo do coração, nos trazem nostalgia de suas vidas vividas, tem beleza eterna e interna da alma, e deixam encantamento sempre...

Se tornam facilmente  Figuras de construção ou sintaxe. Dessa forma, tendo em vista o padrão não convencional que prevalece nas figuras de linguagem (ou seja, a subjetividade, a sensibilidade por parte do emissor, deixando às claras seus aspectos estilísticos), devemos compreender sua denominação. 
Sim ela é simplesmente Mãe. 

Elas são sujeitos, predicados e nunca precisam de complemento.
Podemos afirmar, facilmente, que se denominam em virtude sempre e não precisam  apresentar nenhum tipo de modificação na estrutura da oração... Elas são a oração principal, transformam-se em períodos e é um texto inteiro.

Assim sendo, comecemos entendendo que, em termos convencionais, a estrutura sintática da nossa língua se perfaz de uma sequência. Ou seja: Ser simplesmente Mãe.
Na semântica prefiro lembrar o poetinha gaúcho quando diz que: (...) os poemas não são pássaros que chegam; não se sabe de onde é e pousam no livro da vida... Assim como as mães 

É fácil colocar metáforas: As mães nunca vão...
É difícil fazer comparações: Elas são únicas.

Na Metonímia é fácil caracteriza-la por outra em virtude de haver muitas semelhanças: Como amor, doação, incondicionalidade, pois se fundamenta em uma relação objetiva podendo se manifestar de distintos modos. Entre eles.

Tornam-se causa e efeito: pois vivem exclusivamente por e para nós e será sempre o efeito pela causa. Mesmo sem ser um instrumento que nos acabamos utilizando.

É sempre autora da obra, conteúdo e continente.
É concreto pelo próprio abstrato; é inventora do próprio invento. E a parte do todo.
Torna-se a marca pelo produto que é e representa.
É tão singular que será sempre plural.
Ela é material e imaterial...  O Tempo todo.

Mas então como definir Mãe?
Mãe é gerúndio:
Elas estão sempre amando, cuidando, presenciando, presenteando, se preocupando, se movimentando e em se movimentando se tornando amavelmente e divinamente amorosas.

A escritora Mércia Toledo César tem um modo peculiar de definir:

Mãe adora ouvir o barulho da fechadura quando o filho chega.
Mãe tem cheiro de banho, tem cheiro de bolo, tem cheiro de casa limpa.

Diz mais ela:

Mãe não está nem aí para o que os outros pensam.
Mãe foge com o filho para o Egito, montada num burrico. 
Mãe tem sonho. 
Mãe tem pressentimento. 
Mãe tem sexto sentido e sétimo, oitavo, nono, décimo. 
Mãe não faz sentido (para quem não é mãe).

E Ela continua:

Mãe só tem uma, mas é tudo igual.
Mãe espera o telefone tocar. 
Mãe espera a campainha tocar. 
Mãe espera o resultado do vestibular. 
Mãe espera o carteiro. 
Mãe moderna espera e-mail.
Mas espera. 
Mãe sempre espera.

Assim não tente definir gramaticalmente Mãe.
Ela é. Assim. Simples. Mesmo sendo um sujeito composto.

Eu não a tenho mais no presente. Mas a conservo no futuro porque Ela já foi... Mas continua aqui... Comigo.. No coração... Na alma..

 Só de pensar dói. Corta bem fundo na alma, atravessa o âmago, serra a garganta e não sai. 

Mães nunca deveriam partir, elas deveriam durar eternamente. Uma amiga muito sábia disse que "nunca se é velho demais para se ficar órfão." Ela tem razão. Todo adulto tem coração criança quando se trata de mãe e por mais que se tente agarrar na barra da saia, chega o dia em que, fatalmente, ela diz adeus. Às vezes ainda jovem e ninguém está preparado para aceitar esse tipo de perda. Achamos injusto. Muito injusto mesmo. Por que mãe é mãe.

Para você que tem sua mãe no presente... Ame-a...
Ela não tem defeitos.. Ela corrige os nossos,
Por isso ela é divina.

Minha homenagem a todas as mães... As de hoje... As de ontem... As que serão amanhã.
Vocês são simplesmente divinas... É algo do infinito.

Pensar em Mãe não dói... Mas dá saudades!

De minha essência mais pura... A todas as Mães...

De um filho amado...

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Nova história

Meu poema solidão,
foi tu que escreveste
meu poema solidão
foi tu que concebeste,
o fim desta paixão
a velha cigana já previra,
o inicio de uma nova ilusão
acho que o destino não imaginara,
este amor entre nós
nossa mente criara. 
Nossa história de amor, 
começa a ser escrita agora.
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Há tempo


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Revelações de A guardiã

Olá Intensos, como estão? Antes de começar gostaria de me desculpar pela ausência da coluna de semana passada, sinto muito, porém a vida off-line cobrou seu preço. Mas aqui estou eu novamente! Sem demoras, vamos começar com o nosso bate-papo. O título da coluna de hoje é ‘Lendas urbanas’.

Ok, que tal vermos desde o princípio. O que são lendas urbanas?

Lendas urbanas, mitos urbanos ou lendas contemporâneas são pequenas histórias com um enredo fabuloso ou sensacionalista. Aquelas histórias que ao serem passadas de boca a boca, por e-mails, imprensa são divulgadas a todos.

Ao se narrar estas histórias, em sua maioria através da oralidade, os fatos são contados como se tivessem acontecido com um “amigo próximo” ou tendo sido divulgado ampliamente, conhecimento público.

Nos dias atuais, por conta da internet, essas lendas urbanas, modificadas com o tempo entrando num caráter fabuloso e sensacionalista, se afastam de sua origem, muitas deles baseadas em fatos reais ou em preocupações reais), tem ganhado muito espaço, sendo assim, muitas lendas se tornaram praticamente universais.

Principais características:

• Uma forma narrativa (geralmente uma pequena história, porém bem estruturada);

• Procura sempre se autenticar por meio de testemunhas e provas supostamente existentes;

• As pessoas que as contam geralmente às ouviram de alguém e quando repassam a história costumam confirmá-la como se tivesse sido vivida por ela mesma.

Agora que sabemos, que tal algum exemplo? Quem aí não conhece estes:

• O Bicho-Papão



• Lobisomem



Entre tantas outras.

Em meio a esta variedade de lendas urbanas encontramos algumas mais voltados ao folclore como a fada do dente e outras mais apavorantes. Quem nunca ouviu falar da ‘loira do banheiro’ ou ‘Bloody Mary’. Acredito que várias inspiraram filmes como ‘A boneca viva’.

Chucky, o brinquedo assassino


Mas não vamos mudar de assunto. Escolhi uma lenda para mostrar a vocês hoje um conto. Então, lá vai!

Baseado em uma lenda urbana americana.

Joyce e Sandra estudavam no quarto situado no campus da universidade aonde vinham morando por dois anos. A prova que encerraria o semestre seria no dia seguinte. Joyce era a mais estudiosa das duas sempre tirava notas boas e dedicava-se aos estudos a maior parte do seu tempo. Já Sandra era meio louca, era conhecida no campus por suas extravagâncias com a bebida e as drogas. Mesmo assim ela era inteligente e mantinha-se no curso com notas boas.

“Vamos à festa hoje Joyce?” – perguntou Sandra.

“Não, vou estudar até tarde e depois vou logo para a cama. Amanhã eu quero tirar dez na prova, por que se eu conseguir, talvez ganhe bolsa escolar integral.”

“Você e a sua mania de estudar de mais, sai do quarto, aproveita um pouco sua juventude por que você se der conta vai ser tarde de mais. Por exemplo, por dois semestres eu não te vejo com um garoto, nem um encontro se quer e...”

“Eu prefiro me dedicar aos estudos, namoro depois.” – respondeu Joyce interrompendo a amiga.

As duas continuaram os estudos até que a hora da festa chegou. Sandra se arrumou e se despediu de Joyce.

“Tem certeza que não quer ir?”

“Tenho, já pedi uma pizza vou estudar um pouco mais, comer e ir dormir para estar bem preparada para a prova. Te desejo sorte amanhã no teste se eu não te ver até lá.”

Quando ela terminou de falar, alguém bateu na porta.

“Deve ser minha pizza, pede para o entregador entrar.” – disse Joyce olhando a amiga saindo e o entregador entrar.

Sandra foi para festa e como sempre se esbaldou. Decidiu ir dormir no quarto do namorado insistente, mas disse que teria que ir até seu quarto buscar alguns livros e algo para vestir no dia seguinte. Os dois foram andando pelos corredores escuros do alojamento até chegarem ao quarto.

“Odeio essa escuridão dos corredores, eu penso se algum dia eles vão trocar as lâmpadas queimadas. Fica aqui de fora e eu vou ser bem silenciosa porque eu não quero acordar a Joyce.” – disse Sandra ao namorado.

Ela entrou, foi até o banheiro e pegou sua escova de dente e desodorante. Voltou ao quarto e pode achar suas roupas e alguns livros que precisava, porém não encontrava o livro mais importante e seria quase impossível encontrá-lo com o quarto tão escuro, iluminado somente pela luz da lua que passava pelas frestas da veneziana. Sandra pensou e pensou, mas não se lembrava onde tinha colocado o livro, voltou até a porta do quarto e foi levando sua mão até o disjuntor da luz. Por um impulso momentâneo sua mão parou.

“Deixa o livro pra lá, provavelmente nem vou ter tempo de estudar antes do teste.” – disse sussurrando enquanto saia do quarto na ponta dos pés.

No dia seguinte Sandra olhava nervosa para o relógio, Joyce não estava lá e o teste iria começar em alguns minutos. Ela estava preocupada, pois sabia que o teste era muito importante para a amiga e ela era muito responsável para perdê-lo. “O que teria acontecido com ela?” perguntava-se nervosa.

Joyce nunca pareceu e Sandra mal pode fazer seu teste por estar preocupada com ela. Entregou seu teste correndo ao professor e foi até seu quarto. Quando abriu a porta não pode acreditar, Joyce ainda dormia. Ela entrou no quarto rápido e deixou a porta bater atrás de si.

“Joyce você esta louca? Você perdeu o semestre todo.” – Gritou Sandra cutucando a amiga que dormia de bruços. “Joyce?”

Cutucou a amiga duas vezes, porém não obteve resposta e decidiu vira-la de barriga para cima. O terror tomou conta dela e seu grito ecoou por todo prédio do alojamento. Joyce tinha um buraco fundo na barriga e suas tripas estavam para fora.

Sandra virou-se para a porta para ir pedir ajuda. Seu grito de terror novamente ecoou pelo campus. Na porta de seu quarto estava escrito com o sangue de Joyce: “Feliz por que você não acendeu a luz?”

Retirado do blog: http://www.contosehistoriasdeterror.com/2011/01/lenda-urbana.html

Espero que tenham gostado. Vejo vocês na próxima postagem.

Beijos mil,

Ane.





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Um trecho do livro:


"Se tem uma coisa que aprendi nesses três dias em St. Lacave é a teoria sobre ser “sarcástica” quando se quer fugir de algum assunto ruim. Funciona, é verdadeira, e comprovada." (pg:114/115)


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Música : Tristeza pé no chão

  
Samba
Ano; 1973
Composição: Armando Fernandes:
Intérprete:  Clara Nunes.
LP- “ Clara Nunes “ 1973

 O compositor dessa música Armando Fernandes Conhecido n meio artístico como ( mamão)  nasceu em Juiz de Fora- MG. Apresentou essa música no festival da sua cidade.

Quando a música parou  na gravadora, A saudosa  cantora Clara Nunes, Se identificou  e em seguida a gravou .

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Sou dono dos meus bens?


Por Marcos Amaro.
     
É de conhecimento de todos que a sociedade que nos abraça e nos acolhe transformou-se em um lugar consumista. Acordamos todas as manhãs para trabalhar, não apenas para colocar o pão sobre a mesa dos famintos, mas para realizar os sonhos impostos pela mídia manipuladora.

Vamos aos lares do saber, a exemplo da escola, não mais para arrancar do mestre as fatias da aprendizagem, mas para conquistarmos um espaço no mercado dos desejos. Queremos mais e mais a cada dia, a cada manhã, a cada anoitecer. Desejamos envolver-nos dos objetos prazerosos da vida para sentirmos a sua presença constante e para sermos reconhecidos e idolatrados por pessoas consumistas como nós.

Só nos esquecemos de uma coisa: a rigor, não temos nada, não possuímos nada, apenas pegamos emprestado por tempo determinado aquilo que em fantasia desejamos um dia possuir - e pelo que lutamos muitas vezes desesperadamente.

Será que a ingenuidade e a cegueira se apossaram da nossa razão? Será que ainda não percebemos que tudo que adquirimos com o fruto do nosso trabalho é, de fato, transitório?

É, caro leitor, cara leitora, triste, mas é verdade. Aquilo que classificamos como nossos bens, não são nossos. O carro, a casa, o apartamento, a moto etc. Todas estas coisas estão alienadas ao mundo capitalista e egoísta. Portanto, se deixarmos da pagar qualquer item embutido numa delas, perderemos o que pensávamos ser nossa propriedade eterna.

Todos nós ficamos tristes - e alguns, mesmo, deprimidos - após descobrir certas verdades sobre a vida em sociedade. Porém se duvidam, para terem certeza do que escrevo, deixem de pagar o IPTU de suas casas, os seguros de seus veículos, o boleto de seus condomínios - e descubram, por si mesmos, o que acontecerá em seguida. Com certeza terão uma grande dor de cabeça, experimentando na própria pele, com isso, algumas das doenças que assolam o mundo.

Talvez, um versículo bíblico possa nos ajudar a refletir de maneira consciente e reveladora sobre o que há muito parece esquecido:  I Timóteo 6:7:

Pois não trouxemos nada ao mundo, nem podemos levar nada embora.

Eis a questão, caro leitor, cara leitora: será que temos algo neste mundo, além do conhecimento, que seja nosso cem por cento?

* Após a leitura, caros leitores, acessem o link abaixo e deixem o seu comentário.

http://blognovaalexandria.blogspot.com.br/2014/04/coluna-o-insano-de-cada-dia-sou-dono.html
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Meus dois seres

Foto: Quintal das cores



Houve quem neles se perdeu,
Houve quem neles se encontraram,
Eu os procuro em mim,
Na tormenta ou bonança,
São meus feitiço,
Deles me faço

E se dizem quem sou,
Também por eles vejo o mundo
E ele me devolve
A Esperança
Refletindo a cor
Respondendo ao que procuro

Parecem notas recitais,
Duas únicas notas,
Quem elaboram
A canção
Destes meu relés mortais.

Meu universo tem cor de grama,
Mas quando a paixão chama,
Faço-os da cor sangue
Um mangue,
Para determinados pés atolar

E há momentos que castanhos
Podem ser
Abraçando a terra
E quem comigo caminha
Trazendo luz a meus dias

Podem ainda ser azuis
Como o céu durante o dia
Sonhando voar como os pássaros nele
Ou com as estrelas à noite
Mas o verde sou sempre eu

E cá nos meus botões concebo,
Que cor há na esperança,
De que me enxerga na noite clara?
Sou amor...
Sou querer...
Sou emoção..
Raiva ou paixão?
Ah meus dois meninos
Sois sempre meus seres
Fazendo de mim esse tom de verde

Verde como a árvore que abraço
Num dia de sol
Como a folha do pequeno arbusto
Beijada pelo vento
Como o pé que suporta a rosa
Por vezes até com espinhos
Mas com perfume a fazer valer a pena
Verdes são meus espelhos
Onde sempre me poderão encontrar
Lá no fundo
Pronta a dar-se
A quem procura o verde.

Portanto, amigos desses meus amores
Sejam enfeitiçados ou vingadores
Esqueça a vingança
Faça-se bonança
Destes dois senhores
De Isa e Danka


Quem são, advinham?

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Morgana, uma gata fora do comum!

Queridos amigos, semanalmente, publico crônicas em uma coluna da Editora Nova Alexandria. Leiam e comentem, por favor. Nelas, nosso cotidiano é narrado pela meiga e sapeca Gata Morgana. Conto com suas visitas à  minha coluna. Beijos.



O imponderável Grafite, amigo da gata Morgana.

Por Shirley Couto.

Ter um amigo não é fácil. Ser amigo, menos ainda! Nessa minha vida de gata já me deparei com vários bichanos com os quais eu jamais faria amizade, como também já encontrei outros anjos de quatro patas (de famílias/espécie diferentes) que me simpatizaram muito. Dou como exemplo meu safado e danado amigo Grafite.
Grafite é demais! Todos os dias deixa sua 'dona' perdida entre as idas e vindas do peludo companheiro que a faz ganhar enormes cabelos brancos por toda sua cabeça. Outro dia, deparei-me com uma cena ímpar: a 'dona' de Grafite o chamava, entre aos berros (pois estava muito irritada com a peripécia do canino) e ainda corria por todo o quintal, tentando fazer com que seu 'animal' a ouvisse. Grafite, por sua vez, fugia da 'dona' como certamente o diabo foge da cruz. Meu fiel (e gordo) amigo, aprontara mais uma e, dessa vez, não ficaria impune.
Como explicaria para sua 'dona' aquele frango (inteiro) que estava pendurado em sua boca como se fosse seu mais novo troféu? Como dizer que o havia encontrado (e ROUBADO) da vizinha da frente, uma senhora de aproximadamente 70 anos, e que não podia sair de sua cadeira de rodas para salvar o seu almoço do dia?
Decididamente, hoje, seria o fim de Grafite. Eu, uma gata tão esperta, já havia perdido a ideia de COMO salvar meu companheiro de tal encrenca. Foi com muita dificuldade que Grafite conseguiu sair de tal situação... Sua 'dona', já cansada de tanta correria e de tanto xingamento, para no meio do quintal e olha bem fixo nos grandes olhos negros de Grafite e grita:
- Agora chega! Você escolhe: ou o frango ou eu!
Meu amigo, desconfiado e surpreso com tal atitude, larga por minutos seu troféu no chão, olha para sua 'dona' e pensa.
Eu tinha certeza de que após um minuto de reflexão Grafite largaria o bendito frango e iria deitar para descansar e fugir dos problemas, mas não!
 Grafite olha para a 'dona', reflete... Olha para o frango, reflete novamente... Um segundo depois, para surpresa de todos, Grafite pega o maldito frango e passa por mim numa correria tão grande que, se eu não fosse tão fofinha e pesada, teria voado dali.
 
Entrem no blog e comentem!
 
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NOVO COLABORADOR: ESCRITOR MARCOS AMARO


 
ESCRITOR MARCOS AMARO
 
BEM VINDO!
 
 
 
 
 
Marcos Amaro é formado em Letras com pós-graduação em Língua Inglesa pela Unesp. Professor de Língua Inglesa e Produção de Textos do colégio Sérgio Buarque de Holanda, na Zona Sul de São Paulo, desenvolve projeto de leitura em ambas disciplinas com os alunos das séries finais do Ensino Fundamental. Escreve todas as segundas-feiras no blog da editora Nova Alexandria a coluna O insano de cada dia.


 
 
 
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Nova Colaboradora: Escritora Shirley Couto

ESCRITORA SHIRLEY COUTO
BEM VINDA!





Formada em Letras pela Unicamp, com pós-graduação em Língua Portuguesa, Shirley Couto é professora de Português do colégio Sérgio Buarque de Holanda, na Zona Sul de São Paulo. Realiza trabalho de leitura e redação com alunos das séries finais do Ensino Fundamental e escreve a coluna Gatices e outros bichos para o blog da Editora Nova Alexandria toda sexta-feira.
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