Quem sou eu?

Danka Maia é Escritora, Professora, mora no Rio de Janeiro e tem mais de vinte e cinco obras. Adora ler, e entende a escrita como a forma que o Destino lhe deu para se expressar. Ama sua família, amigos e animais. “Quando quero fugir escrevo, quando quero ser encontrada oro”.

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O Que Tem na Caixa hoje?

Olá!

E não é que depois de algum tempinho sem abrir nenhuma caixa, hoje, vamos abrir uma que eu espero que gostem dessa novidade nacional que já está causando uma boa impressão por onde passa. Então você me pergunta, lá vem mais um romance?
Então eu digo Sim! Mas não é qualquer romance, é um romance mais pesado que o céu, você quer saber o nome? O livro chama-se Entre o Céu e o Inferno da escritora Simone Pesci.




Eu tive o prazer de  conhecê-la pessoalmente  na Bienal de 2014 no estande da  Editora Tribo das Letras.

O que conta Entre o Céu e o Inferno.

O que fazer quando o inferno parece ser a sua única morada?
E sentir que o céu sempre escapou entre seus dedos...
( esse era o meu questionamento enquanto lia esse romance/drama)


O livro traz a história de Alex ( que na minha humilde visão é uma sobrevivente nesse mundo sem cores) que vive de pequenos golpes ao lado de dois ‘amigos’, numa cidade constante como São Paulo onde os prazeres e desprazeres é servido como um belo banquete para os desavisados e então a jovem Alex marcada por uma infância destruída por aqueles que deveriam protege-la , dá o lugar para uma mulher esperta e sedutora que ‘pegava’ esses pobres milionários desavisados...

Até um dia  um golpe deu errado e ela ficou presa na teia de um homem muito poderoso e perigoso.

Então você pensa então esse cara pode salva-la?
A resposta é não, porque o amor verdadeiro ela já tinha conhecido...

Conheçam o inferno de Alex...

Marcada pelo abandono e pelo abuso, e de perigosos golpes. O lado negro de Alex nunca é só abatido por álcool ou por tarjas pretas, ele é mais fundo e escuro.

E nele aparece um homem com o nome de Juan.
Ele é o Tormento.


Conheçam o céu de Alex...

Para saber se está no inferno, primeiro você tem que ter conhecido o céu e ela conheceu no passado, no meio tumultuoso da infância para a adolescência uma família, mãe e filho.

Um amigo, o único amor, uma família que lhe trazia carinho e compreensão.
Era nesse mundo que ela conheceu Max.
Ele era o seu Salvador.


E, além disso, Alex ainda tem muito que descobrir uma das coisas mais triste e chocantes é sobre o seu nascimento.

O que você faria se descobrisse que o homem que sequestrou era na verdade o seu pai?
 
Tenso? Emocionante? Curiosidade??

Então não perca esse romance que tem cenas eletrizantes, emocionantes e em alguns pontos nos faz questionar sobre nossas vidas e escolhas. E além de tudo o que acontece quando dá as costas para um inocente...

O livro tem uma trilha sonora  de puro Rock.
E não deixou pontas, o ciclo da vida de Alex fechou completamente com os acertos e erros.



*O livro é contado na primeira pessoa e isso ajuda muito para sentir as versões de Alex e todo o seu sentimento e revoltas como também conhecemos o lado de Max, o garoto que cresceu também marcado por uma tragédia.


O livro é muito bom. Recomendo.

Obs: A atriz Marjore  Estiano é a descrição de Alex ;)


Quer mais noticias, e onde comprar o seu exemplar  e novidades  sobre o livro, aqui estão os links e venha conhecer o trabalho dessa escritora nacional Simone Pesci.




No skoob:



O  blog:



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Quer uma degustação? Veja:



Gostaram?


Até a próxima caixa!











As imagens foram retiradas do Google.

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O que tem na caixa hoje?

Olá!
Hoje olhando na minha caixa encontrei um novo livro, o seu nome Descobrindo todas as formas de Amor da escritora Roberta Farig,pela Uno Editora.2014.

E na minha caixa também tem um pouco da historia da jovem Roberta (minha xará) com esse romance, ela ganhou o concurso literário criado pela Uno Editora, e em Janeiro desse ano, o seu romance foi o escolhido, em primeiro lugar.


Roberta nos conta a história de Anabella Zommer , uma jovem cheia de sonhos e carismática. Trabalha na empresa N.A.A, na área administrativa num escritório de Advocacia onde ainda era estagiaria e está prestes a receber uma promoção, o cenário é Florianópolis e uma rápida viagem para Curitiba.

Adotada por um casal maravilhoso, onde eles criaram um laço muito forte, o cenário familiar é tocante.
A jovem que tem tantos sonhos e entre eles encontrar um grande amor...
Anabella tem amigas maravilhosas com a Daiana, Barbara e a Talita que a acompanham em vários momentos da vida da personagem.
Mas Anabella tem muito conflitos e etapas para enfrentar, como a chegada de um homem maduro, viúvo  e um pouco ‘ complicado’ e seu chefe Samuel Neon, mas como tudo não é flores e fica no ar o forte assedio do jovem Bruno.

 

O livro é contando passo a passo dessas mudanças na vida da jovem Bella.
Creio que uma trilogia tocante está chegando...
Pois o final acontece um pequeno triste acidente, uma grande perda e então onde aparece uma nova  "deixa" de como a nossa jovem heroína vai lidar com todos os problemas e novidades que ainda tem pela frente...

A  escritora Roberta Farig é catarinense e é mais uma jovem nascendo no mundo literário, informações sobre sua trajetória, segue o link :

Pagina no Facebook da Autora:


Blog da Autora:


E onde encontrar o seu livro :


E link da Uno Editora:



Gostaram?

Até a próxima caixa!
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O que tem na Caixa da Roberta hoje?

Olá Bem vindos!

Hoje mexendo na caixa, encontrei um texto meu que chamo de 
A bagagem.
Qual é o tamanho da sua mala?

A história é um encontro de um homem que nunca fez nada para mudar com um jovem que tinha tantas coisas ainda para ver...


—Nossa! Será que estou muito atrasado?
 O homem perguntou assim que entrou na fila que a moça do outro balcão o indicou a seguir.  A sua frente, tinha um senhor cheio de malas e que respondeu sem muito olhar para o recém-chegado.

— Não tenha pressa, ninguém aqui tem pressa.

—Nossa o senhor tem muito peso ai hein...

O homem com jeito de ser rabugento, olhou para ele, e reparou que o homem só carregava uma mala só e pequena.

—Quer ajuda?

—Não— respondeu seco — Isso é coisa minha, preciso despachar isso antes de partir, caso essa fila ande...

—Olha está andando um pouco— disse o homem para o mais velho.

Os dois deram alguns pequenos passos.

O homem olhou de novo para o mais jovem e disse:

— Só tem apenas essa mala?

—Só.

— Não vai deixar nada para ninguém?

— Acho que não  eu tinha uma um pouco maior, mas fui mudando ao longo tempo, é até estranho. Eu me sinto mais leve, mas e o senhor já trocou alguma dessas?

O homem olhou para as malas, umas grandes, outras medidas, pesadas e leves, bonitas e feias. E respondeu:

—Não, eu nunca troquei nenhuma, nunca gostei delas, olha essa vinho aqui, tão antiga e nada leve, mas elas já estavam me esperando em casa mesmo, outras foram chegando com o tempo, e agora vou passar para outra pessoa.

—O senhor levou esse peso todo, durante a vida inteira?

—Sim, carreguei mas hoje ainda mais nessa fila, que não anda fico pensando se valeu a pena, e eu acho que não.

—Sinto muito senhor, acho que com todo esse peso eu entendo a sua exaustão e pressa, eu mesmo não saberia o que fazer. Mas posso perguntar uma coisa, para quem vai deixar essas malas?

—Essas malas aqui, lendo esse manual aqui, eu deixaria apenas uma, do tamanho dessa sua, mas vou deixar todas para os meus filhos mesmo.

O homem olhou aquela quantidade de malas e balançou a cabeça pensativo.

De repente uma voz soou pelos alto falantes comunicando

Senhores e Senhoras com bagagens leves e no maximo duas de unidades por favor encaminhar para o setor azul, lá nossos atendentes já estão treinados para recebe-los com mais conforto  e agilidade. Aos demais por favor permaneçam na fila.

Os dois se olharam e olharam para as malas.

—Eu tenho que ir. Adeus senhor.

—Adeus.

O rapaz partia para o outro corredor que tinha entrada para o setor azul.

Enquanto o homem bufara, olhando para suas malas, que estavam difíceis de serem despachadas e então, sentou em cima de uma delas e mais uma vez relia aquele velho manual.

—Minha vida poderia ter sido melhor, sem esse peso todo com certeza...



E o homem ficou ali durante um bom tempo, lendo e relendo aquele manual sem mais utilidades, esperando naquele Terminal sem fim.

Até mais!!!
(imagens tiradas da internet)
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Nova colaboradora: Dulce Morais


22 de agosto de 2013

Nova colaboradora: Dulce Morais





Biografia


Sou originária da cidade de Tomar, Portugal. Se nasci em país lusófono, deixei-o ainda criança para seguir o destino, com rumo a várias culturas, acabando por me fixar durante a adolescência à beira do Lago Léman, em Genebra. Foi lá que vivi durante vinte e cinco anos, estudei, fundei uma família e comecei a rabiscar versos e prosas em cadernos ou folhas soltas, escondidos em seguida em gavetas bem fechadas.
As mudanças de país e de horizonte foram-me saudáveis e criaram uma constante curiosidade pela Humanidade, pelas ciências, pela psicologia, mas sobretudo, pelas letras. Desde que aprendi a decifrar o maravilhoso código da escrita, penso não ter vivido um dia sem carregar um livro e viajar em devaneios através da imaginação dos autores. Se iniciei com Mark Twain e prossegui com Robert Louis Stevenson e semelhantes, foi na adolescência que descobri as irmãs Brontë, Jane Austen, mas também Hermann Hesse, Gabriel Garcia Márquez e tantos outros.
Absorvi de tal forma da cultura e o idioma dos países onde vivi, que quase não pratiquei a língua portuguesa até aos 36 anos. Tendo decidido regressar a Portugal em 2010, aprendi a língua das minhas origens durante um ano inteiro antes de me instalar novamente na cidade da minha infância. Desde então, vivo uma paixão pela língua de Camões e, graças aos conselhos de amigos, descubro a literatura portuguesa e brasileira com entusiasmo.
Quanto à escrita, se nunca desisti de deixar fluir as palavras em francês, é agora em português que me expresso com mais frequência escrevendo, e, em particular, na poesia, mas também na prosa poética, contos e reflexões.
Encontrarão publicações da minha autoria aqui:

A PAZ NO OLHAR

O nosso olhar, a maneira como o pousamos sobre os outros, pode ser a fonte da maior alegria do dia, ou do pior momento que deixará uma lembrança que não poderá mais ser esquecida por quem o recebeu.

Momentos mágicos em que uma transeunte desconhecida olha com ternura para um homem perdido no seu livro, em que uma mãe pega seu filho ao colo transmitindo todo o amor incondicional no seu olhar.

Mas também há momentos em que o olhar desdenhoso dum passageiro de metro para o seu vizinho, cuja conversa parece desagradar, olhar que condena o casal apaixonado demais e que não consegue separar-se, cria uma frieza tal que é impossível esquecer o peso do juízo de valor assim transmitido.

Viveu um homem, já há muito tempo, cujo olhar transmitia sempre a paz e o carinho. Era um homem que tinha suas opiniões e sabia defendê-las, mas nunca o fazia sem que seu olhar mostrasse essa doçura e essa ausência de julgamento que o caracterizavam.

Acontece que foi um dia convocado para ser testemunha num processo por agressão duma senhora idosa. Ele tinha assistido à cena e podia certamente trazer alguma luz aos eventos, mas sobretudo determinar se o acusado sentado naquela sala de audiência era, ou não era, o culpado da agressão.

O processo tinha sido complicado. O acusado não reconhecia qualquer fato, enquanto a vítima afirmava ter a certeza absoluta de que se tratava do seu agressor.

A testemunha sentou-se no banco que lhe era reservado e aguardou que o interrogassem, tal como lhe tinham indicado. Como acontece frequentemente, o Tribunal estava atrasado e teve de esperar ali perto de meia hora.

Aproveitou esse tempo para observar as pessoas ali presentes, começando pela senhora de idade avançada, sentada no banco reservado ao queixoso nesse tipo de situação. A senhora parecia perdida perante a autoridade judicial, parecia não saber bem como se sentar ou se comportar em tal instante.

Quando cruzou o olhar meigo da testemunha que esperava, acalmou-se, sentou-se bem direita e pareceu recuperar cores na face, até ali bastante pálida. Pareceu recuperar uma constância, uma presença, que lhe tinha feito falta até esse instante.

O homem pronto para testemunhar continuou a sua visita visual da sala até encontrar o olhar do acusado, sendo do lado oposto. O olhar que recebeu foi hostil, cheio de desdém, carregado de ameaças. No entanto, o olhar da testemunha não mudou e continuou cheio de paz e de indulgência.

Após alguns instantes de observação mútua silenciosa, o acusado pareceu vacilar, seu olhar agressivo perdeu a intensidade aos poucos até se tornar vergonhoso e constrangido.

Quando o Tribunal decidiu continuar a audiência, o acusado pediu para falar antes da testemunha ser interrogada. O Juiz, admirado pela súbita mudança de atitude, deixou-o falar, cada vez mais espantado com o que ouvia da boca do homem que tinha tornado o processo tão complicado até àquele momento :

-            Antes de interrogarem a testemunha, quero simplesmente reconhecer todos os fatos alegado. Fui eu que agredi a senhora aqui presente e peço que o Tribunal aceite a minha confissão.

O Juiz, que também tinha aguardado que o Tribunal se preparasse para continuar o processo, tinha observado os olhares trocados entre a testemunha e os presentes. Olhou para o acusado e indicou-lhe que o iria ouvir dentro de alguns minutos.
Antes de se dedicar à confissão do acusado, voltou-se lentamente para a testemunha que continuava sentada e disse :

-            Gostava que estivesse presente aqui todos os dias ! Evitaria muito tempo perdido. Transmitindo, com um simples olhar, um sentimento mais profundo e sensato que tantos discursos que tenho dito aqui. Notei o seu olhar dirigido aos presentes nesta sala. O senhor parece não fazer nada, mas afinal faz mais do que muitos nós. O seu olhar, a sua calma, o que inspira, trazem mais justiça neste Tribunal que todos os julgamentos que aqui decorreram.

Depois desta audiência, o dono do olhar que transmitia a paz, continuou ainda muitos anos a olhar, simplesmente a olhar, quase sem falar.

Ele não tinha qualquer poder mágico ou místico. Simplesmente, sabia transmitir o sentimento de calma e serenidade que sentia no seu coração com um simples olhar !

Dulce Morais


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