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Foto: Brian Carter |
Era e É
Era um passarinho frágil
Que andava de mão em mão.
Um bater de asas ágil,
Sem voo, mas nunca em vão.
Preenchia os seus dias
De pura sinceridade.
Indicava aos outros as vias,
Os caminhos da amizade.
Era uma palavra terna,
Escrita no momento certo,
Um gesto que o amor governa,
O carinho sempre por perto.
Era e é ainda
Uma canção pura e bela.
Hoje e para sempre bem-vinda;
Não há duas como ela.
Dulce Morais
Há-de ser sempre canção pura e bela, ouvida por quem ama esse passarinho!
ResponderExcluirUm beijinho