Quem sou eu?

Danka Maia é Escritora, Professora, mora no Rio de Janeiro e tem mais de vinte e cinco obras. Adora ler, e entende a escrita como a forma que o Destino lhe deu para se expressar. Ama sua família, amigos e animais. “Quando quero fugir escrevo, quando quero ser encontrada oro”.

Sugar Daddy Sugar Baby no Wattpad! Corra! Está calor... Rs



Olá Minhas Ciganas! 💃💃💃

Olha só quem acabou de chegar ao Wattpad! Prepare-se o papai vai te pegar... Rsrsrs
Apresentação, prólogo e primeiro capítulo! ( Que calor)

SUGAR DADDY SUGAR BABY

Eudora é uma mulher cheia de segredos. Uma rainha no jogo mais velho da humanidade. Com as armas que possui ela ataca para se defender. Não acredita no amor porque muitos amores a traíram. Ela é sedutora, arrogante, ambiciosa e desbocada, mas no fundo não passa de uma garotinha muito perdida no mundo de verdade.
Máximus Spartacus é um homem atraente e cheio de vontades. Que zela pela verdade, lealdade e tem um coração calado dentro de uma armadura de força.
Caminhos opostos, vidas diferentes com almas distantes, eles jamais se encontrariam se não fosse por um site. Um site especial na Deep Web do tipo que só se pode entrar se for convidado. Esse site cruza esses caminhos de um modo muito avassalador.
Mistério e segredos os cercarão enquanto um sentimento explosivo sem limites os envolverá.
O poder e o dinheiro ditarão todas as regras. Até onde o amor pode ir? Até onde se pode perdoar e enxergar a verdade debaixo de uma teia tão bem emaranhada? Descubra!
Você quer ser a garotinha do papai? Ou prefere ser a menina muito malvada?
Paixão... Sensualidade... Sexo... Amor... Isso é clichê? Concordo. Por isso o convite lhe foi enviado. Permita-se entrar nessa trama e descobrir tudo sobre Sugar Daddy Sugar Baby!
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Pitacos da Danka: Série: A Louva Deus




Olá Galera Machine! Todos bem nessa vida louca?
Hoje trago para vocês os meus pitacos como uma aspirante a cinéfila (risos). Brincadeira! O nome pitaco já diz tudo e só o que uma amante da sétima arte pensa sobre aquilo que vê. Eu amo ver filmes, confesso que as tramas de suspense me seduzem mais assim como documentários, mas eu assisto de tudo. De tudo mesmo! Ultimamente ando numa fase de independentes, e hoje em dia quando se fala em produções independentes falamos de Netflix  entre muitas outras. Então fazendo o meu garimpo (mais risos), porque não sou do tipo de telespectadora que ri ou chora facilmente diante da telona ou telinha de casa mesmo fui procurando até achar essa série. Lembrando: É difícil me impressionar ou roubar minha atenção. Vamos lá? 
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Título:  La Mante (Original)
Ano produção: 2017
Dirigido por Laurent Alexandre
Estreia 
2017 ( Mundial )
Outras datas
Duração 330 minutos
Classificação16 - Não recomendado para menores de 16 anos
Gênero
Drama Policial Thriller
Países de Origem          

Sinopse:
Décadas após sua captura, uma serial killer oferece ajuda para solucionar uma sequência de assassinatos. Com uma condição: ela só trabalha junto com o filho policial.
A série A Louva Deus pode ser considerada como morna diante das produções atuais que estamos vendo no mercado ultimamente, mas ela tem os seus predicados. Muitas pessoas acham que pode ser mais um clichê, eu não achei até porque uma das primícias do cinema assim como da literatura é que toda história é um clichê, já foi contada, o que a diferencia ou a potencializa é a forma como ela é contada, ou seja, aí entra a genialidade de quem escreve.
Para mim é bem elaborada, bem escrita, arrastada não posso negar, mas é daquele tipo de suspense policial que exige de você um pouco mais de concentração para entender de fato com a intenção da série. Não posso dar spoiler se não fica sem graça, mas se você se permitir verá que A Louva Deus trata de um assunto muito mais profundo do que parece e está o tempo todo em nossa vista como se fosse para não darmos importância até o devido momento ao ponto de você achar que não tem nada acontecendo porque não percebe a real intenção da trama. Eu particularmente adoro isso!

 Quer saber quanto vale a minha indicação?
Resultado de imagem para 4 estrelas

Beijocas e até o próximo pitaco!

                          Conheça minhas                           histórias: Permita-se!
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Histórias da Vida:Vivi um amor de circo na Europa

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Oi Galera Machine! Olá minhas Ciganas! Tudo bem?
A história de hoje mexe com a fantasia da maioria das pessoas enquanto crianças e nos remete a uma atmosfera muito lúdica e até mesmo com toques de perfeição e aventura. Mas será que é mesmo assim? Confira agora!

Vivi um amor de circo na Europa


Em 2003, fui para a França estudar hotelaria. Uma prima que morava lá me incentivou a viajar. Eu também já tinha passado um tempo na Inglaterra, e o inglês que eu aprendi me serviu para trabalhar como recepcionista bilíngue. A minha ideia era fazer um curso superior lá fora, aprender uma nova língua, abastecer o meu currículo para conseguir um bom emprego na volta.
Comprei as minhas passagens e embarquei rumo à França. Minha prima trabalhava à noite em uma churrascaria brasileira como garçonete e me chamou para ajudar no bar. Ficava na cidade de Alsace, no nordeste da França, fronteira com a Suíça e a Alemanha. Uma região lindíssima.
Meus primeiros dias por lá foram bem difíceis. Como não sabia falar a língua, me sentia sozinha. Uma noite, um grupo de artistas de circo brasileiros foi jantar lá. Entre eles, estava o Cauan*, um moreno bonito, alto, forte, de olhos castanhos. Apesar dos atributos, não chamou minha atenção. Naquela primeira noite trocamos alguns olhares, mas eu não estava muito interessada. Estava me adaptando ao novo país, com outras preocupações em mente. Mais tarde, descobri que o Cauan — que vinha de uma família de circenses — era um dos motoqueiros do globo da morte do circo. Fazia espetáculos por todo o mundo.
Ele se mostrou interessado por mim desde o início. Estava determinado e foi bastante insistente. Fez várias viagens do cabaré onde se apresentava, o Royal Palace (uma casa de shows no estilo do Moulin Rouge, que fica perto de Estrasburgo, também no nordeste da França), até o restaurante, em Alsace, para me ver. O trajeto levava duas horas. Até que, uma noite, decidi sair com ele, minha prima e o namorado dela. Nevava muito. Fomos dar uma volta no centro da cidade, a pé mesmo. No fim do dia, fomos nós quatro para a casa da minha prima assistir a um filme. Eu estava comendo chocolate e ele pediu um pedaço. Quando ofereci, ele disse que preferia pegar da minha boca. O beijo foi maravilhoso. Rolou uma química imediata. Depois disso, a gente não se desgrudou mais.
A partir daquele dia, vivi uma paixão louca. O que significa sérios problemas. Sentia um ciúme doentio, possessividade e queria controlar absolutamente tudo o que ele fazia. Algumas semanas depois de começarmos a namorar, briguei com ele num dos meus surtos de carência. Arrumei a minha mala e me mandei para Freiburg, na Alemanha, por pura birra. Queria uma prova de que ele realmente gostava de mim — e fosse atrás.
Sempre acreditei em contos de fada. Achava que amor e uma cabana bastavam. E tudo isso parecia ter-se realizado quando o Cauan viajou até a Alemanha e me pediu em casamento. Dois dias depois, mudei para o Royal Palace, onde uma parte dos artistas se hospedava em quartos no cabaré e outra parte em um trailer. O grupo do Cauan ficava no trailer. Quem vê de fora não imagina o que é aquela vida de circo. Eu não tinha noção do que me esperava. Era moleca, não medi as consequências.
Chegando lá, me deparei com um trailer minúsculo, onde ele morava com mais dois caras. Na parte de trás, tinha uma cama e um banheirinho. Na parte da frente, encaixamos uma cama de solteiro onde dormíamos juntos. Moramos assim por uns dias, até conseguirmos nos mudar para um caminhão que tinha divisórias internas. Era um “quarto” só nosso. Eu teria ficado feliz se as condições não fossem tão péssimas. Ainda mais para quem sempre teve casa, conforto, o próprio banheiro e é neurótica com limpeza, como é o meu caso. A comida geralmente era preparada por mim. Parecia que eu estava brincando de casinha. Ia ao mercado, procurava pelos preços mais baratos, voltava para aquele contêiner que era a minha casa e preparava um arroz, uma macarronada, uns enlatados.
Minha rotina se resumia a cozinhar e me locomover em um espaço de 3m². Não me sentia à vontade no meio dos circenses, nem assistindo aos espetáculos, muito menos nos bastidores. Os artistas vinham de diversas partes do mundo — Austrália, Rússia, Iugoslávia, Estados Unidos. Todos eles tinham em comum a vida cigana. A única preocupação deles com o futuro era o almoço do dia seguinte. Eu também sofria por causa dos bichinhos do circo. Sempre fui protetora dos animais. Era um martírio para mim acompanhar aquela rotina. Cheguei a testemunhar mais de uma vez as surras que o rinoceronte levava para entrar no caminhão na hora de dormir, e a morte de um elefantinho.
Além de tudo isso, eu não conseguia segurar o meu ciúme. Queria controlar todos os passos que o Cauan dava. Ficava louca com as cenas do espetáculo em que as mulheres faziam topless. Hoje me arrependo de não ter aproveitado aquilo tudo com mais humor. Os momentos mais leves aconteciam quando mudávamos de cidade e tínhamos a chance de conhecer cidadezinhas lindas. Era muito legal.
Eu tinha ido atrás do curso no Liceu Hoteleiro de Estrasburgo, um dos mais conceituados do mundo. Mas não ia ser fácil. Para concorrer a uma vaga, eu teria de passar por uma entrevista em francês — e eu sabia pouco ainda. Fazia só três meses que eu estava lá. Treinei com a minha prima algumas perguntas e respostas e fui aprovada. Voltei para o Brasil para buscar o meu visto de estudante e, após uma série de burocracias, consegui obtê-lo.
Levava uma hora de viagem do cabaré até o Liceu. Nas primeiras semanas, eu ia de bicicleta até a estação de trem. Nevava e a estradinha que eu pegava não tinha iluminação. Eu entrava na escola às 7h30 e, quando eu pegava a estradinha, estava sempre muito escuro. Pedi ajuda ao Cauan e ele comprou o carro de um outro artista do circo por mil euros.
Quanto mais passava o tempo, mais eu me sentia deslocada. Eu não tinha nada a ver com aquela vida de circo. Mas já havia embarcado naquela aventura. Era a prova de que amor e uma cabana não valem nada. Precisamos de mais do que isso. O circo é, de fato, uma família. E isso implica coisas boas e ruins, como acontece em toda família. O convívio excessivo rende muitos “barracos”. Mas eles estão acostumados. Eles não têm amigos como nós, só saem para beber de vez em quando. Eles vivem o circo de manhã, de tarde, de noite e de madrugada. No máximo, ouvem música alta em um trailer, que não lhe deixa dormir. Mas existe um grande respeito também, ainda mais com todo mundo dividindo o mesmo espaço diminuto.
O que eu vivi com o Cauan foi intenso, em todos os sentidos. A gente transava muito, o sexo era ótimo. Mas sempre oscilávamos entre paixão e raiva, dia após dia. Quando o contrato de dois anos do Royal Palace acabou, eu não aguentei mais ficar lá. Saí à procura de um apartamento perto da escola, consegui aprovação de crédito e até ajuda do governo, por ser estudante. Era uma quitinete, com quarto, cozinha e banheiro. Mudei para lá e deixei o Cauan com o circo. Eles iniciaram uma temporada itinerante na Alemanha. Ficamos uns três meses sem nos ver, até eu não suportar mais a saudade. Procurei na internet onde o circo estava, imprimi o mapa, peguei o meu carro e fui atrás dele. Fiz surpresa e, quando ele me viu, ficou superfeliz. Eu não queria nem ver a sombra da tenda do circo, por isso nos hospedamos em um hotel e eu fiquei por uns três dias no início da semana, quando não tinha espetáculo. Fui e voltei mais algumas vezes. Cheguei a fazer uma viagem de dez horas de carro velho, o mesmo que tinha custado mil euros.
Depois de quase seis meses nos relacionando a distância, Cauan recebeu uma proposta para ir à Itália. Decidi viajar com ele. Não suportava mais viver longe. Já estávamos no terceiro ano de relacionamento. Eu tinha acabado de me formar no Liceu, aceitado uma oferta de emprego numa rede de hotéis grande por lá, mas larguei tudo. Ele me disse: ‘Vem comigo que eu vou te fazer a mulher mais feliz do mundo’. E fui. Mas eu não iria deixar ele me fazer a mulher mais feliz do mundo. Só eu seria capaz disso. A gente coloca tudo nas costas do outro. A verdade, ainda que clichê, é que nós somos responsáveis pela nossa própria felicidade.
Segui viagem rumo à Itália. Eu sou uma pessoa muito pró-ativa: não conseguia só ficar fazendo comida enquanto ele trabalhava. Então, eu comecei a fazer fotos dos visitantes para que levassem como uma lembrança do circo. A trupe me emprestou uma câmera e eu fotografava crianças, casais e família com coelhos, macacos e outros bichinhos. Cheguei a fazer mais dinheiro do que ele: por noite, tirava uns 100 euros, enquanto ele, uns 70, 80. Fizemos um bom pé-de-meia nessa época. Mas como o carpe diem parecia ser o lema do circo, quando eu via, o Cauan já tinha comprado um videogame de última geração com a nossa economia. Era muito triste.
A aventura de fato aconteceu quando chegamos na Sicília. A menina que ficava no meio do globo da morte pediu as contas, de repente. Já era quase hora do espetáculo e a única pessoa disponível para susbtituí-la era eu. Quase morri de tanto medo. Fechei os olhos. Sentia as três motos passarem muito perto de mim, só pelo ventinho. Fiquei muito nervosa, mas no fundo, eu confiava neles. Afinal, faziam isso desde muito jovens. Foi tudo tranquilo e até gostei da experiência. Demos muita risada depois.
Noutro dia, uma bailarina também faltou. Não pensaram duas vezes em me colocar no lugar dela. Eu nunca tinha feito balé na vida! Busquei a minha roupinha de balada que eu tinha no trailer, superbrilhante, calcei uma bota e lá fui eu. Quatro elefantes entravam no picadeiro e eu tinha de subir em um deles. Quando você sobe no bicho, é como se você estivesse abrindo ‘espacate’, porque o pescoço do elefante é gigante. Ofereceram-me o elefante mais calmo, mas eu não tinha noção do que era andar em cima daquele animal. De repente, o bicho começou a correr. As outras meninas que participavam do número davam tchauzinho de miss sobre o elefante para a plateia enquanto eu me equilibrava e tentava não cair. Agarrei as orelhas do bicho. Quando ele levantou as patinhas, quase caí. Saí com aquele sorriso amarelo, tendo a certeza de que o público estava achando que eu era o palhaço do circo (risos).
Fiz várias apresentações durante uns 30 dias. Até que fiquei grávida. Claro que isso não estava nos planos. Mas cheguei realmente a pensar que um bebê poderia dar um novo rumo à nossa relação. Que poderíamos repensar todo aquele modo de vida e conseguir uma estrutura melhor para receber nosso filho. Imaginava que ele seria um superpai babão, porque observava o carinho que tinha pelas crianças que visitavam o circo. Mas ele se mostrou indiferente. Fiquei frustrada. Perdi o bebê quando estava com um mês e meio de gestação. Sofri muito. Pior foi voltar do hospital, ele me deixar no trailer e correr para o espetáculo. Eu me senti abandonada. Fiquei três dias sem tomar banho porque a água do circo tinha acabado. Tudo perdeu o sentido.
O contrato da turnê pela Itália chegou ao fim. O Cauan não conseguiu renovar o visto para permanecer na França e eu também não fui aprovada para o meu visto de trabalho. Decidi voltar para o Brasil. O Cauan topou vir comigo. Eu me iludi mais uma vez e achei que poderíamos começar do zero aqui. Depois de um mês aqui, ele falou que não aguentava mais. Não tinha nem feito o ensino médio, como conseguiria arrumar emprego?
Pouco tempo depois, ele foi convidado para fazer uma turnê de um mês na Alemanha. Estava decidido a voltar. Eu tinha acabado de ser contratada por um hotel grande no Guarujá. Tinha inclusive alugado um apartamento lindo para a gente na praia. Ele disse que iria para a Europa, mas voltaria dali um mês. Passado esse tempo, ele me ligou e disse que teria de ficar mais dois meses. Continuei esperando. Era 2007, entrávamos no quarto ano de relacionamento.
Quando eu estava preparando as minhas coisas para buscá-lo no aeroporto em São Paulo, ele me ligou dizendo que tinha acabado de assinar outro contrato. Dessa vez, com duração de um ano e meio na Rússia. E queria que eu fosse encontrá-lo. Viver de novo aquela vida maluca de circo? Nunca. Foi a gota d’água. Eu já estava tão mal com todo aquele desgaste que não foi difícil o término definitivo para mim. Ele passou a me ligar pelos seis meses seguintes, inclusive de madrugada. Chorava, dizia que me amava e queria que eu fosse para lá. Eu me mantive firme. Disse para ele seguir o rumo de sua vida.
A última vez que nos falamos foi no Natal de 2009. Conversamos bastante. Ele disse que se arrependeu de ter-me deixado aqui, de não ter tido uma tolerância maior comigo, de não ter-me dado a segurança que eu esperava. Mas não tinha mesmo como isso acontecer: éramos muito novos. Ele achava que poderíamos pelo menos ser amigos, mas respondi que não. Ele relembrou uma frase que o pai dele tinha dito uma vez: ‘Só se ama uma vez na vida’. E completou: ‘Acho que você foi a única pessoa que eu amei. Nunca vou amar ninguém do jeito que te amei’. Concordei, mas fiz um adendo: ele iria, sim, amar outras pessoas, mas de formas diferentes.”

Fonte: Marie Claire

Se você quiser compartilhar sua história de vida conosco escreva para o e-mail: dankamaia@yahoo.com.br, não precisa se identificar seu anonimato será garantido.

Conheça um das minhas histórias! Permita-se!


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Lenda Sombria: O Navio Fantasma


Lenda Sombria: O Navio Fantasma



O Caleuche é descrito como um mítico navio fantasma com a aparência de um grande veleiro cuja cobertura principal é cheia de luzes brilhantes, e que navega ao som de músicas e orquestras.
Diz a lenda que quando deseja passar despercebido, este navio mal assombrado e esconde-se sob as águas ou é cercado por uma neblina sobre natural que faz com que fique invisível aos olhos humanos.
De acordo com diferentes versões que cercam as míticas aparições do estranho veleiro, acredita-se sobre sua tripulação ser constituída pelo sombrio Chiloé Waeloxks e seus fiéis servidores, por aqueles que morreram no mar, pela fantasmagórica tripulação de escravos, por duas bruxas míticas e por todos aqueles que decidirem ir com o navio voluntariamente sendo assim retribuídos pela promessa de riqueza.
Além disso, diz-se que quando se navega pelos mares do arquipélago de Chiloé pode-se ver o Caleuche e suas almas em festa a vagarem eternamente recolhendo as almas para aumentar sua macabra tripulação.
Origem

A lenda do Caleuche, relaciona-se de formas diferentes, com inúmeros aspectos da história e das crenças do arquipélago de Chiloé.
Entre as inúmeras hipóteses propostas, sugere-se que o mito pode ser uma variação lenda do Europeu  Navio Fantasma O Holandês Voador , que foi baseada em fatos reais, como por exemplo sobre o desaparecimento do navio holandês "A Calanche",ou que originou-se nos misteriosos desaparecimentos nas expedições espanholas ou na chegada de navios piratas holandeses como o liderado por Baltazar de Cordes , que em 1600 capturou toda a ilha por um período curto.
Alguns também dizem sobre as aparições serem provenientes ao fenômeno da osnis (dos objetos não identificados submersíveis).

Versões
Existem inúmeras versões, que diferem-se discrepantemente. No entanto,  todas dizem que seria uma embarcação que pode aparecer ou desaparecer em meio a noite, e que seria perigoso atender a este lendário veleiro. 

Casa Mágica dos Mortos no Mar
Uma versão diz que o barco pega mortos no mar e dá-lhes nova vida a bordo como membros da tripulação a passar a eternidade em festivais.
Marinheiros  Amaldiçoados e Escravos Pescadores
Outra versão diz que o navio mítico aparece nos mares de Chiloé com uma música maravilhosa,  para assim atraír os marinheiros e transformá-los em escravos que querem  para a eternidade, a fim de usá-los como servos de sua tripulação.
Contrabando de Magia
Também há uma crença de que a tripulação do Caleuche faz pactos mágicos com comerciantes, assegurando-lhes prosperidade material em troca de manter o seu segredo.
Quando alguém em Chiloé faz rápida fortuna , diz-se entre os seus vizinhos, porque ele estava tendo um caso com a tripulação do Caleuche e seus feiticeiros. Estas histórias foram aumentadas durante os dias que se seguiram ao terremoto de 1960 , porque algumas das casas das ilhas ficaram intactas pelos incêndios que devastaram o porto de Castro. Na mesma década, foi dito que perto das casas de comerciantes prósperos do arquipélago de Chiloé , em muitas noites  pode-se ouvir sons de cordas, como se um barco estivesse ancorado próximo.
Assim, até os dias de hoje é considerado-se suspeito  quando um comerciante bem sucedido, recebe a noticia do naufrágio do barco que leva um de seus parentes. 
Diz-se que grandes riquezas são devidas aos tripulantes que estão a bordo do Caleuche, e que em suas viagens que acontecem neste navio mágico seriam levados para visitar cidades fantásticas que estão instaladas no fundo do mar, e que também lher são reveladas a localização de tesouros escondidos . Assim, pode- se desfrutar de uma pequena parcela destes tesouros, e ir vivo para casa, com a condição de que tem que fazer algum tipo de pacto para manter esses segredos até a morte. O não cumprimento do tratamento, seria severamente punido.
As histórias dizem que aqueles que têm um pacto com o navio fantasma devem mante-lo a qualquer custo a fim de bajular as feiticeiras.

Sendo magia consciente
Existe também uma versão indicando o Caleuche realmente ser criado e dotado de consciência , o que explicaria o seu comportamento como divindade maligna.
De acordo com esta interpretação da história, originalmente Caleuche era apenas um navio, mas a Millalobo teria dado o dom da consciência, e as grandes potências, com o objectivo de que o Caleuche fosse o local de residência das almas que produz o mar sendo assim resgatadas pelos filhos de Millalobo.
Diz-se que logo após sua transformação , o Caleuche estava feliz com seu parceiro, mas um dia ao saber da morte de seu amado dono por bandidos do mar, o Caleuche irritado jurou vingança sobre todo o ser humano vivo. Esta seria a razão de seu juramento de atrair todos os marinheiros e pescadores que encontra, para tornar escravos, e a razão também para haver concordado em ajudar as bruxas de Chiloé,  para o transporte e a feitiçaria maligna, mas, no entanto, ele também deve continuar a cumprir a missão sagrada de Millalobo.
Além de atrair marinheiros para torná-los escravos, diz sobre ele ter a capacidade de punir aqueles que olham-no, usando seu poder de deformar o infeliz que vê-o sem permissão dando-lhe uma morte súbita ou enlouquecendo-o. Assim, é dito que a pessoa que olhar para Caleuche e não quiser sofrer a punição mágica, deve assegurar que o navio e sua tripulação não percebam sua ousadia.
O Mito
Estes são alguns dos mitos sobre este misterioso navio fantasma que navega em meio a neblina dos mares do Chile aterrorizando pescadores na forma de inúmeros e porque não dizer medonhos relatos sombrios  sussurrados em meio a noites lugubres no arquipelogo ou no mar e fazendo-se passar de geração em geração a ser recontada como mais uma nova História Sombria
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Desabafo Na Gaveta por Danka Maia





A primeira coisa que quero confessar é que meu nome não é Igor.
A segunda, é que jamais lhes direi meu nome verdadeiro.
Tenho plena consciência do que irei dizer pode ou não fazer sentido para você. Sei que poderei parecer um louco ou um grande herói. Essa é a terceira coisa a confessar, não importa o que pense sobre mim, isso não faz a menor diferença. Nessa vida, somos responsáveis diretos e precisos daquilo que imputamos sobre nossas cabeças seja para vida ou morte. Há doze anos quando ainda era um moleque de onze anos tomei a decisão mais dolorosa de toda minha existência, uma decisão que determinou o meu hoje não sei se o meu amanhã, mas que com certeza definiu meus últimos doze anos de vida.
Sempre fui um filho obediente, filho de mãe solteira e batalhadora, como milhões que eu e você certamente conhecemos e admiramos. Meu pai nunca foi pai, era um nome na minha certidão de nascimento assim como permanece até hoje na minha Carteira de Identidade.
Mamãe nasceu no Sertão de Pernambuco, num lugar que o tempo esqueceu e a truculência separou para reinar e fazer cativo um povo que já nos olhos carrega dor e sofrimento. Não conheci meus avós, só recordo de mamãe contar-me que enviava dinheiro para eles todo mês até que falecessem. No meu mundo só havia duas pessoas, mamãe e eu. Ela saía às cinco da manhã para conseguir chegar a tempo as oito no emprego de doméstica do outro lado da cidade, mas morávamos tão longe que quase sempre o atraso era inevitável assim como a bronca da patroa dela, uma proletária recalcada, metida a besta que pelo motivo do marido possuir uma padaria de fundo de quintal sentia-se na condição de humilhar a quem fosse, no entanto, sua preferência habitualmente tornou-se minha mãe.
Como eu odiava aquela mulher!
Como abominava o jeito como tratava minha mãe, como olhava para mim, e como repudiava também a maneira submissa que mamãe lhe servia exaustivamente sem esboçar nenhuma reação adversa de dignidade. Quando a embatia a resposta era velha conhecida:
— Filho, precisamos deste emprego para sobreviver.

Era uma dura verdade. Na medida em que crescia, minha rotina permeava ali entre o computador comprado em milhões de prestações, aos jogos e a molecada na rua. Apesar de ser eu a minha mãe, acabou virando um mundo de uma pessoa só: Eu.

Algo foi mudando dentro de mim de modo vil, carregado, calculista e aterrorizante. Eram sentimentos que ocultava de mim mesmo, pois sabia no meu outro íntimo que se desse vazão a esse outro lado tão obscuro coisas boas não aconteceriam.

Essa é minha quarta confissão, quando sentimentos ruins nos invadem e não são dominados previamente com veemência e acirrado vigor o torpe e o hediondo podem sim dominar a sua alma. Houve um dia que enfim dominaram a minha. Passei a olhar para mamãe e sentir gosto de sangue em minha boca, me via em flashes agarrando-a pelos longos cabelos e jogando-a contra parede sem nenhum respeito ou qualquer outro compaixão ou emoções dos que passei a vida confessando e nutrindo por ela. Talvez nessa altura deva estar ponderando que a quinta confissão é essa: Queria a mãe morta? Não, eu queria matá-la. Do mesmo modo, aquela mulher que lhe tinha como senhoria e seu marido vassalo.
A sexta confissão é que no dia 03/02/2000 desapareci da vida de todos. Fiz como todos os dias. Fui à escola, estudei, fui para o computador e a tarde joguei bola com meus amigos. Sorri como sempre, porém ebulindo por dentro. Quando todos adentraram, certifiquei-me de que ninguém me via e tomei o meu rumo. Fui embora.

A sétima confissão que faço, é que passados dois meses do meu desaparecimento, focado no que havia determinado como meta de honra, finalizei meu outro plano. Entrei de madrugada, na calada da noite na casa dos patrões de minha mãe e os assassinei. Quatro tiros, dois em cada um, na cabeça e no coração. Só careci dissimular a voz e contar-lhes uma história triste e comovente o bastante, disse que mamãe tinha falecido para permitirem que adentrasse em sua residência, não sabiam, não faziam ideia de que abriram a porta para uma execução arquitetada em seus ínfimos detalhes, a morte necessita de organização para se manifestar.

A oitiva confissão é desaparecer foi à saída que encontrei para não ter que matar minha mãe. Nesses últimos anos acompanhei tudo que ela fez para encontrar-me. Todo seu sofrimento, desespero e aflição em busca de mim. Mas essa foi a maior prova de amor que pude da-la, preferi o mundo cruel e nocivo a conviver com a ideia que desejei um dia sacrificar a vida da pessoa que mais amo.

A nona confissão, é que decide contar-lhes isto depois da trágica e exime dilaceração da família de policiais supostamente morta pelo seu filho. Não sei se foi ele ou não. No entanto, caso tenha sido, talvez não tenha tido tempo necessário para passar a frente do gosto de sangue na boca e fugir antes que o mal lhe sobreviesse. Se esta foi a sua verdade, compreendo porque assim agiu. Não há explicações plausíveis, cabíveis e esclarecedoras para esse intuito tão diabólico e malévolo. Assim como não afirmo que todas as pessoas, crianças ou não que desapareçam tenha se dado pelo mesmo caso como o meu se deu, contudo reflitam poder ser uma explicação.

Nunca mais poderei ver minha mãe, não posso abraçá-la, sentir seu cheiro porque sei que cá dentro de mim,esse outro lado ainda habita,está somente adormecido.

Minha décima confissão vai para minha mãe embora não tenha nenhuma convicção de que algum dia lerá ou saberá no seu intuito materno que sou eu quem escrevo essa carta. Houve uma noite de abril de 2008 que na ânsia da saudade voltei na calada da noite até nossa casa. Pulei o muro, e de passo em passo cheguei rente à janela de seu quarto mamãe. Entenda, seu moleque não poderia atravessar aquele linha tão tênue, caso fosse, a colocaria em risco e jamais permitiria isto. Só quero que compreenda a vi segurando minha foto e suas lágrimas debulhando-se sobre a mesma, e com as tais as música que citava: "Quando penso em você, fecho os olhos de saudade, tenho tido muita coisa menos a felicidade."

Mãezinha, não roubei, não menti, mas sim matei aquelas pessoas que para mim mereciam morrer e não há em mim nenhum ressentimento deste feito. Entretanto, jamais me perdoaria se esse meu lado negro a tivesse tocado com tamanha maldade que há nele, aí sim, eu jamais poderia ter seguido adiante. Sou trabalhador,estudei,passei por muitas mãos, algumas me afagaram outras não. O destino é um senhor implacável.

Minha décima primeira e última confissão é que morrerei em breve. Não virei bandido, sou operário, mas a vida me sentenciou com um câncer terminal com apenas vinte três anos de idade. Não tenho mais que uma semana segundo os médicos, na realidade acho que não passarei dessa noite. Não estou morrendo, morri desde o dia que decidi desaparecer da vida de sua vida mãe, e só almejo que você saiba que eu sempre a amei.

Adeus.

Danka Maia





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Um Café e Duas Palavras Por Favor!




     Oi Galera Machine! Oi minhas Ciganas!

  Quem acompanha o blog sabe que um de nossos carros chefes era a página " Um café e duas palavras por favor" onde eram realizadas nossas entrevistas não só com autores, mas também com qualquer convidado de outro segmento da arte em si.
  Nessa nova jornada as entrevistas serão um pouco diferentes, serão realizadas em vídeos gravados pelos entrevistados e postados aqui. Uma forma mais dinâmica de fazer acontecer. Ainda nessa semana eu deixarei um vídeo aqui comigo explicando melhor tudo isso e respondendo algumas perguntas deixadas em um dos meus grupos no Facebook ou em meu próprio mural.
Enquanto isso você poderá reler algumas das muitas entrevistas realizadas clicando na imagem acima na clicando aqui ou na coluna ao lado. Divirta-se e tenha uma excelente semana.

Muito feliz de estar aqui com vocês!



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Confissões com um "Q" de pecado...






 Oi Galera Machine! Olá minha Ciganas! 

 Bom a página  " Confissões Com Um Q de Pecado" está de volta, assim como todo blog ela trará novidades, desta vez ela trará contos picantes criados em cima de possíveis relatos enviados para o blog. Sendo assim, você pode mandar sua experiência ou fantasia para o dankamaia@yahoo.com.br sem precisar se revelar, total anonimato e eu  criarei um conto em cima do seu relato ou simplesmente escreverei contos berrados desta minha mente inquieta que vocês tão bem conhecem, ok?
Ah, para procurar a página basta olhar na coluna ao lado com a imagem acima, assim você irá para as confissões diretamente.
Daqui a pouco teremos o primeiro conto saindo!

Novo conto fresquinho: 





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Literatura: Vivendo de Inventar, será que dá?


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             Para quem caiu de paraquedas aqui no meu blog deixe-me fazer as honras da casa (risos). Meu nome é Danka Maia, sou carioca, Escritora e Professora. Tenho vinte e cinco livros publicados de modo independente. Mas já faz seis anos que me joguei de corpo e alma na carreira literária.
A grande pergunta/sonho/vontade de um escritor é poder viver daquilo que ele escreve. O que não é nada anormal. Um médico quer viver da medicina. Um professor de sua vida como docente, a moça da feira de artesanatos quer viver da sua arte e por aí vamos.
 Agora por que será que viver de inventar que literalmente é o que significa a intenção de um escritor é quase uma missão impossível no Brasil atualmente? Quais são as razões que estão no meio deste percurso capazes de minar essa vontade tão comum, não é verdade?
Bom galera, na minha modesta visão os fatores não são muitos, mas são enormes.
Quero começar partindo do princípio que se você como eu conjuga no seu coração o verbo ESCREVER no lugar do EXISTIR.  Encontrou na literatura o seu lugarzinho no mundo onde deseja deixar a sua marca. Você já escreve ou escreveu poesias, contos, crônicas, como eu que comecei também assim. E agora você amadureceu. Desabrochou como é o natural de quem se empenha em algo.  Ah! Deixa-me abrir um parêntese aqui só para citar uma coisinha: Escrever está muito mais relacionado à disciplina, estudo e persistência do que a inspiração viu? A inspiração é um fator contribuinte? Sim. Mas não é determinante. A inspiração está em tudo que nos cerca. É uma questão lógica, quanto mais você estuda, mantém uma disciplina em escrever pelo menos quinze linhas diárias e foco como em qualquer área da sua vida, é evidente que você só tende a cada vez mais se tornar melhor no que faz. Não é mágica. Não tem glamour.
Então voltando ao raciocínio inicial. Você tem uma história!  Olha que maravilha! Seu livro está pronto, seu filho do coração que você tanto ama, até morre por ele.  Mas aqui está o primeiro problema. A primeira dica que eu te dou: Um livro só é filho para nós que o escrevemos. Porém se você quiser adentrar no mundo literário tem que aprender a ver o seu livro como um produto.
Nossa Danka! Partiu meu coração agora. Sim, parte, eu sei, o meu foi partido também, no entanto esse olhar visionário ajudará e muito na sua caminhada a compreender o que o mercado deseja. O que seus leitores querem e o que você tem para oferecer.

Segunda dica: Durante muito tempo eu acreditei nisso viu, e por isso estou dividindo com você agora porque não quero que você sofra o que eu sofri. O livro em si não é uma obra aberta como uma novela, por exemplo, onde o autor se baseia em pesquisas e dependendo da reação do público ele muda algumas coisas para readequar a trama ao gosto da maioria. Contudo, no Brasil, existe essa mentalidade, acredito eu que seja até em virtude das telenovelas que são um poderoso produto áudio visual em nosso país, os leitores tendem a acreditar que a sua história precisa ser como eles querem. E aí vem o pulo do gato: Eles estão certos!
O que eu quero dizer com isso. Que você precisa ter total consciência do que o público para o qual você escreve ou deseja escrever espera, anseia da sua trama.
 De que você carece ter o domínio para mover os motores que esse público acredita. E como se consegue isso? Estudando muito! Estudando técnicas literárias, estudando um pouco de psicanálise, (os doze arquétipos de Jung são bárbaros na formação de personagens!), observando o mundo e as pessoas a sua volta. 
Um escritor não para de trabalhar quando fecha seu notebook, celular e afins. A cabeça dele permanece em sincronia com suas histórias. Então observação e pesquisa sempre! Seu leitor necessita encontrar em sua trama três palavras mágicas: Empatia, simpatia e antipatia. Guardem bem essas três palavras e o significado delas em seu enredo.

Terceira dica: Não existe receita pronta para um livro Best Sellers.  Ascensão meteórica nessa carreira pode eventualmente acontecer, mas não é a regra e sim a exceção. O que eu quero dizer com isso? Para ser escritor tem que ser muito persistente. É um caminho a longo prazo. De tijolinhos sendo cuidadosamente colocados dia após dia com todo amor, carinho e muita, muita dedicação. Portanto, não tenha pressa.
Quarta e última dica porque eu me empolgo e  falo/escrevo demais (Risos).  Demora muito ganhar algum dinheiro com seus livros. É muito difícil vender livros em nosso país, porque é triste, mas é verdade, aqui se valoriza mais uma bola no pé do que um livro na mão. Portanto, trabalhe em seu livro com o maior zelo que puder. Invista, estude se não puder pagar, porque a maioria não pode, aprenda a diagramar, fazer capas mais básicas, revise o que escreve. Tente entregar um produto digno ao mercado e o leitor virá. O leitor gosta de sentir esse carinho nos detalhes do livro. Perceber ali os cuidados para o entretenimento dele.
Não esqueça: Leitores são pessoas que param o seu mundo para lerem o seu e ainda te agradecem por isso.
Bom, vou indo, se deixar esse texto vira um livro. Maravilhoso estar aqui, obrigada pela oportunidade.

Danka Maia


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