Entre Quatro Paredes e Nada Mais LIVRO

sábado, 14 de setembro de 2013

OS CONTOS DE MONTE-MOR: O Erótico também tem seu lado bandido.

Contos Policiais eróticos, 
Por Gaio Montemor.




A saga do Oficial Pachenko
Série policial
com cenas alucinantes
e muito erotismo.


O motivo:

Há seis meses estou numa busca implacável ,onde dor e ódio sentam comigo nas poucas refeições que faço e se ajeitam a cama que não posso mais dormir.Sei que era eu quem deveria estar naquela calçada. Lara voltou apenas para beijar-me coisa que jamais fazia. Sabe como é, meninas de quinze anos não gostam de beijar pai principalmente.
Quando os cabelos dela se entrelaçaram nas minhas mãos cheias de sangue percebi que o carro já sumira na esquina. Até hoje me questiono porque não fui atrás dele, mas era a minha menina, a minha princesinha. Como deixar o corpo dela no chão? Como permitir que a porra da morte a ceifasse de mim sem nenhuma explicação? Uso farda, sou um homem da Lei, mas decidi fazer justiça como só eu sei que realmente se pode fazer nessa merda de sistema que temos. Se você é a favor ou não, não me interessa quem teve que jogar a pá de cal no caixão da única filha fui eu, parceiro, portanto dane-se sua opinião sobre meus princípios.
Meu nome é Pachenko. Gabriel Pachenko, sou brasileiro,sou homem de farda, sou vingativo e vou caçar meu inimigo. A única coisa que quero dizer-lhe é: SAIA DA MINHA FRENTE!


Capítulo 1 – O Oficial Pachenko.

Sempre me perguntaram como fui que me tornei um oficial da Lei.A história é a mesma, nunca mudou. Quando era pequeno perdi minha mãe no meu quinto aniversário. Meu pai nos levou para uma dessas cidadezinhas empoeiradas do interior do Estado. Eu era o melhor aluno da classe, mas não porque era o mais inteligente ou dedicado, cedo saquei que para sair daquele mundinho da porra que papai nos enfiara teria que me sobressair de alguma forma e decidi que seria através dos estudos.  
Morávamos num sítio, a única vizinha era a Dona Elisa. Viúva do tipo gostosa, fogosa, até hoje acho que papai deu uns pegas nela, embora jamais admita. Meu coroa era um homem de números, contador de uma rede de supermercados, queria que trilhasse seus passos, só pensava em carteira assinada, enquanto eu quando comeria a mulher dos meus sonhos. A viúva Elisa.
Tinha bons amigos, porém sempre me senti um cara só,sabia que ali não era o meu pouso muito menos o destino final do meu rumo e o único amigo que percebia isso tinha quatro patas e atendia pelo nome de Bandit. Já que não dava para traçar a dona dele, fazia dele um amigão. Mesmo assim, papai me pôs uma regra, podia brincar com o quatro patas e depois levá-lo até a cerca para sua casa, jamais poderia ultrapassar a cerca.
Foi no meu aniversário de oito anos que o lance se deu. Brinquei com o Bandit no riacho atrás do sítio e quebrei a regra que meu velho estabelecera, por alguma razão cri que deveria e fui. Sempre fui assim, intuitivo. Na casa,um silêncio do caralho! Minhas pernas tremeram, parada errada pairava no ar da casa da viúva gostosona. Foi quando vi seu a silhueta do seu corpo caído na cama.
Elisa estava inerte, e dois segundos depois vi a poça de sangue e no resto do quarto sangue para todo lado. Lembro que analisei toda cena do crime. Os ferimentos dela concentravam todos nos pulsos mas em posição de defesa. Porrada tinha cantado ali bonito. Voltei e chamei papai, que ligou para o Delegado da cidade e por mais que tenha atribuído aquilo a um suicídio e uma trágica fatalidade de uma pobre viúva sem seu macho, eu sei que não foi, porque estive lá e apesar do olhar dele ter sido um cala a boca emudecido. Uma vez li que a questão mais foda da Filosofia é cometer ou não o suicídio. Bom, acho que isso faz de mim um filósofo de merda, no entanto, foi assim que nasceu o Oficial Pachenko.

Dias atuais:

Pachenko entrou na sala mergulhada na penumbra. Afinal,a sede das Corujas era nos fundos da capela do cemitério que enterrara sua filha. Macabro? Porra, como não ser? Mataram a sangue frio a filha do cara, não sobra muito para um homem depois disto.
Lá dentro era uma saleta de detetives, era apenas uma fachada de algo maior. De uma Agência secreta que somente pouquíssimas pessoas sabiam da existência. Os principais envolvidos, ele, a sócia e alguns contratadores. Pois quando algum inimigo sabia disso, acabava morto. E calado para sempre.
Não acendeu a luz, pois sabia exatamente onde ficava cada coisa. Sentou na cadeira atrás da escrivania e acendeu um charuto, aguardando. Era um cara frio, paciente,macaco velho de galho. Poucas coisas o faziam perder o controle. Mas naquele dia, contrariando a aparência calma, ele fervia por dentro. A porta se abriu, sem ruído. Na mesma hora o interruptor foi ligado e Pachenko pôde ver claramente a mulher que acabava de entrar.
A morena com boca sensual e olhar mortífero parou e o encarou. Apesar da aparente magreza do corpo, seus mamilos
Pachenko observou sua parceira, gostava de olhar a beleza dela. Era bom um passa tempo, quem disse que pernas esguias e bem torneadas não nos excitam? O cardápio é vasto. Certa vez uma puta largou essa para mim:
- São mil na mão.
- E por que eu pagaria por uma coisa que pode ser de graça?
A safada me quebrou com essa:
- E se eu te dissesse que a comida que come de graça pode ser oferecida no restaurante mais classudo que teus pés já pisaram? Quanto pagaria?
Até hoje sei que foram os mil reais mais bem pagos da minha vida.
Com Pachenko era o seguinte, Diana aliviava a tensão que sujeito vivia constantemente.
Ela, sabendo do seu gosto, foi até um aparador ali perto e encheu um copo para si e outro para ele de uísque e se aproximou. Deixou a bebida na sua frente e sentou-se na ponta da mesa, esperando. Sem delongas, jogou um papel ao lado dela, que o pegou e leu. Depois franziu o cenho.
- Informações sobre Franco Vargas, amanhã, atrás de um salão de beleza no Leblon. Que merda é essa? – Diana perguntou.
 - Recebi isso hoje, por um email desconhecido.
 - E quem mandou?
 - Não faço a mínima ideia. Alguém que quer nos ajudar. Ou nos empurrar em uma armadilha.
 - O próprio Vargas?
 - Pode ser.
 - Você vai ao encontro?
 - Já me viu fugir de alguma coisa?
Naquela altura Pachenko revolvia dentro de si coisas que só um homem saca. Essa história que homem e mulher são iguais é conversa para boi dormir. Somos diferentes em tudo, e quando a dor é na alma o bicho pega. Saber quem era e a razão do envio era crucial para o ex-policial. Afinal, era ali no fundo da mesma capela que tinha enterrado a única filha que escolhera para fundar "Corujas", a fachada perfeita para um prato que se come cru, mas que desceria suave com um bom vinho na hora certa.
Por outro lado Diana, sua parceira, pouco se importava onde o tal bilhete a levaria. Pachenko era a sua devoção perpétua. Mulheres são seres loucos e adoráveis mas não queira estar na mira de uma, porque quando se apaixonam além de cegas viram eximes tratores. Escavam tudo até conseguirem o que almejam e, para Diana, o alvo em questão era Gabriel Pachenko.
Pachenko pegou o copo e deu uma talagada, ainda pensativo. Há muito tempo queria pegar o desgraçado de Franco Vargas, um colarinho branco envolvido com drogas e outros negócios escusos, mas o sujeito não deixava pontas soltas. Para a sociedade, era o perfeito cavalheiro. Agora parceiro, geral sabia que não era assim, mas ninguém conseguia pôr as mãos nele. Nem juridicamente, nem fisicamente. E como outros inimigos seus, desconfiava que Vargas poderia ter algum envolvimento com o assassinato de sua filha, pois não era a primeira vez que tentava pegá-lo. Aquela poderia ser a sua oportunidade.
- Quer que eu vá? - Indagou Diana, aparentemente descansada ali na ponta da mesa, mas atenta a qualquer respiração dele. Tudo que fazia ou pensava era tendo-o na mente. Era sua obsessão, sua loucura, seu ponto vital.
- Me poupa, Diana, quando precisei de babá? - Fixou os olhos profundos e esverdeados nela. Pachenko não tinha muito tato com Diana, apesar de confiar nela.
Diana o encarou sob as pálpebras levemente cerradas. Aprendera a admirá-lo sem que percebesse como por dentro se tornava uma convulsão de sentimentos. Era a fraqueza dela. Desceu o olhar pela cicatriz que um inimigo deixara em Pachenko, que ia desde embaixo do olho esquerdo até o canto de sua boca. E que a excitava como em tudo dele. Era a prova do quanto era perigoso e se arriscava. Observando-o, sentiu o desejo por baixo da pele, antecipando a vontade de ser dele.
- Só nos resta esperar. - Disse seco, apagando o resto do charuto no cinzeiro e terminando seu uísque. - É só o que temos por hoje.
Diana levantou-se. Segurou a barra da sua camiseta e tirou-a pela cabeça. Encontrou os olhos dele como de uma águia e falou, como apenas aproveita o tempo, só ela sabendo a importância de tudo aquilo:
- Não vim aqui à toa. - Desabotoou o sutiã nas costas e largou-o no chão. Levou os dedos ao botão da calça, decidida, ficando nua em questão de segundos.
Pachenko ensaiou recostar-se na cadeira, mas esse era o temperamento dele, o individuo era oficial, imagina se ia receber ordem de mulher, mesmo que seu pau estivesse endurecendo com a visão.
Ergueu-se, a lançou contra a parede com uma mão e botou o dedo no meio da cara dela, sendo assente:
- Escuta bem. Você quer? – Segurou o membro sobre a calça, mostrando o volume preparado para guerra. - Então vai ser do meu jeito.
E a agarrou pelos cabelos subindo rente pela parede até que ela gemesse pela força de seus braços tão treinados para batalhas.
- Quer, Diana?
À gostosa devotada só restou uma única palavra:
- Sempre!
Pachenko gostava do corpo enxuto, levemente musculoso dela. As pernas longas e fortes eram sua parte preferida. Apesar de ser uma mulher dura, que matava sem vacilar, na cama Diana gostava de ser submetida por ele. E Pachenko se excitava em saber disso. Em outras palavras,estava num parque de diversões.
- Deite na mesa. - Sua voz saiu seca, quase indiferente. Notou como o olhar dela mudou, como se tornou mais feminina. Obediente, afastou o copo e o cinzeiro e se deitou de bruços sobre o tampo de madeira. Posição que sabia que o policial gostava. Mas não era o suficiente, nessas horas o crucial tem que haver, é a partir dele que o mundo fica leve, as horas são mágicas e homens e mulheres são deuses.
Pachenko agarrou um punhado de seu cabelo na nuca e ergueu sua cabeça. Inclinou-se, duro. E tomou sua boca, a língua decidida assumindo o interior molhado como seu, obrigando a dela a se envolver na dele. Diana arfou, muito excitada, reagindo ao beijo. O oficial era bom em tudo, mas na arte de beijar o cara era excepcional. Ficava molhadinha só pela maneira como mordia e chupava sua língua, como girava a cabeça e tomava o que queria, seu gosto, sua saliva, sua vontade. Maravilhada, retribuiu, podendo gozar só com aquele beijo.
Era quase uma oferenda. Pachenko se ergueu, passando o olhar pelas costas definidas e a bunda dura, redonda, empinada. Puxou o cinto da calça num movimento abrupto.
Diana o observou, calada, tentando conter o ar nos pulmões. Esperava aquele cara grande, brutamontes, pegar e meter nela com força, como tanto gostava. Dava tudo a ele, amando cada segundo. Deixava Pachenko extravasar toda aquela raiva que o acompanhava permanentemente, se oferecendo de bom grado.
A primeira cintada veio fulminante em sua bunda, atravessando-a como uma lanhada em brasa. Diana gritou rouca, estremecendo sobre a mesa, agarrando-se nas bordas. Na mesma hora sua boceta latejou. Esperou ansiosa e veio outra, mais abaixo, nas coxas. Ficou toda encharcada, pronta. Gemeu rouca.
 Pachenko ficou duro com aquela bunda, esperando por ele. Gostava de bater tanto quanto ela de apanhar. Sorriu sardonicamente e estalou o cinto. Castigou aquela carne com tesão, seco e duro. Só parou quando viu as marcas vermelhas.
 Pegou o charuto inacabado no cinzeiro e o acendeu, pendurando-o no canto da boca. Uma boa foda pedia uma boa tragada. Diana esperou, a ponto de gozar. Só então ele abriu a calça, masturbando seu pau. Sem sair do lugar, observando-a através da fumaça, ordenou:
- Pés no chão, peito na mesa. - Diana escorregou para trás, ansiosa. Mal pisou no chão, abriu as pernas, esperando. O oficial puxou os braços dela para trás e, com prática, prendeu seus pulsos juntos com o cinto. Uma das mãos agarrou um punhado de seu cabelo e o puxou para trás. A outra desceu pela bunda marcada e ardida, seus dedos encontrando a umidade melada em sua boceta.
- Está pronta. - Pachenko disse sem necessidade, pois já sabia. Meteu dois dedos nela, que rebolou ansiosa, pedindo por mais. Diana arranhou a mesa, cheia com os dedos, apertando-os com seus músculos internos. Não era delicado. Era bruto, como se não se importasse.
Na verdade não se importava mesmo. Nós, os seres masculinos da parada damos sinais, a questão é se são ou não percebidos a tempo. Uma das dificuldades do mundo feminino é saber desvencilhar amor de sexo. Diana era uma mulher envolvente, sagaz, mas tava na cara que Pachenko só via nela uma boa transa, entretanto no mundo encantado dela, a coisa era bem diferente.
- Vou te foder. Depois me diz se vir aqui foi em vão. - Safado, Pachenko largou a mulher e abriu sua calça. Cobriu o pau enorme e cheio de veias com a camisinha e foi para trás dela, abrindo sua bunda, seu olhar devorando cada buraco que podia tomar. Sempre podia escolher. Mas foi pelo tradicional naquela noite. Enfiou o pau em sua boceta e esta se esticou toda para receber tudo dele. Era sempre difícil. Diana não era pequena, mas mesmo assim era grande demais.
O cara tinha moral, se dava o respeito, era um dos poucos que podia quebrar a frase: "Melhor um pequeno esperto que um grande bobinho." Mulherada ficava ensandecida, excitadas ao ver o tamanho do serviço do Oficial da Lei. Mas poucas aguentavam tomá-lo todo. Diana conseguia. Quanto mais violento fosse, mais a safada gostava. Quando a fodia não precisava ser cuidadoso, nem romântico, bastava fazer o que queria.
Enterrou os dedos na carne redonda daquela bunda como se fosse manjar turco. Coisa boa é bunda de mulher, melhor nem entrar nesse quesito. Meteu forte, entrando com tudo, cada vez mais fundo. Então passou a mover os quadris, comendo-a com força e duro.
- Ai, sim, capitão... Sim, mete ... - Diana suplicava, enlouquecida.
Pachenko por sua vez deixava um riso escapulir no canto da boca, sabia que estava tudo dominado. Segurou seu cabelo na nuca e puxou sua cabeça de novo. A outra mão foi em sua garganta, envolvendo-a. Decidido a fazer aquela bocetinha virar de vez o segundo Estádio Jornalista Mário Filho, para poucos relacionados no assunto, o Templo do Maracanã.
Começou a apertar sua garganta, até o limite que sabia que a potranca aguentava e apetecia. Diana passou a oscilar, gemer, pingando em volta do seu pau. Aliviou a pressão da mão, até que louca só fazia implora mais. Tem coisa mais gostosa que mulher implorando de quatro?
- Aperta ... - Suplicou. Estava a ponto de gozar. E pachenko queria aquele gozo para si. Colocar naquela instante que todo macho tem e não contar para outro marmanjo. "Os Melhores Gozos Que Proporcionei."
O capitão cingiu e embocou o pau todo, bem fundo. Diana estremeceu em um orgasmo longo e para seu ego masculino enobrecer ainda mais, soltou sua garganta, concentrando-se no próprio prazer. Comeu-a enquanto estremecia e o orgasmo percorreu seu corpo, esticou sua coluna, fazendo-o pressionar o corpo contra o dela, prendendo-a, mordendo seu ombro. Disposto a fazer a poderosa Diana se tornar uma mocinha de tão obediente.
Quando acabou, ergueu-se, ainda duro. Demorava a se satisfazer totalmente. Mas naquele momento não queria mais, tinha passado, sabia que teria muitos outros, comê-la nunca fora um tipo de missão impossível. Saiu de dentro dela e se livrou do preservativo na lixeira. Soltou-a e se afastou, botando o cinto no lugar, vestindo-se.
Diana o contemplou esperando uma palavra, um beijo, algo, entretanto Pachenko apenas sussurrou:
- Até.